Acre
Oi anuncia instalação de banda larga por fibra ótica para Assis Brasil
- Companhia reforça investimentos na região fronteiriça com digitalização da rota e redução de tarifas das cidades de fronteira internacional
Da redação, com Assessoria
A Oi ampliou sua capacidade de transmissão de dados para Assis Brasil, com a implantação de um cabo de fibra ótica que permite a oferta de planos de banda larga com maior velocidade e a um custo menor, quando comparado ao acesso via satélite à internet. A iniciativa reforça o compromisso da Oi com o desenvolvimento nacional, a partir de um plano de investimentos que contribui para acelerar o crescimento econômico nos estados do Norte, especialmente nos municípios fronteiriços.
Ao todo, foram implantados 120 km de fibra ótica saindo de Brasiléia para Assis Brasil. A digitalização da rota de Assis Brasil também ampliou a qualidade da telefonia fixa do município, que era fornecido por meio de rádio analógico.
Redução de tarifas em cidades de fronteira
Os dois municípios do Acre que fazem fronteira com outros países, Assis Brasil e Brasiléia, serão contemplados também pela redução de tarifas de chamadas telefônicas fixas entre cidades de fronteira.
A companhia reduzirá, de 91% a 97%, os preços das ligações de telefones fixos fazendo com que as ligações de telefone fixo entre cidades Assis Brasil, no Acre, e Iñapari, no Peru, por exemplo, custem o mesmo que uma chamada local. O mesmo vale para ligações entre Brasiléia, no Acre e Cobija, na Bolívia.
A estimativa é que a redução beneficie cerca de 1 milhão de brasileiros em 24 cidades de nove estados brasileiros. De forma escalonada, a mudança entrará em operação em todas as cidades até o fim de 2014.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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