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No AC: Preço da carne aumenta por pressão de arrecadação de impostos e Sefaz silencia

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Para os distribuidores e proprietários de açougue, o governo vem obrigando os frigoríficos a fazerem o trabalho que seria da Sefaz

A recente subida no preço da carne pode ter acontecido por conta da pressão por arrecadação de impostos estaduais/Foto:Reprodução.

A recente subida no preço da carne pode ter acontecido por conta da pressão por arrecadação de impostos estaduais/Foto:Reprodução.

A recente subida no preço da carne pode ter acontecido por conta da pressão por arrecadação de impostos estaduais. A Secretaria de Fazenda (Sefaz) estaria obrigando os frigoríficos acreanos a cobrarem os impostos de forma adiantada, provocando aumento nos preços finais.

Na quinta-feira (20) foi encaminhado um pedido de informações à Sefaz sobre o tema, mas não houve resposta até o fechamento da reportagem.

Segundo informações coletadas junto aos distribuidores de carne e também aos proprietários de açougues, o governo passou a exigir dos frigoríficos a cobrança antecipada dos impostos, inclusive dos produtores.

Desde há alguns dias os produtores passaram a ter descontado um porcentual de 2,00% no valor da carne entregue aos abatedouros. Por sua vez, os Frigoríficos precisaram pagar imediatamente na venda os 6,00% da parte industrial, ficando 3,15% cobrados dos distribuidores na forma de substituição tributária.

Frigoríficos passaram a fazer o papel da Sefaz

O Governo passou a exigir dos frigoríficos a cobrança antecipada dos impostos/Foto: Reprodução.

O Governo passou a exigir dos frigoríficos a cobrança antecipada dos impostos/Foto: Reprodução.

Essa pressão tem provocado o aumento nos preços da carne para o consumidor, pois isso não era exigido antes. Hoje os frigoríficos descontam dos produtores e cobram dos distribuidores antecipadamente, repassando tudo isso para o governo com o ICMS da carne pelo próprio frigorífico.

Para os distribuidores e proprietários de açougue, o governo vem obrigando os frigoríficos a fazerem o trabalho que seria da Sefaz.

Proibição de abater o próprio rebanho

Outro ponto polêmico tem sido a proibição de prestação de serviço nos abates, tirando o Imposto Sobre Serviços (ISS) dos municípios e cobrando o ICMS do Estado. Os distribuidores e açougueiros mais capitalizados costumavam adquirir os animais diretamente com os produtores e pagar aos frigoríficos pelo serviço de abate.

Com isso eles pagavam apenas o ISS, ficando o ICMS apenas para o momento da venda. Este tipo de atividade levava recursos para os municípios e barateava a carne para o consumidor. Mas a proibição da Sefaz tirou até mesmo esta forma de abate.

Pode faltar matrizes nos próximos anos

A situação foi agravada pela condição climática, que reduziu os abates. Por outro lado, a exportação para outros estados também passou a exercer uma pressão nos preços.

Hoje a arroba (15kg) paga pelos frigoríficos para vaca está em R$ 123,00 e do boi R$ 127,00. Essa diferença de preços, valorizando as fêmeas, pode criar ainda um outro problema no futuro com a falta de matrizes e a redução nos partos.

Os revendedores revelaram que, na atualidade, já estão faltando animais para o abate, situação que pode piorar nos próximo anos pela redução do rebanho de fêmeas.

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Sequência de assaltos a residências deixa moradores em alerta em Plácido de Castro

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Criminosos invadem casas, rendem famílias e roubam motocicletas em sequência de ataques na mesma noite

Uma onda de assaltos registrada na noite do último domingo (22) deixou moradores de Plácido de Castro apreensivos diante da possibilidade de aumento da atuação de grupos criminosos no município, localizado a cerca de 90 quilômetros de Rio Branco.

Duas famílias viveram momentos de terror após terem suas residências invadidas por homens armados nos bairros São Cristóvão e Thaumaturgo, na periferia da cidade. Durante as ações, as vítimas foram rendidas e ameaçadas com violência, incluindo o uso de arma de fogo apontada para a cabeça. Os criminosos roubaram duas motocicletas e outros objetos.

O primeiro caso ocorreu por volta das 20h, no bairro Thaumaturgo. Uma das vítimas havia chegado à casa do sogro, na Rua do Parque Ecológico, quando foi surpreendida pelos assaltantes ao entrar no quintal. Sob ameaça, teve uma motocicleta Honda Bros 160 vermelha, placa QLZ-7G22, e uma bolsa com dinheiro levadas pelos criminosos.

Cerca de 30 minutos depois, um segundo assalto foi registrado no bairro São Cristóvão, o que levanta a suspeita de que os crimes tenham sido praticados pelo mesmo grupo. Na ocasião, uma família estava reunida quando a residência foi invadida.

A proprietária do imóvel, uma professora, foi a primeira a ser rendida. Os assaltantes levaram objetos pessoais e fugiram com uma motocicleta Honda Biz de cor branca.

Até a manhã desta segunda-feira (23), a polícia ainda não havia identificado ou localizado os suspeitos.

Com informações de Ac24horas

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Criminosos arrombam supermercado e furtam mercadorias em Tarauacá

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Estabelecimento foi invadido durante a madrugada; prejuízo ainda está sendo calculado pelo proprietário

Criminosos invadiram e furtaram mercadorias do Supermercado Maria Clara, localizado nas proximidades do Mercado Público de Tarauacá, na madrugada desta segunda-feira (23).

De acordo com as informações, indivíduos encapuzados arrombaram o estabelecimento e levaram bebidas e outros produtos. O crime ocorreu com o local fechado, o que facilitou a ação dos suspeitos.

O proprietário do supermercado, identificado como Cleumar, ainda realiza o levantamento dos prejuízos. Até o momento, não há estimativa do valor das perdas.

A Polícia foi acionada e iniciou as investigações para identificar os autores. Imagens de câmeras de segurança da região devem auxiliar no trabalho das autoridades.

O Supermercado Maria Clara já havia sido alvo de arrombamento anteriormente, o que aumenta a preocupação de comerciantes da área central com a recorrência desse tipo de crime.

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Maioria dos acreanos desaprova governo Lula, aponta pesquisa

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Levantamento indica 73,06% de rejeição à gestão presidencial no estado; aprovação é de 22,17%

O Instituto Delta Agência de Pesquisa, contratado pela TV Gazeta, divulgou nesta segunda-feira (23) os números sobre a avaliação dos acreanos em relação à administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o levantamento, 73,06% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista. Outros 22,17% afirmaram aprovar o governo, enquanto 4,77% disseram não saber ou preferiram não responder.

A pesquisa ouviu 1.006 eleitores em 18 municípios do Acre, entre os dias 16 e 21 de março. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) sob o número AC-08354/2026.

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