Brasil
Palestino residente no Acre apela por ajuda humanitária para refugiar parentes que vive na Faixa de Gaza

Montaserbelah Alshawwa, palestino que vive no Acre há oito anos, foi recebido no Plenário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) na manhã desta quarta-feira (29), para fazer um relato sobre a situação de 44 familiares que vivem na Faixa de Gaza. Ele coletou assinaturas dos parlamentares num documento que pede que os parentes sejam refugiados no Brasil.
Acompanhado por Hildo César, representante do Comitê Acreano de Solidariedade ao Povo Palestino, Alshawwa fez um discurso emocionado, pedindo ajuda humanitária para seus parentes. O documento com as assinaturas coletadas será enviado posteriormente para o presidente Lula (PT), que deverá tomar as medidas cabíveis para trazer os palestinos para o país.
“Agradeço a todos aqui e ao presidente da Aleac pelo apoio ao povo palestino. Venho fazer um apelo humanitário a todas as autoridades brasileiras, para nos ajudarem a incluir o nome da minha família na lista de resgate da Faixa de Gaza. Há 44 parentes lá, isso é muito doloroso, não quero perder meus pais idosos, que têm passado por uma situação tão complicada. Meu irmão está com sua família desaparecida, então venho pedir paz e ajuda ao povo palestino, para que possam sobreviver e reconstruir suas vidas”, declarou Montaserbelah Alshawwa.
Desde o início da guerra entre o Hamas e Israel, no início do mês de outubro, o palestino já perdeu 42 membros de sua família na Faixa de Gaza. Até a data de ontem, foi registrada a morte de 16.293 pessoas em decorrência do confronto. Destas, 14.854 são palestinas, 1.200 israelenses e 239 de pessoas que vivem na Cisjordânia. Dados da Al Jazeera apontam que os feridos somam 44.350. Destes 36.000 são palestinos, 5.600 israelenses e 2.750 da Cisjordânia.
Texto: Andressa Oliveira
Foto: Juan Diaz
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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).
As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Brasil
CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.
O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.
Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.
Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.
“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.
Relembre o caso
O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.
O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.
A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.
Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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