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Acre

Município de Brasiléia Sedia Curso da Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras-ENAFRON

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O curso que terá a duração de 10 dias será uma ação integrada envolvendo todas as instituições responsáveis pela segurança pública, inclusive com a participação das polícias da Bolívia e do Peru.

Nesta segunda-feira, 10, foi realizado no CEDUP a abertura do curso da Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras-ENAFRON, contando com a participação da Prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, Secretário de Segurança Pública do Estado do Acre, Emylson Farias, Comandante Geral da Polícia Militar do Acre Cel. Júlio César, representantes da polícia boliviana Cel. Gutierrez e do gabinete da Deputada Leila Galvão, senhora Luz Marina e demais autoridades das Polícias Civil, Militar, Rodoviária Federal e Federal, Corpo de Bombeiros, Companhia Especial de Fronteira, Detran.

O curso será realizado de 10 a 19 de julho, contemplando 35 agentes de segurança do Acre e países vizinhos Peru e Bolívia.

A Prefeita Fernanda Hassem agradeceu pela realização do curso ENAFRON na região “Sabemos que a segurança é uma área que necessita de esforços de todos e agradecemos aos atores que proporcionaram a realização do curso aqui nessa região que é bastante vulnerável por se encontrar em zona de fronteira. Nos colocamos a disposição por compreender a importância dessa ação para a população. São investimentos como esse que fortalecem e garantem a segurança de todos”.

Para o Secretário de Estado de Segurança Pública Emylson Farias “No curso da  ENAFRON serão abordados temas relacionados à operações de fronteira. Nesses 10 dias estaremos capacitando profissionais da área de segurança para que possam fazer operações específicas para atuação nas fronteiras, com a participação de inúmeros atores que em situações adversas, caso necessário, nós tenhamos a intervenção correta, com a boa técnica e doutrina apropriadas. O objetivo é capacitar os nossos homens para que estejam bem treinados para momentos necessários”, finalizou o Secretário Emylson Farias.

O objetivo do curso é capacitar os integrantes das instituições de segurança para conheçam os detalhes dos crimes de fronteira. Os crimes têm práticas que vão se aperfeiçoando e por isso é importante uma atualização.

Contrabando, tráfico de pessoas, de armas, animais e drogas são os principais crimes de fronteira e serão pautas no decorrer do curso. As instruções visam à melhoria da prestação de segurança pública para a  população residente na faixa de fronteira, através do fortalecimento da presença estatal, especialmente das instituições policiais.

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Acre

Curto-circuito interrompe culto na Igreja Adventista e mobiliza Corpo de Bombeiros

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 Princípio de incêndio gerou faíscas e deixou fiéis apreensivos; energia foi desligada e situação controlada sem registro de feridos

Foto: Cedida

Um curto-circuito registrado no fim da noite deste domingo (22) interrompeu um culto na Igreja Adventista. O incidente ocorreu ao final da celebração, quando uma falha elétrica provocou faíscas e um pequeno foco de fogo, gerando risco aos presentes.
De acordo com relatos de fiéis, o problema na rede elétrica causou a interrupção imediata da energia, deixando o local às escuras. Ao perceberem as faíscas e o sinal evidente de que o fogo poderia se alastrar, os participantes deixaram rapidamente o interior do templo por medida de segurança.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e chegou ao local em poucos minutos. A equipe assumiu a ocorrência, realizou o corte da fiação comprometida e isolou a área afetada, eliminando o risco de incêndio. Apesar do susto, não houve registro de feridos.

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Acre

Bocalom confirma que PL comunicou apoio a Mailza e negocia filiação ao PSDB ou Avante: “Minha candidatura é irrevogável”

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Prefeito de Rio Branco afirma que dirigente do partido o informou sobre decisão de priorizar reeleição de Márcio Bittar ao lado da vice-governadora; gestor tem até março para definir nova legenda

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), disse na manhã deste domingo está ciente há dias sobre a posição do seu partido de apoiar a candidatura a reeleição da vice-governadora Mailza Assis (PP). Foto: captada 

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), disse na manhã deste domingo (22) que está ciente há dias sobre a posição do seu partido de apoiar a candidatura à reeleição da vice-governadora Mailza Assis (PP). “O Edson (Siqueira, dirigente do PL) tinha comunicado a minha pessoa e ao Valtim”, contou Bocalom . Por essa razão, vem considerando se filiar a outras legendas para disputar as eleições, uma vez que sua candidatura, segundo garantiu, é irrevogável.

O anúncio do PL, há dois dias, de que seguirá com o governo Gladson Cameli (PP) e, consequentemente, com apoio garantido à reeleição de Mailza, não desestimulou o prefeito da capital a disputar o governo. Bocalom também não criou qualquer antipatia sobre o fato de o partido Liberal ter decidido priorizar a candidatura à reeleição do senador Márcio Bittar ao lado de Mailza.

Planos para a nova legenda

Para seguir com o projeto de sua candidatura, Bocalom e seu time estão conversando com pelo menos dois partidos: o PSDB e o Avante. Ambos, segundo ele, têm interesse em tê-lo. Apesar de ter disputado cinco eleições pelos tucanos, Bocalom não dá importância a mais a nenhum dos dois, tratando as siglas com o mesmo peso nas negociações.

