Acre
Obras de contenção do Rio Acre estão paradas por falta de pagamento

Momento de embarque da última máquina na cidade de Brasiléia, para ir embora – Fotos: Alexandre Lima
Alexandre Lima
Por volta das 14 horas desta quinta-feira, dia 12, a última máquina que estava trabalhando na obra de contenção do Rio Acre, foi colocada encima de uma carreta para ir embora. Ou seja, os trabalhos foram suspensos por tempo indeterminado e os trabalhadores demitidos.

Obra que deveria estar terminando, está parando pela segunda em menos de um ano – Foto: Alexandre Lima
Segundo foi dito por funcionários já dispensados, o Governo do Acre não repassava dinheiro para a empresa responsável pela obra. A cerca de três meses não tem confirmado o depósito em sua conta, tornando insustentável a manutenção dos trabalhadores, além da manutenção dos equipamentos.
Por este motivo, as máquinas foram retiradas do local e levadas embora para Rio Branco. Em tempo, o valor assinado no mês de Setembro passado, meses após o alagamento onde contou com a presença do Governador do Acre, Sebastião Viana, deputados, ex-secretários que foram envolvidos no escândalo do G7, senador e convidados, teria uma parceira com o governo federal e Defesa Nacional.
O valor da obra, é de pouco mais de R$ 11 milhões de reais a serem investidos em 1.027 metros, com duração prevista para sete meses que já se passaram. Moradores que olhavam o movimento de embarque da máquina, demonstravam sua indignação vendo que está poderá ser mais uma obra fantasiosa do governo do Acre.
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Momento em que funcionários embarcam a última máquina e funcionários levam seus pertences embora – Foto: Alexandre Lima
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Acre
“Nada substitui a presença de um policial, por isso a importância da Guarda Municipal”, diz Samir Bestene após agressão no Restaurante Popular
Por Dell Pinheiro
O vereador Samir Bestene (PP) voltou a cobrar medidas mais efetivas na área da segurança pública após mais um caso de agressão registrado no Restaurante Popular da Capital. O desabafo foi feito na durante a sessão na Câmara de Rio Branco,
Segundo o parlamentar, o episódio que envolveu uma mulher agredida por uma pessoa em situação de rua, evidencia o agravamento da violência urbana e reforça a necessidade de fortalecimento da segurança no município.
“Isso agrava muito mais a questão da violência da nossa Capital e também levanta um questionamento sobre a atuação da guarda municipal”, afirmou.
Bestene destacou que o tema já vem sendo debatido de forma recorrente no Legislativo municipal e defendeu a criação da chamada polícia municipal, com base em mudanças recentes na legislação federal.
“A segunda mulher agredida ali no restaurante popular demonstra a importância da criação agora da polícia municipal. É mais uma força para contribuir com a Polícia Militar e dar uma sensação maior de segurança à população”, pontuou.
O vereador também ressaltou que, embora o videomonitoramento seja uma ferramenta importante no combate à criminalidade, ele não substitui a presença de agentes nas ruas.
“O videomonitoramento é importantíssimo para identificar ocorrências, mas nada substitui a presença física de um policial, que pode inibir agressões físicas ou verbais”, disse.
Para o parlamentar, o reforço no efetivo e a atuação mais próxima da população são fundamentais para garantir segurança tanto aos servidores públicos quanto aos cidadãos que utilizam os espaços públicos da cidade.
“Precisamos dar essa sensação de segurança para quem trabalha e para quem vive o dia a dia nos espaços públicos de Rio Branco”, frisou o progressista.
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Acre
Temporal alaga ruas e assusta moradores em Brasiléia e Epitaciolândia
Chuva intensa provoca pontos de alagamento; nível do Rio Acre segue em queda
Uma forte chuva registrada na tarde desta terça-feira (31) causou alagamentos e assustou moradores de Brasiléia, Epitaciolândia e Cobija.
De acordo com dados da Agência Nacional de Águas, o volume acumulado foi de aproximadamente 31,8 milímetros nas últimas quatro horas. Apesar da intensidade da chuva, o nível do Rio Acre apresentou queda, passando de 8,42 metros entre domingo e segunda-feira para 5,92 metros ao final do dia.
Em Brasiléia, bairros da parte alta, como José Moreira e Ferreira Silva, registraram ruas alagadas devido ao grande volume de água, evidenciando limitações no sistema de drenagem urbana. Moradores relataram susto com a rapidez do acúmulo de água nas vias.
Até o momento, não há registros de danos materiais em residências atingidas. Segundo informações, a prefeitura trabalha em projetos para melhorar a drenagem e minimizar os impactos de temporais futuros.





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