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“Nenhuma polícia pode ser eficaz se tiver que prender mais de quatro vezes a mesma pessoa”, diz promotor Bernardo Albano

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O promotor de Justiça Bernardo Albano, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual, disse durante o “Fórum de Segurança Pública: um direito fundamental do cidadão”, no auditório da Firb/Faao, que o atual sistema criminal está “absolutamente falido” e “não é suficiente para o enfrentamento das organizações criminosas”.

“A gente não consegue ultrapassar essa crise sem envolver a comunidade. O nosso sistema criminal está absolutamente falido. Ele não é suficiente para o enfrentamento das organizações criminosas. Precisamos reforçar a polícia técnica.”

O promotor salientou que os “mecanismos de isolamento das lideranças de facções criminosas” é necessário e que é preciso “vencer a burocracia” para combater o crime.

Em sua palestra, ao falar sobre as facções criminosas Comando Vermelho, PCC e Bonde dos 13, facção criminosa local, ele afirmou que
“estamos caminhando em passos muito rápidos para ter estrutura de máfia italiana. Hoje, o que se busca é a entrada na estrutura de Estado”.

O promotor detalhou os modos de operação das facções criminosas do Acre, especialmente a partir de 2015 quando teve início os atentados a prédios públicos e ônibus. Para Bernardo Albano, esses ataques foram “uma espécie de 11 de setembro” no Acre.

Bernardo Albano citou a Operação Fim da Linha que culminou na prisão de 165 denunciados. 12 deles já haviam sido presos quatro vezes em apenas um ano.

“Nenhuma polícia no mundo pode ser eficaz se tiver que prender mais de quatro vezes a mesma pessoa em um ano”, afirmou o promotor.

O evento teve início nesta segunda-feira, 19, e encerrou nesta terça-feira, 20, e contou com as presenças de advogados, estudantes, magistrados, servidores da Segurança Pública, membros do Ministério Público e assessores.

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Mototaxista de aplicativo entra na contramão e causa grave acidente em avenida de Rio Branco

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Um grave acidente envolvendo duas motocicletas deixou três pessoas feridas na noite do último sábado (5), no cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a Rua Isaura Parente, no bairro Bosque, região central de Rio Branco (AC). A colisão foi causada por uma manobra irregular realizada por um mototaxista de aplicativo que trafegava na contramão.

Segundo testemunhas e informações confirmadas pelas autoridades no local, Eduardo Oliveira, de 24 anos, mototaxista por aplicativo, havia iniciado uma corrida com o passageiro Cristiano Lopes de Souza, de 23 anos. Poucos metros após o início da viagem, o passageiro percebeu que havia esquecido o cartão de crédito e solicitou que o motorista retornasse ao ponto de partida.

Na tentativa de atender ao pedido rapidamente, Eduardo realizou um retorno imprudente pela contramão da Avenida Getúlio Vargas. Durante a manobra, acabou colidindo frontalmente com uma motocicleta modelo Yamaha MT-09, de cor azul, que era conduzida por João Saldanha Peixoto, de 36 anos. O impacto violento arremessou os três envolvidos ao solo.

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte básico ao local. Cristiano, o passageiro, foi a vítima mais gravemente ferida, sofrendo fratura no fêmur, corte contuso no supercílio e múltiplas escoriações. Ele foi estabilizado pela equipe médica e encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco.

João Saldanha sofreu uma luxação no ombro esquerdo, além de escoriações, e também recebeu atendimento médico. Já Eduardo teve apenas ferimentos leves e permaneceu no local prestando assistência e esclarecimentos às autoridades.

O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN) isolou a área e realizou os procedimentos padrões até a chegada da equipe da Polícia Técnico-Científica, que ficou responsável pela perícia. A principal hipótese levantada até o momento é que a manobra em sentido contrário tenha sido a causa determinante do acidente.

As investigações prosseguem para apurar responsabilidades e eventuais implicações legais da conduta imprudente do condutor do aplicativo.

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Polícia apreende 36 quilos de drogas escondidos em sacos de farinha no Amazonas

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Carga incluía maconha skunk e cocaína em embarcação de Tefé para Manaus; cão policial Xerife ajudou na descoberta

Em uma operação realizada neste sábado (5), na Base Fluvial Arpão 3, em Coari (AM), a polícia apreendeu 36 quilos de drogas ocultos em sacos de farinha dentro de uma embarcação. A carga, avaliada em mais de R$ 885 mil, incluía 33 quilos de maconha tipo skunk e 3 quilos de cocaína, transportados da cidade de Tefé para Manaus.

A ação faz parte da operação Protetor das Fronteiras/Fronteira Mais Segura, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). O cão policial Xerife teve papel crucial na descoberta, ao sinalizar a presença de entorpecentes no convés da embarcação F/B América.

As drogas estavam distribuídas em oito sacos, camufladas em meio a um carregamento de farinha. Ninguém foi preso no momento da apreensão, mas as investigações continuam para identificar os responsáveis pelo transporte ilegal. A SSP-AM reforçou o compromisso de combater o tráfico de drogas nas rotas fluviais do estado.

 

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Policial Militar e Agente Penal entre presos por esquema de extorsão a garimpeiros no Pará

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Grupo se passava por agentes do Ibama e exigia R$ 900 mil para “suspender fiscalizações”; vítimas desconfiaram e ameaçaram linchamento

Sete pessoas, incluindo um policial militar e um agente penal, foram presas suspeitas de integrar um esquema de extorsão contra garimpeiros no distrito de Moraes Almeida, em Itaituba (sudoeste do Pará). De acordo com investigações, o grupo se fazia passar por fiscais do Ibama e cobrava cerca de R$ 900 mil em troca de interromper supostas operações ambientais na região.

O crime foi descoberto após um dos empresários do garimpo adiantar R$ 300 mil aos criminosos. No entanto, ao retornarem para receber o restante, os garimpeiros exigiram documentos que comprovassem a identidade dos falsos agentes. Sem conseguir apresentar as credenciais, os suspeitos foram ameaçados de linchamento, e a Polícia Militar precisou intervir para evitar a violência.

Na delegacia, o delegado responsável constatou que o mesmo grupo já havia agido de forma semelhante em garimpos de Uruará, meses antes. Eles foram autuados por extorsão, fraude, falsidade ideológica e associação criminosa, sendo encaminhados ao sistema prisional.

A polícia segue apurando se há mais vítimas e possíveis ligações com outros crimes na região

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