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Brasil

Observatório da Violência contra Jornalistas se reunirá em janeiro

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Órgão foi criado no âmbito do Ministério da Justiça

Sede do Ministério da Justiça em Brasília

A primeira reunião plenária do Observatório Nacional da Violência contra Jornalistas será ainda em janeiro e contará com a presença de entidades da imprensa e de veículos de comunicação, além de representantes do poder público e da sociedade civil.

Segundo o secretário nacional de Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Augusto de Arruda Botelho, a ideia é, em um primeiro momento, definir como será feito o acompanhamento de casos e, se necessário, cobrar punições.

O observatório será formado por órgãos públicos e outras entidades para que ocorra a união entre jornalistas, veículos de imprensa e “autoridades públicas responsáveis por investigar, processar e julgar todos esses casos”.

O grupo foi criado a pedido de entidades sindicais dos jornalistas, depois dos atos golpistas do dia 8 de janeiro, quando jornalistas foram agredidos, após quatro anos de escalada de ataques à imprensa.

“Em 2019, foram 208 ataques. Em 2020, o número dobrou para 428. E, em 2021, o número continuou crescendo. A escalada de violência de ataques contra a imprensa e contra a liberdade de impressa vem crescendo no nosso país”, detalhou o secretário.

Diante desse cenário, a criação do observatório foi vista como uma ferramenta para “monitorar todos os casos de ataque a categorias de jornalistas e veículos em geral, por meio do acionamento das autoridades competentes, acompanhamento das investigações e participação ativa no intuito de auxiliar na identificação dos autores de crimes”, destaca o Ministério da Justiça.

Para esta primeira reunião, serão convidados representantes da Justiça Federal, Polícia Federal, do Ministério Público Federal, do Conselho Nacional de Justiça, da Ordem dos Advogados do Brasil e de grupos de advogados que historicamente são ligados à defesa da liberdade de imprensa.

Botelho terá o papel de articulador do governo federal com todos os órgãos do Poder Judiciário. “A missão que o ministro [da Justiça] Flávio Dino me deu passa justamente por uma competência da secretaria, que é a de acompanhar o tema junto às autoridades e a sociedade civil”, explicou.

Edição: Juliana Andrade

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Brasil

Gayer diz que após derrubada de veto da dosimetria, pauta será anistia

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) participou da manifestação

O deputado federal, Gustavo Gayer (PL-GO), afirmou neste domingo (24/1), que a prioridade da oposição no Congresso Nacional será derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê penas mais brandas para os acusados de tentativa de golpe de Estado no caso do dia 8 de janeiro.

De acordo com Gayer, a articulação para a derrubada do veto acontecerá já nas primeiras semanas de trabalho legislativo, que retorna em fevereiro.

“A anistia ela continuará sendo uma pauta. Agora, primeiro ponto, derrubar o vento da dosimetria. Logo agora no início das sessões, nós estamos trabalhando, articulando para que nas primeiras duas semanas a gente já consiga derrubar o veto”, disse durante a caminhada promovida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Ele afirmou também que o movimento iniciado por Nikolas dá espaço não apenas para a anistia, mas para “todas as pautas que realmente importam pra população brasileira, que há muito tempo tem medo até de defender por ser perseguido”.

O deputado citou a liberdade de expressão, o fim da corrupção e o desejo por um sistema judiciário mais sério.

“Obviamente, as injustiças, os prisioneiros, [o ex-presidente Jair] Bolsonaro, continuam sendo a nossa prioridade”. afirmou.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Nikolas inicia o último dia da caminhada pela liberdade

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Imagem colorida mostra o deputado Nikolas Ferreira durante "caminhada pela liberdade" - Metrópoles

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou, neste domingo (25/1), o último dia da mobilização intitulada “caminhada da liberdade”, que saiu do interior de Minas Gerais, na segunda-feira (19/1), em direção a Brasília (DF).

O ponto de partida foi o Park Way, a cerca de 20 km do destino final. No local, os apoiadores usavam trajes verde e amarelo e bandeiras do Brasil amarradas ao corpo.

Ambulantes também vendiam camisetas com mensagens de “Fora Lula”, “Acorda Brasil” e homenagens ao ex-mandatário e ao senador e pré candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Bandeiras brasileiras com união de Estados Unidos e Israel também eram comercializadas.

O grupo saiu por volta das 9h40 em direção à Praça do Cruzeiro, onde está prevista uma manifestação em prol do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos presos do 8 de Janeiro.

A mobilização contou, ao longo de seu percurso, com a presença de aliados políticos e apoiadores do ex-presidente.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Caminhoneiro tomba carreta ao tentar desviar de acidente com 2 mortos

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Reprodução
imagem colorida caminhão tomba ao desviar de acidente rondonópolis

Um motorista tombou o caminhão, carregado com adubo, ao tentar desviar de outro acidente, que deixou dois mortos e cinco feridos na BR-163, em Rondonópolis, a cerca de 212 km de Cuiabá (MT). Os acidentes aconteceram no final da manhã desse sábado (24/1).

Segundo a nota Rota do Oeste, concessionária que administra a pista, o acidente aconteceu logo após o primeiro. Para não atingir o primeiro acidente, o motorista tentou frear, mas o veículo acabou fazendo um “L” na pista.

Leia a matéria completa no portal RD News, parceiro do Metrópoles.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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