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Mundial de Atletismo: Thiago Braz e Augusto Dutra estreiam esta noite

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No sábado, às 22h, tem final do salto triplo com o gaúcho Almir Júnior

Os atletas brasileiros Thiago Braz e Augusto Dutra estreiam às 21h50 (horário de Brasília)nas provas classificatórias do salto com vara no Mundial de Atletismo de Eugene, no Oregon (Estados Unidos). Campeão olímpico na Olimpíada Rio 2016 e bronze em Tóquio, Braz disputará no Grupo A da qualificação, com outros 16 competidores, entre eles o sueco Armand Duplantis, atual campeão olímpico e recordista mundial.  

O compatriota Augusto Dutra está no Grupo B, que representou o Brasil nos Jogos de Tóquio, caiu no Grupo B, que reúne 15 atletas.  A final por medalhas reunirá 12 competidores que obtiverem os melhores tempos na fase qualificatória. As provas ocorrerão no Estádio Hayward Field, onde na última terça (19), Alison dos Santos conquistou a medalha de ouro nos 400 metros com barreiras.

Augusto Dutra - salto com vara - atletismo

Augusto Dutra compete no Grupo B da prova classificatória do salto com vara, a partir das 21h50 desta sexta-feira (22) – Alexandre Loureiro/COB/Direitos Reservados

Atual número 3 do ranking mundial, o paulista Thiago Braz já faturou duas vezes a medalha de prata nesta temporada. A primeira em março, ao saltar 5,95 metros no Mundial Indoor da Sérvia; e a outra em junho, na etapa Estocolmo (Suécia) do circuito mundial Diamond League, disputada ao ar livre, com a marca de 5,93 m.

Conterrâneo de Braz, também nascido em Marília (SP), Augusto Dutra foi prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019. Nesta temporada, Dutra venceu o  Sul-Americano Indoor em Cochabamba (Bolívia), com marca de 5,50m, e também foi ouro no Troféu Brasil, ao saltar 5,40m.

Almir Júnior - salto triplo - classificado à final do Mundial de Atletismo de Eugene

O gaúcho Almir Júnior está na final do salto triplo do Mundial de Atletismo, programada para começar às 22h de sábado (23) – Divulgação/CBAt

Almir Júnior faz final sábado no salto triplo

O gaúcho Almir Júnior vai em busca do pódio no salto triplo às 22h deste sábado (23). Ele assegurou presença entre os 12 classificados à final com salto de 16.71m, o nono melhor na classificação geral. O primeiro lugar ficou com o português Pedro Pichardo (15.16m).

“É bom estar de volta, me sentindo bem. Eu quero melhorar, posso melhorar. A gente ainda tem uns ajustes para fazer, mas estou feliz por ter entrado na final e sair saudável”, disse Almir, em depoimento à Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). “Tenho certeza de que posso saltar acima dos 17 metros, trabalhei para isso.”, garantiu.

Medalhista de prata no Mundial Indoor de Birmingham (Grã-Bretanha), em 2018, Almir conseguiu sua melhor marca pessoal, 17,53m, antes de enfrentar várias lesões.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada 

O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.

O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.

“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Situação em outros estados e capitais

Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.

Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Incidência, mortalidade e dados de 2026

Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.

Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.

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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul

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Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada 

Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.

Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.

A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.

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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

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Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias

O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.

O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.

Volta aos treinos

O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.

Aumentar a pressão

A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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