Brasil
Nível de insatisfação com telefonia fixa é preocupante, diz Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou hoje os resultados da Pesquisa Nacional de Satisfação dos Usuários dos Serviços de Telecomunicações. De acordo com o levantamento que entrevistou 200 mil pessoas em todo o país, o nível de satisfação com a telefonia fixa residencial é de 46,4%.
Segundo a agência, os usuários dos serviços de telecomunicações foram questionados sobre as condições de prestação dos serviços, considerando o grau de satisfação: 2,9% dos entrevistados disseram estar totalmente satisfeitos com os serviços; 43,5% afirmaram estar satisfeitos e 40,7% nem um nem outro. Além disso, 11% dos entrevistados disseram estar insatisfeitos com os serviços e 1,8%, totalmente insatisfeitos.
Ainda de acordo com a pesquisa, o nível de satisfação com telefonia de longa distância nacional residencial é de 71%; de 64,6% com a telefonia de longa distância internacional residencial. E o nível de satisfação com banda larga fixa residencial é de 52,3%.
O levantamento também apontou o nível de satisfação com telefonia fixa não residencial, que ficou em 55,6%.
O superintendente de serviços públicos da Anatel, Roberto Martins, disse que a pesquisa mostra que o setor enfrenta uma situação “preocupante”, quando registrou cerca de 13% dos usuários insatisfeitos na telefonia fixa. Ele ressaltou que este percentual corresponde a mais de quatro milhões de usuários do universo de 40 milhões do serviço de telefonia fixa.
“Tanto a Anatel quanto as empresas têm que mergulhar neste estudo para identificar os principais ofensores”, disse Martins. Segundo ele, toda empresa “tem que buscar a felicidade dos seus usuários” e se sentir na obrigação de melhorar a qualidade do serviço.
Operadoras
A GVT apresentou maior nível de satisfação na telefonia fixa residencial na pesquisa. A companhia registrou o percentual de 66,1% de satisfação dos usuários entrevistados, sendo 61,4% com avaliação de satisfeito e 4,7% com totalmente satisfeito.
Ao todo, 4,1% dos usuários entrevistados se consideram insatisfeitos com o serviço e outros 0,4% totalmente insatisfeitos com a telefonia fixa residencial da GVT .
Por outro lado, a Telefônica apresentou maior nível de insatisfação na telefonia fixa residencial na pesquisa. A companhia registrou o percentual de 16,7% de insatisfação dos usuários entrevistados, sendo 13,3% com avaliação de insatisfeito e 3,4% com totalmente insatisfeito.
A Sercomtel registrou 63,2% dos clientes consultados com a avaliação de satisfeito para a telefonia fixa não residencial, sendo 57,2% responderam que estão satisfeitos e 6,0% que estão totalmente satisfeitos.
(Rafael Bitencourt | Valor)
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Homem não paga programa e foge pela janela do 3° andar de prédio

Um homem fugiu pela janela de um apartamento no terceiro andar de um prédio residencial após uma discussão na noite de domingo (8/2) em Maringá (PR). O momento da “fuga” foi registrado em vídeo e repercutiu no condomínio do prédio e nas redes sociais.
Segundo informações apuradas pela reportagem do GMC Online, parceiro do Metrópoles, o rapaz teria contratado um programa, mas, no momento do pagamento, não tinha dinheiro para quitar o valor combinado. Diante da situação, houve discussão e gritaria no interior do apartamento, o que alertou moradores do condomínio.
Leia a reportagem completa e veja o vídeo em GMC Online.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Brasil
Carlos após visitar Bolsonaro: "Não sei de onde o velho tira forças"

Após visitar o pai, Jair Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente enfrentou uma noite difícil em razão de “condições crônicas de soluço”, que teriam persistido durante toda a madrugada desta quarta-feira (11/2). Bolsonaro encontra-se preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha. “Não sei de onde o velho tira forças”, escreveu na rede social X.
Na publicação, Carlos demonstrou preocupação com o risco de broncoaspiração, mencionando a possibilidade de agravamento do estado de saúde do pai.
Carlos declarou que o pai está nessas condições há mais de seis meses. “Como filho, dói. Como brasileiro, inquieta. A sensação de impotência é grande, mas maior ainda é a convicção de que nenhum país se fortalece quando a covardia substitui o respeito às garantias constitucionais e à dignidade”, escreveu.
Ele também criticou as condições do ex-presidente no presídio. “A rotina imposta a ele e a outros presos políticos é desumana. Independentemente de posições ideológicas, o Brasil precisa reencontrar equilíbrio, serenidade e confiança nas instituições”, defendeu.
Por fim, o filho agradeceu pelas manifestações de apoio. “Eu sinceramente não sei de onde o velho tira forças. Mesmo diante das dificuldades, ele se mantém firme pelo que acredita e pelo Brasil que defende. Obrigado a todos pelas considerações e pelo carinho de sempre para com ele. Mais um dia que segue”, ressaltou.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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“Escala 6×1 pode provocar colapso econômico”, diz frente parlamentar

Em um manifesto divulgado nessa terça-feira (10/2), a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) do Congresso Nacional alerta que a PEC que propõe o fim da escala 6×1 pode provocar colapso econômico e social no Brasil.
O presidente da FPMAQ, deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), diz: “Estamos diante de uma discussão extremamente sensível. Um projeto que, em tese, nasce com a intenção de melhorar a vida do trabalhador pode, na prática, gerar efeito oposto: fechamento de empresas, perda de empregos e aumento da informalidade. Não podemos tratar um tema dessa magnitude com populismo ou pressa eleitoral”.
Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou o projeto da jornada 6×1, que estava parado, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa, para dar início à tramitação do texto.
Motta também afirmou que a proposta está entre as principais prioridades da Câmara para este ano e que a PEC deve ser votada até maio, no plenário da Casa.
A proposta, de autoria de Erika Hilton (PSol-SP), sugere a redução da jornada máxima para 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias de trabalho. Atualmente, a Constituição fixa o limite em 44 horas semanais, sem definir a divisão por dias.
Além disso, antes de enviar o texto, o dirigente da Casa apensou uma outra proposta, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), ao texto.
Resistência
A proposta enfrenta resistência de parlamentares da oposição ao governo no Congresso Nacional. O principal argumento é o de que a proposta pode prejudicar empresários.
A tramitação do projeto também é vista como um gesto de Motta ao governo e pode beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
