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Onda de arrombamentos na fronteira preocupa empresários e moradores

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Nos últimos dias, uma onda de arrombamentos tem assolado a cidade de Brasiléia, na fronteira brasileira. O jornal oaltoacre.com relatou recentemente um arrombamento em uma farmácia local, e desde então, duas outras ocorrências semelhantes foram registradas em 48 horas horas. Os alvos agora foram uma padaria e uma distribuidora, e em ambos os casos, as imagens capturadas pelos sistemas de segurança indicam a presença do mesmo criminoso, já conhecido por suas incursões anteriores.

Esses arrombamentos têm se tornado uma fonte crescente de preocupação para empresários e moradores da região. O que torna a situação ainda mais frustrante é o fato de que, na maioria dos casos, as autoridades já sabem quem é o responsável pelos crimes e que essa pessoa possui histórico na delegacia. No entanto, muitas vezes, esses criminosos são beneficiados pelas brechas na lei devido à sua condição de dependentes químicos.

A impotência diante dessa situação é evidente. A polícia, diligentemente, faz o seu trabalho e prende os criminosos em flagrante. No entanto, a frustração surge quando, em menos de 24 horas após a prisão, o delinquente é liberado após comparecer a uma “audiência de custódia”. Essa prática tem permitido que esses criminosos voltem às ruas rapidamente e cometam mais delitos.

Para as vítimas desses arrombamentos, a sensação de impunidade é angustiante. Muitas delas se veem obrigadas a ir até a delegacia para prestar queixa, na esperança de que isso leve a Justiça a tomar uma decisão mais rigorosa. No entanto, essa abordagem muitas vezes parece insuficiente para conter a escalada desses crimes.

A situação levanta questões importantes sobre o sistema legal e a necessidade de encontrar soluções mais eficazes para lidar com criminosos reincidentes, especialmente aqueles que enfrentam problemas de dependência química. O equilíbrio entre a reabilitação e a punição é desafiador, mas é essencial para garantir a segurança da comunidade e a justiça para as vítimas.

Enquanto a comunidade de Brasiléia lida com essa onda de arrombamentos, é crucial que autoridades, empresários e residentes trabalhem juntos para encontrar maneiras de prevenir esses crimes e garantir que aqueles que os cometem enfrentem as consequências adequadas, ao mesmo tempo em que recebam o apoio necessário para superar seus problemas pessoais.

 

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Defensor público do Acre sofre acidente de carro na BR-317 e é atendido em hospital de Capixaba

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Henry Sandres seguia para Brasiléia quando veículo capotou cinco vezes em uma curva; ele não teve ferimentos graves, segundo informações preliminares

O defensor público do Acre, Henry Sandres, sofreu um acidente de carro na BR-317 enquanto estava a caminho do município de Brasiléia, no interior do estado. A caminhonete que ele conduzia capotou cinco vezes em uma curva e parou no quintal de uma propriedade na beira da rodovia, segundo informações apuradas.

Apesar da gravidade do acidente, o defensor não sofreu ferimentos graves. Ele foi atendido no Hospital de Capixaba, município vizinho, onde realizou exames. Segundo o próprio Henry Sandres, o capotamento foi causado por aquaplanagem, já que havia chovido intensamente na região rural.

Até o momento, o estado de saúde do defensor público não foi oficialmente divulgado.

Dr.Henry Sandres e um dos onze novos defensores públicos aprovados no último concurso da Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), e, em fevereiro de 2025 assumiram seus cargos em sessão pública de lotação, onde foram designados para as comarcas em que estão atuando.

Na época a sessão marcou um importante momento na trajetória dos novos defensores, que iniciam suas atuações no sistema de justiça estadual, garantindo acesso à defesa jurídica para a população acreana em situação de vulnerabilidade.

Dr.Henry Sandres foi atendido no Hospital de Capixaba, município vizinho, onde realizou exames. Não há informações sobre o que teria causado o capotamento. Foto: captada 

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Homem é executado a tiros em invasão de Epitaciolândia

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Vítima foi atingida principalmente na cabeça; Polícia Civil investiga autoria e motivação do crime

Um homem identificado como Rogério Silva Paixão, de 31 anos, foi assassinado a tiros na manhã desta terça-feira (3), por volta das 10h30, na comunidade conhecida como Favelinha, uma área de invasão localizada ao lado do Bairro Liberdade, na Rua Ana de Souza Lira, em Epitaciolândia.

Segundo informações preliminares, Rogério morava na própria comunidade e foi surpreendido por um homem armado no momento em que entrava na localidade. Ele foi atingido por vários disparos, principalmente na região da cabeça, e morreu ainda no local.

Moradores relataram ter ouvido os tiros e, em seguida, encontraram o corpo caído na rua. A Polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas, ao chegarem, apenas puderam confirmar o óbito.

O corpo foi removido pela equipe do Instituto Médico Legal (IML) da regional da fronteira e poderá ser encaminhado a Rio Branco para exames periciais que irão apontar quantos disparos atingiram a vítima.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Acre, sob coordenação do delegado titular Alex Danny. Até o momento, nenhum suspeito foi preso e a motivação do crime ainda é desconhecida.

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GEFRON-AC tira mais de R$ 5 milhões do crime organizado no 1º bimestre de 2026

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre, por meio do Grupo Especial de Operações em Fronteira, apresentou o balanço consolidado das ações realizadas nos meses de janeiro e fevereiro na faixa de fronteira do estado.

Os números demonstram atuação intensa no enfrentamento aos crimes transfronteiriços, com destaque para apreensões expressivas de drogas e cumprimento de mandados judiciais.

Produção Operacional – Janeiro e Fevereiro

  • 20 ocorrências registradas

  • 4 ocorrências de tráfico de drogas

  • 3 ocorrências de descaminho

  • 10 mandados de prisão cumpridos

  • 2.200 maços de cigarros apreendidos

  • 2 veículos apreendidos ou recuperados

  • 439 quilos de entorpecentes retirados de circulação

  • 1 arma de fogo apreendida

  • 21 conduções/prisões realizadas

  • R$ 1.759,00 em dinheiro apreendido

  • Descapitalização do crime estimada em R$ 5.103.069,00

De acordo com a SEJUSP, os resultados refletem uma atuação firme, estratégica e integrada do GEFRON na região de fronteira, área considerada sensível devido à incidência de tráfico internacional de drogas, contrabando e outras práticas criminosas.

O prejuízo superior a cinco milhões de reais às organizações criminosas representa um impacto direto nas estruturas financeiras do crime, além de reforçar a presença do Estado nas áreas de maior vulnerabilidade.

A Secretaria destacou ainda que as ações continuarão de forma intensificada, com foco na repressão qualificada e na proteção da população acreana.

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