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Novo auxílio emergencial de R$ 2.260 via Pix: veja como receber pelo Cadastro Único

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O CadÚnico é a principal porta de entrada para diversos programas sociais no Brasil. Ele permite que o governo federal identifique e acompanhe as famílias que necessitam de suporte financeiro, educacional e social

Esses documentos são verificados pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), onde as famílias podem formalizar sua inscrição no CadÚnico. Foto: internet

O Cadastro Único para Programas Sociais, amplamente conhecido como CadÚnico, é uma ferramenta essencial para milhões de brasileiros que enfrentam dificuldades econômicas. Recentemente, uma nova medida foi anunciada: um auxílio emergencial de R$ 2.260, a ser pago via Pix, destinado às famílias que atendem aos critérios estabelecidos pelo governo. Esse auxílio tem o potencial de transformar a vida de muitas famílias que vivem em situação de vulnerabilidade.

Entendendo o CadÚnico e quem pode participar

O CadÚnico é a principal porta de entrada para diversos programas sociais no Brasil. Ele permite que o governo federal identifique e acompanhe as famílias que necessitam de suporte financeiro, educacional e social. Para se qualificar para o novo auxílio de R$ 2.260, as famílias precisam atender a critérios específicos:

  • Renda per capita: A renda mensal por pessoa na família não pode ultrapassar R$ 218,00.
  • Documentação necessária: É obrigatório apresentar RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de renda.

Esses documentos são verificados pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), onde as famílias podem formalizar sua inscrição no CadÚnico. Essa formalização é essencial para garantir que as famílias elegíveis recebam todos os benefícios a que têm direito.

Benefícios oferecidos pelo CadÚnico

Além do novo auxílio emergencial de R$ 2.260, o CadÚnico possibilita a participação em diversos outros programas sociais, cada um com objetivos específicos de melhorar a vida das famílias de baixa renda. Entre os principais programas estão:

  • Auxílio Gás: Um subsídio para a compra de botijões de gás, aliviando os custos domésticos das famílias.
  • Pé-de-Meia: Um incentivo financeiro anual de R$ 1.600,00 destinado a jovens estudantes, para promover a continuidade dos estudos.

Esses programas, entre outros, são fundamentais para assegurar que as famílias cadastradas no CadÚnico tenham acesso a recursos que podem melhorar significativamente sua qualidade de vida.

A importância do cadastro no CadÚnico

Estar inscrito no CadÚnico é mais do que uma formalidade; é uma oportunidade para acessar uma gama de benefícios sociais que podem proporcionar maior dignidade e segurança às famílias em situação de vulnerabilidade. Programas como o Bolsa Família, agora associado ao Auxílio Brasil, são diretamente ligados ao CadÚnico e visam fornecer suporte financeiro consistente para combater a pobreza e reduzir a exclusão social no país.

Como receber o auxílio de R$ 2.260?

Para receber o auxílio de R$ 2.260, é fundamental que a família esteja devidamente cadastrada no CadÚnico e cumpra todos os critérios de elegibilidade. O valor é transferido diretamente para a conta bancária registrada no CPF do beneficiário via Pix, garantindo um acesso rápido e seguro ao benefício. Essa modalidade de pagamento foi escolhida por sua agilidade e pela possibilidade de atender emergencialmente às necessidades das famílias.

Documentação necessária para inscrição no CadÚnico

Para realizar o cadastro no CadÚnico e ter acesso aos benefícios oferecidos, é necessário apresentar os seguintes documentos:

  • RG (Registro Geral)
  • CPF (Cadastro de Pessoas Físicas)
  • Comprovante de residência
  • Comprovante de renda

Esses documentos devem ser levados ao CRAS mais próximo, onde será realizada a formalização do cadastro. É importante que as informações fornecidas estejam atualizadas para evitar qualquer problema na concessão dos benefícios.