O prefeito tem todo o mês de março para decidir onde se filiar. Conforme afirmou ao sair da missa na Catedral Nossa Senhora de Nazaré, não haverá recuo sobre a ideia de disputar o governo.

O prefeito também negou qualquer possibilidade de abrir mão da disputa ao governo para concorrer ao Senado, como tem sido especulado nos bastidores políticos.

“Sou candidato ao governo em qualquer cenário, pode ser pelo PSDB ou pelo AVANTE. Não tem recuo”, reforçou em outras declarações.

Movimento político

A movimentação nos bastidores do PSDB provocou reação imediata do Palácio Rio Branco. Após vir à tona que o partido estaria inclinado a apoiar a pré-candidatura de Bocalom por se sentir preterido na base governista, Mailza Assis adotou tom de conciliação, mas afirmou que “conversas a nível nacional estão sendo realizadas diariamente” para garantir a manutenção das alianças.

Enquanto isso, a direção nacional do PL deve priorizar a eleição de senadores nos estados, o que representa uma negativa de legenda para a candidatura de Bocalom ao governo do Acre.

A confirmação da possível saída do partido (PL) foi feita neste domingo 22, ao sair da missa na Catedral Nossa Senhora de Nazaré, reforçando que não haverá recuo sobre a ideia de disputar o Governo. Foto: cedida 

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Acre

Resex Chico Mendes lidera ranking de desmatamento entre áreas protegidas do país, aponta Imazon

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Estudo revela que Acre concentra seis das dez unidades de conservação federais mais pressionadas do Brasil em 2025; Alto Juruá e Riozinho da Liberdade também estão na lista

A Reserva Extrativista Chico Mendes foi a unidade de conservação mais ameaçada e pressionada por desmatamento em todo o país no último ano. Foto: captada 

Um novo levantamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), confirma o cenário preocupante para as áreas protegidas do Acre que foi descrito em relatórios trimestrais no decorrer do ano passado.

De acordo com o estudo “Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas: Janeiro a Dezembro de 2025”, a Reserva Extrativista Chico Mendes foi a unidade de conservação mais ameaçada e pressionada por desmatamento em todo o país no último ano.

O relatório, assinado por Bianca Santos, Júlia Ribeiro e Carlos Souza Jr., aponta que a Resex Chico Mendes lidera tanto o ranking de ameaça quanto o de pressão entre as unidades de conservação federais.

Mas não é só isso. O estudo mostra ainda que o Acre concentrou seis das dez unidades de conservação federais mais pressionadas do Brasil em 2025. Entre elas estão, além da Resex Chico Mendes, a Reserva Extrativista Alto Juruá e a Reserva Extrativista do Riozinho da Liberdade, todas figurando nas primeiras posições do ranking de pressão.

Segundo o Imazon, o fato de as mesmas unidades aparecerem repetidamente nos rankings indica que o desmatamento está concentrado em áreas específicas e demanda ações prioritárias de fiscalização e políticas públicas direcionadas.

O relatório destaca ainda que todas as dez unidades de conservação federais mais pressionadas em 2025 já haviam aparecido no levantamento de 2024, evidenciando a persistência da pressão sobre esses territórios protegidos.

Terras Indígenas Mamoadate e Kaxinawá do Rio Humaitá estão entre as mais pressionadas pelo desmatamento no país

As Terras Indígenas também enfrentam forte pressão do desmatamento no Acre. Entre as áreas mais afetadas estão a Terra Indígena Mamoadate e a Terra Indígena Kaxinawá do Rio Humaitá, que figuram entre as mais pressionadas do país.

O estudo considera como “ameaça” o desmatamento detectado no entorno das áreas protegidas, enquanto “pressão” corresponde ao desmatamento registrado dentro dos próprios limites das unidades de conservação e terras indígenas.

Dados consolidados

Os números consolidados mostram que, no conjunto das áreas protegidas monitoradas, as unidades de conservação estaduais apresentaram o maior percentual proporcional de áreas sob ameaça e pressão (47%), seguidas pelas unidades de conservação federais (37%) e pelas Terras Indígenas (35%), conforme gráfico apresentado no relatório.

Desmatamento na Amazônia

De acordo com o estudo, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 2.741 km² de desmatamento na Amazônia entre janeiro e dezembro de 2025. Desse total, 1.890 km² ocorreram em áreas protegidas, o equivalente a 69% do desmatamento registrado no período .

O cenário reforça o desafio de proteção das áreas legalmente destinadas à conservação ambiental e aos povos tradicionais. No caso do Acre, o protagonismo negativo nos rankings de ameaça e pressão evidencia a necessidade de reforço nas estratégias de monitoramento, fiscalização e apoio às comunidades que vivem nessas unidades .

No caso do Acre, o protagonismo negativo nos rankings de ameaça e pressão evidencia a necessidade de reforço nas estratégias de monitoramento, fiscalização e apoio às comunidades que vivem nessas unidades. Foto: captada 

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