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Operação Dínamo: PCAC executa quarta fase da investigação que visa desarticular a rede criminosa que comercializam fios de cobre

Na manhã desta quarta-feira, 10 de janeiro, a Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou O cumprimento de duas ordens de busca e apreensão em Rio Branco como parte da quarta fase da operação Dínamo. O objetivo da ação é combater o furto e a receptação de fiação no Acre.
Durante a operação, as autoridades estiveram em mais um estabelecimento que comercializava sucata de grande porte. De acordo com as informações da investigação, esse estabelecimento em particular estava envolvido na comercialização mensal de aproximadamente 35 toneladas de cobre. No local, foram apreendidos diversos aparelhos de celular e documentos que serão analisados como parte das evidências coletadas.

“A operação Dínamo visa não apenas combater casos isolados de furto de fiação, mas desmantelar uma rede criminosa que estaria envolvida na prática de furto e receptação de materiais contendo cobre em todo o estado do Acre. A polícia busca reunir novos elementos de prova para individualizar as condutas de todos os envolvidos nessa rede criminosa”, informou o delegado titular da Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter), Dr. Roberth Alencar.
Segundo informações preliminares, a investigação está prestes a ser concluída nos próximos dias, com o indiciamento de aproximadamente 30 suspeitos pelo crime de associação criminosa. A ação representa mais um passo significativo no combate à criminalidade relacionada ao furto de cobre na região, reforçando o compromisso das autoridades em garantir a segurança e a ordem pública.

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Acidente envolvendo três veículos é registrado na BR-364 entre Sena Madureira e Rio Branco
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TJAC anula eliminação de candidato e garante retorno a concurso da Polícia Penal
Decisão unânime aponta ilegalidade na exclusão durante investigação social e reforça princípio da presunção de inocência
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) decidiu, por unanimidade, anular a eliminação de um candidato do concurso para agente de Polícia Penal e determinou sua reintegração ao certame, ao considerar ilegal a exclusão na fase de investigação social. A decisão foi tomada pelo Tribunal Pleno no julgamento de mandado de segurança, sob relatoria da desembargadora Waldirene Cordeiro, com acórdão publicado no Diário da Justiça Eletrônico nesta segunda-feira (23).
De acordo com o processo, o candidato havia sido considerado “contraindicado” na investigação social, etapa eliminatória do concurso, após a administração apontar a existência de um boletim de ocorrência antigo por infração de trânsito, a suposta omissão de outro registro policial e um mandado de prisão por dívida de pensão alimentícia.
Ao analisar o caso, o TJAC entendeu que a eliminação foi desproporcional e violou princípios constitucionais. No voto, a relatora destacou que a existência de boletim de ocorrência, sem condenação penal definitiva, não pode ser usada como fundamento para exclusão de candidatos, sob pena de violar o princípio da presunção de inocência.
O colegiado também considerou que o registro mais antigo não teve repercussão penal e ocorreu há mais de cinco anos, reduzindo seu peso na análise da vida pregressa. Em relação à suposta omissão de um boletim de ocorrência, o tribunal avaliou que não houve comprovação de que o candidato tivesse conhecimento do fato, afastando a hipótese de má-fé.
Sobre o mandado de prisão por dívida de pensão alimentícia, os desembargadores ressaltaram que se trata de medida de natureza civil, sem conteúdo penal, e que não caracteriza, por si só, ausência de idoneidade moral.
Com a decisão, o candidato poderá retornar ao concurso e seguir nas demais etapas, inclusive eventual curso de formação. O TJAC também fixou entendimento de que a investigação social deve observar critérios de razoabilidade, proporcionalidade e respeito à presunção de inocência, vedando eliminações baseadas apenas em registros antigos ou sem condenação.
A decisão reforça a jurisprudência dos tribunais superiores e pode impactar casos semelhantes, especialmente em concursos da área de segurança pública, onde a análise da vida pregressa costuma ser mais rigorosa.
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Ex-presidiário que rompeu tornozeleira eletrônica é preso após agredir adolescente amigo da filha no interior do AC

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