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Obra da Ponte Metálica atinge 50% de execução e acadêmicos da Ufac vistoriam trabalhos
O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), atingiu 50% de execução da obra de reforço estrutural e elevação da Ponte Metálica Juscelino Kubitschek sobre o Rio Acre, no Centro de Rio Branco.

Obra da Ponte Metálica tem avançado. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
O diretor de operações, Ronan Fonseca Lemos, afirmou em visita técnica nesta quinta-feira, 14, com acadêmicos do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Acre (Ufac), sob supervisão do professor de Estruturas e Pontes, Adcleides Araújo da Silva, que os trabalhadores da empresa Procec avançaram na remoção dos aparelhos de apoio antigos e substituição por novos apoios de neoprene nos blocos.
“É um trabalho que requer precisão e segurança, e os trabalhadores da empresa concluíram a troca dos apoios do encontro do lado do Mercado Velho, do primeiro vão, e seguem executando a troca dos apoios no vão 2 e encontro 6, no lado da Gameleira”, afirmou o diretor.

Deracre apresentou a execução dos trabalhos na Ponte Metálica aos acadêmicos do curso de Engenharia Civil da Ufac. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
Para o professor Adcleides da Silva, a visita na obra é uma oportunidade única para os estudantes vivenciarem o trabalho de recuperação de uma ponte histórica. Além disso, os acadêmicos puderam presenciar a troca de um dos aparelhos de apoio, que garante o movimento seguro da superestrutura da ponte.
A atividade dos alunos visa “perceber in loco as particularidades da execução de uma ponte e especialmente dessa obra de reforço de grande importância para Rio Branco, haja vista se tratar de uma ponte histórica, além de verificar um trabalho de recuperação que não é recorrente no exercício da engenharia”, afirmou.

Professor da Ufac explicou a técnica aplicada na obra de reforço da ponte pela autarquia via empresa. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
Segundo o representante da empresa, Márcio Lins, o prazo para conclusão dos trabalhos é fevereiro de 2024, conforme contrato emergencial da empresa assinado com o Estado, e não contempla a parte estética que tem sido trabalhada pelo Deracre.
“Estamos trabalhando para a volta da segurança nesse momento e nosso prazo de conclusão é fevereiro de 2024. Nosso contrato não contempla a parte de estética que está sendo trabalhada pelo Deracre, e já executamos mais de 50% dos trabalhos”, disse.

Manutenção é essencial para garantir a segurança e mobilidade dos usuários. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
Além disso, Márcio Lins frisa que a empresa aplica a técnica de macaqueamento, que permite que a estrutura seja levantada para que os reparos sejam realizados com segurança e precisão.
“Continuamos efetuando ajustes, conforme necessário, para garantir a segurança e a integridade da estrutura”, relatou.