Impacto do CadÚnico na vida das famílias brasileiras

O impacto do CadÚnico na vida das famílias brasileiras vai além da concessão de um auxílio emergencial. A inscrição nesse cadastro abre portas para uma série de programas sociais que visam melhorar de forma contínua a qualidade de vida das famílias que mais precisam. Desde subsídios para itens essenciais até incentivos financeiros para a educação, o CadÚnico representa um passo crucial para a construção de um futuro mais seguro e próspero para milhões de brasileiros.

Dicas para garantir o recebimento e uso do auxílio

Para garantir que o auxílio emergencial de R$ 2.260 seja bem aproveitado, considere as seguintes dicas:

  • Mantenha seu cadastro atualizado: Certifique-se de que todas as informações no CadÚnico estão corretas e atualizadas.
  • Acompanhe os prazos: Fique atento às datas de pagamento e às notificações do governo para evitar perder o benefício.
  • Use o Pix de forma segura: Verifique que os dados cadastrados no Pix estão corretos para garantir que o pagamento seja feito corretamente.
  • Priorize despesas essenciais: Utilize o benefício para cobrir necessidades básicas como alimentação, medicamentos e contas.

Com essas orientações, as famílias poderão garantir o acesso ao auxílio de R$ 2.260 e utilizar os recursos de forma eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e a superação das dificuldades econômicas.

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Ratinho Jr exalta escola cívico-militares em apoio a vice de Zema

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Alan Santos / PR
Ratinho Junior

O governador do Paraná e pré-candidato à Presidência, Ratinho Júnior (PSD), publicou, nesta quarta-feira (11/2), uma mensagem de apoio ao vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), sobre a decisão acerca das escolas cívico-militares em Minas.

Nesta semana, Simões anunciou que vai implementar o projeto de escolas cívico-militares no estado, contrariando decisão judicial.

“O que o nosso Estado puder fazer para contribuir com os nossos irmãos mineiros, estaremos à disposição, amigo”, disse Ratinho Júnior, ressaltando que o Paraná tem 345 escolas cívico-militares.

Mateus Simões afirmou na segunda-feira (9/2) que não vai cumprir a decisão do  Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que reestabeleceu a suspensão do programa.

O vice-governador deve assumir o Palácio da Liberdade  em 22 de março, pois o governador mineiro, Romeu Zema (Novo), vai deixar o cargo para concorrer às eleições presidenciais de 2026. Já Simões disputará para ser o sucessor de Zema em Minas.

O vice-governador afirmou que “respeita todos os poderes”, mas que não está submetido ao Judiciário.

Simões ainda cutucou o Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que a Corte interfere em outros poderes. “Se, infelizmente, o STF não encontra limites em Brasília, em Minas, o TCE vai começar a encontrar limites”.

Escola cívico-militar

O projeto de escolas cívico-militares em Minas Gerais envolve a Secretaria de Estado de Educação, o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar de Minas Gerais.

Segundo o governo mineiro, trata-se de uma “proposta de gestão integrada, com foco primordial na promoção de valores cívicos, éticos e na organização do ambiente escolar”, e não militarizaria as escolas.

O governo estadual, em um material de perguntas e respostas sobre o projeto, afirma que os profissionais militares atuariam como “como colaboradores em atividades cívico-pedagógicas, focando no apoio à gestão e à convivência, sem assumir funções pedagógicas ou interferir no currículo”.

Em nota enviada ao Metrópoles, o TJMG disse que não faz juízo de valor sobre atos da Administração Pública.

“O Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais preza e continuará a adotar como regra de conduta a harmonia e a independência entre os Poderes constituídos e, fora de suas atribuições institucionais, não faz juízo de valor sobre os atos da Administração Pública e de seus integrantes”, disse o órgão.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Grupo de senadores pede à PF acesso a dados sigilosos sobre o Master

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Michael Melo/Metrópoles
Imagem colorida de sede do Banco Master

Um grupo de parlamentares da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reuniu, nesta quarta-feira (11/2), com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para discutir a apuração de fraudes financeiras no Banco Master.

Os senadores que participaram da agenda integram um grupo de trabalho, criado pelo presidente do colegiado, senador Renan Calheiros (MDB-AL), para acompanhar as investigações do caso.