Técnica foi demonstrada aos alunos do curso de Engenharia Civil da Ufac. Foto: Gabriel Freire/Deracre
A obra, com um investimento de mais de R$ 2,6 milhões de recursos próprios do Estado, é vital para garantir a segurança dos usuários e prolongar a vida útil dessa estrutura histórica. A expectativa para a conclusão dos trabalhos é de quatro meses.
- Deracre apresentou a execução dos trabalhos na Ponte Metálica aos acadêmicos do curso de Engenharia Civil da Ufac. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
- Obra da Ponte Metálica tem avançado. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
- Técnica foi demonstrada aos alunos do curso de Engenharia Civil da Ufac. Foto: Gabriel Freire/Deracre
- Manutenção é essencial para garantir a segurança e mobilidade dos usuários. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
- Professor da Ufac explicou a técnica aplicada na obra de reforço da ponte pela autarquia via empresa. Foto: Alcione Medeiros/Deracre
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Hanseníase tem cura: campanha nacional reforça importância do diagnóstico precoce
Durante a campanha nacional de conscientização, especialistas reiteram que a hanseníase tem cura, tratamento gratuito e que o maior desafio é vencer o preconceito que ainda cerca a doença
Apesar dos avanços da medicina e da oferta de tratamento gratuito pelo SUS, a hanseníase continua sendo uma realidade no Acre e na região do Juruá, especialmente entre populações em situação de vulnerabilidade social. Inserida no grupo das Doenças Tropicais Negligenciadas, a enfermidade segue cercada por desinformação, estigma e diagnóstico tardio, fatores que contribuem para deformidades físicas evitáveis e impactos sociais duradouros.
Para o médico e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Francisco Albino, essa permanência está ligada a determinantes sociais e históricos. “A hanseníase possui atributos que a tornam um mal negligenciado, prevalente e estigmatizante. Historicamente, medidas como internação compulsória e isolamento social reforçaram o preconceito, criando marcas que ainda interferem na vida dos pacientes”, explicou.
Segundo Albino, os sintomas iniciais costumam passar despercebidos. “Manchas na pele com perda ou alteração da sensibilidade são o principal sinal de alerta. Essas manchas não coçam nem doem, o que faz com que sejam ignoradas. Dormência, formigamento e perda de força em mãos ou pés também merecem atenção”, destacou.
Importância do diagnóstico precoce
O especialista reforça que identificar a doença cedo é essencial para evitar complicações. “A hanseníase evolui de forma silenciosa. Quando o diagnóstico é tardio, o dano aos nervos já pode estar instalado, levando a deformidades e incapacidades físicas evitáveis. O diagnóstico precoce interrompe a transmissão, evita sequelas e reduz o sofrimento físico, emocional e social do paciente”, afirmou.
Para Albino, o estigma é um dos maiores obstáculos. “Ainda existe a ideia de que a hanseníase é resultado de castigo divino ou que não tem cura. Esses mitos alimentam o preconceito e fazem com que muitas pessoas escondam os sintomas, atrasando o tratamento e fortalecendo o isolamento social”, disse.
O médico lembra que a hanseníase tem cura e que o tratamento é seguro. “O tratamento é feito com poliquimioterapia, oferecida gratuitamente pelo SUS. Reforçar que a doença tem cura é fundamental para combater o preconceito e garantir que as pessoas procurem atendimento sem medo”, ressaltou.
Albino deixa um recado direto à população: “O aparecimento de mancha não é normal, ainda mais quando há perda de sensibilidade. Procurar o serviço de saúde é um ato de cuidado consigo mesmo e com a comunidade.”
Afya Amazônia
A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Rondônia conta com duas instituições de graduação (Afya Porto Velho e Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda oito escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Acre (1), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
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Idoso é preso pela PRF após ser flagrado com pistola calibre .40 em Cruzeiro do Sul
Homem de 70 anos não possuía porte nem documentação da arma e das munições

Um homem de 70 anos foi preso na quarta-feira (14) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Estrada da Variante, em Cruzeiro do Sul, após ser flagrado portando uma arma de fogo de uso restrito.
De acordo com a PRF, o idoso trafegava em uma motocicleta quando foi abordado durante fiscalização de rotina. Ele informou aos policiais que retornava de seu sítio e, ao ser questionado, confirmou que estava armado.
Durante a abordagem, os agentes apreenderam uma pistola Taurus calibre .40 e oito munições. Conforme a polícia, o homem não possuía porte de arma de fogo nem documentação legal da arma ou das munições.
Diante da irregularidade, o idoso foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, onde o caso ficou à disposição das autoridades para os procedimentos legais cabíveis.
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Justiça decreta prisão de três suspeitos de integrar “Tribunal do Crime” em Rio Branco
Grupo mantinha homem em cárcere privado para aplicar punição ilegal; um investigado responderá em liberdade

A Justiça decretou a prisão preventiva de três homens suspeitos de integrar uma facção criminosa e de atuar na aplicação de punições ilegais impostas pelo chamado “Tribunal do Crime”, em Rio Branco. A decisão atinge Lucas Nogueira dos Santos, Anderson Luan Bezerra e João Victor Navarro da Silva. Já Marcelo Santos de Souza teve a liberdade provisória concedida, mediante cumprimento de medidas cautelares.
A decisão foi proferida pelo juiz plantonista da Vara das Garantias, durante audiência de custódia realizada no Fórum Criminal de Rio Branco, no fim da tarde de ontem.
Os quatro foram presos na noite de terça-feira (13) por policiais do Grupamento Tático do 3º Batalhão da Polícia Militar, no momento em que mantinham um homem em cárcere privado em uma residência localizada na Rua Luiz Gonzaga, no bairro São Francisco. A vítima, que teve a identidade preservada, teria sido sequestrada para sofrer agressões físicas como forma de punição imposta pela organização criminosa.
Informações repassadas por moradores à Polícia Militar foram fundamentais para a rápida intervenção, que evitou uma possível sessão de tortura e espancamento, situação que poderia resultar em morte. Durante a ação, os policiais apreenderam pedaços de madeira, supostamente utilizados nas agressões, além de um automóvel.
Os três investigados que tiveram a prisão preventiva decretada foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Rio Branco. O quarto envolvido responderá em liberdade provisória, com uso de tornozeleira eletrônica e cumprimento das demais medidas cautelares determinadas pela Justiça.











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