No encontro, os parlamentares pediram acesso a dados de operações da PF que envolvem ou tenham conexão com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

Renan disse que o grupo fará um pedido de informações sobre os casos, inclusive de dados sigilosos. Segundo ele, Rodrigues vai liberar o que for “possível”.

“Fizemos uma proveitosa reunião. Nosso objetivo como representantes é fortalecer a investigação da Polícia Federal para que, em nenhuma hipótese, haja blindagem”, afirmou o senador.

O Banco Master é alvo de inquéritos na Polícia Federal por suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional.

Uma das linhas de investigação trata da movimentação de cerca de R$ 12 bilhões com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) irregulares.

Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro chegou a ser preso em uma das ações da PF. No mesmo dia da prisão, o Banco Central decidiu colocar o Master sob administração especial e decretar a liquidação extrajudicial da instituição.

A autoridade monetária argumentou que a medida foi motivada pela grave crise de liquidez e pelo comprometimento da sua situação econômico-financeira da instituição. À época, o BC também afirmou que o Master violou normas que regem a atividade das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

O senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou que o grupo tem se encontrado com autoridades para pedir o envio de informações sobre o Banco Master à CAE.

Participaram da agenda desta quarta: Renan Calheiros, Izalci Lucas, Margareth Buzetti (PP-MT), Esperidião Amin (PP-SC), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Leila Barros (PDT-DF) e Fernando Farias (MDB-AL).

Na última semana, membros da CAE também se reuniram com os presidentes do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do Tribunal de Contas da União, Vital do Rêgo.

Além da agenda com o diretor da Polícia Federal, o grupo também deve se reunir ainda nesta quarta com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.

“Decidimos visitar todos os órgãos. Exatamente para mostrar e solicitar que esses órgãos encaminharem informações do caso Master. Queremos saber se eles estão fazendo as investigações. Vamos solicitar informações”, disse o senador Izalci Lucas.

Segundo o senador, o colegiado tem “competência” para receber e analisar esses documentos. Ao longo dos trabalhos, o grupo da CAE deve convidar e convocar autoridades a depor sobre o Banco Master.

A expectativa é de que, na conclusão, o colegiado apresente um relatório com sugestões para melhorar a fiscalização de instituições financeiras.

“Do ponto de vista do Senado, nosso papel é fazer o aprimoramento da legislação, da fiscalização, compreender o papel da Comissão de Valores Mobiliários”, afirmou Renan.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Moraes nega flexibilização de horário para Flávio visitar Bolsonaro

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Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Imagem colorida mostra o ministro Alexandre de Moraes, do STF - Metrópoles

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta quarta-feira (11/2), o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro que pedia que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pudesse visitar o pai “após do horário regulamentar”.

No pedido a Moraes, a defesa do ex-presidente afirmou que o senador não poderia comparecer no horário de visitas devido ao retorno de uma viagem internacional.

O senador, indicado por Bolsonaro como pré-candidato ao Planalto, esteve nesta quarta-feira no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha. No entanto, Flávio chegou 12h50 e ficou apenas 10 minutos com o pai.

“Na data de hoje, Flávio Bolsonaro esteve na unidade de custódia, tendo ingressado às 12h50 e se retirado às 13 horas. Podendo, entretanto, ter aguardado o subsequente horário de visita vespertino, optou por ir embora. A realização de visitas deve seguir as normas procedimentais estabelecidas, sem qualquer privilégio que possa colocar em risco a segurança penitenciária”, disse Moraes.

Na decisão do dia 15 de janeiro, em que transferiu Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal (PF) para a Papudinha, Moraes fixou dias e horários para que a família de Bolsonaro realizasse as visitas.

“A visitação semanal permanente, respeitados os procedimentos do estabelecimento prisional, da esposa Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, dos filhos Carlos Nantes Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro, Jair Renan Valle Bolsonaro e Laura Firmo Bolsonaro e da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva, às quartas e quintas-feiras, nos horários de 8h às 10h; 11 às 13h; ou 14h às 16h”, assinalou o magistrado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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