Acre
Mulheres Cantam e Encantam no Dia Internacional da Mulher em Brasiléia
Durante toda a semana, a equipe da Prefeitura de Brasiléia realizou diversas atividades em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.
Para encerrar a programação, nesta quinta-feira, 8, foi realizada a 2ª edição do Show Mulheres que Brilham, momento em que as mulheres, em sua maioria de Brasiléia, mostraram seus talentos através da música, arte, poesia e dança, contando também com representações do país vizinho, Bolívia.
A Prefeita Fernanda Hassem, que participou do Show, destacou a importância de se homenagear as mulheres.
“Hoje encerramos a nossa programação em comemoração a nós, mulheres, com o lindo Show Mulheres que Brilham, por tantas lutas, tantas conquistas e tantos desafios a serem superados. A nossa gestão enxerga o valor que precisamos dá às mulheres, a batalha pelos direitos iguais e pelas oportunidades que nós mulheres tanto precisamos. O dia é celebrado hoje, mas a luta em busca das políticas públicas para as mulheres é uma bandeira defendida por nós, diariamente. Fico feliz em poder representar tantas mulheres”, destacou a Prefeita.
Para a Deputada Estadual Leila Galvão esse foi um evento muito bom em homenagem às mulheres.
“Esse momento preparado com todo carinho pela equipe da Prefeitura de Brasiléia foi maravilhoso. Quero registrar o contentamento de poder está prestigiando junto com a Prefeita Fernanda que tem tido também esse carinho para poder priorizar as políticas públicas para as mulheres, aos homens que também prestigiaram. É um momento de celebração de muitas conquistas”
A Secretária de Assistência Social Joseane Pimentel e coordenadora do evento também falou da atividade.
“Estamos encerrando a nossa programação com o Show Mulheres que Brilham, um projeto que iniciou em 2017, com mulheres do nosso município, professoras, estudantes, donas de casa e que tiram um tempo para a apresentação artística com muito carinho, abrilhantando ainda mais esse dia tão especial, o dia de todas nós. Agradecemos a atenção que a Prefeita Fernanda tem com todas as mulheres e temos muito a comemorar”, finalizou Joseane Pimentel.
Participaram também os vereadores Rogério Pontes, Rozevete e Edu, Jorge Saady Gerente Regional do SEBRAE, equipe municipal e a comunidade em geral.
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Acre é destaque no ranking que mede equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual
O Acre continua em destaque no Ranking dos Estados com Maior Equilíbrio de Gênero na remuneração pública estadual, como o terceiro mais bem colocado, conforme Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (PNAD), que mede a diferença percentual do salário médio entre homens e mulheres na administração pública estadual, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicado nesta semana em que se comemora o Dia da Mulher.

Pelo terceiro ano consecutivo o Acre se mantem nessa posição, conforme dados da PNAD. Em nível estadual, as mulheres recebem, em média, 71% do salário dos homens. Para dar visibilidade a esse desafio, o Ranking de Competitividade dos Estados contempla o indicador de Equilíbrio de Gênero na Remuneração Pública Estadual com o objetivo de promover a equidade de gênero, e não favorecer um grupo em detrimento de outro.
O secretário de Estado de Administração, Paulo Roberto Correia avalia que esse resultado é motivo de orgulho para o Estado, ao passo que mostra que o serviço público do Acre vem avançando na construção de uma gestão mais justa e equilibrada. E, quando analisados os próprios dados da Secretaria de Administração, constata-se que as mulheres são maioria no quadro de servidores do Estado, o que demonstra a grande contribuição feminina para o funcionamento da máquina pública, acrescenta o secretário.
“Nosso compromisso é continuar valorizando todos os servidores, com critérios transparentes, respeito e igualdade de oportunidades. Uma gestão pública responsável e comprometida com as pessoas precisa garantir equidade, reconhecimento e valorização de quem trabalha pelo povo acreano”, reforçou Correia.
Desde que assumiu o Executivo, o governador tem sido um dos maiores incentivadores do protagonismo feminino, enaltecendo e elevando mulheres ao cargo de poder dentro de sua gestão.
Dar destaque ao público feminino também tem como pilar fortalecer a representatividade de um estado com população formada por 50% de mulheres. Dos 830.018 habitantes do Acre, 414.686 são do sexo feminino.

“Esse resultado não é fruto do acaso, mas sim de políticas públicas consistentes que reconhecem o valor da representatividade e da igualdade de oportunidades. O governo do Acre tem desempenhado papel fundamental ao assegurar que mulheres estejam presentes em secretarias estratégicas, em cargos de liderança e em ações que moldam o futuro do estado”, destacou o governador do Acre, Gladson Camelí.
Em sua gestão, o chefe do Executivo Estadual reconheceu e deu espaço para que mulheres pudessem ser protagonistas. Um dos exemplos foi a posse de uma mulher no Comando da Polícia Militar do Acre pela primeira vez em mais de 100 anos.
“Essa presença feminina não é apenas simbólica, pois fortalece a gestão pública, amplia perspectivas e garante que decisões sejam tomadas de forma mais inclusiva e justa. Equidade de gênero na remuneração significa reconhecer que competência e dedicação não têm gênero”, enfatizou, ao frisar que este é um passo decisivo para que a sociedade avance rumo a um modelo de desenvolvimento em que homens e mulheres sejam igualmente valorizados.
“O Acre mostra ao Brasil que representatividade é mais do que números, é a construção de um poder público que reflete a diversidade de sua população e que se compromete com justiça social. Que esse equilíbrio inspire outros estados e se consolide como marca da nossa gestão”, finalizou o governador.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Bebê indígena de 1 ano morre após cair de rede em Santa Rosa do Purus; corpo foi armazenado em caixa térmica na delegacia
Criança da etnia Kaxinawá morreu na sexta (6) e aguardava chegada de legista de Rio Branco; acesso à cidade isolada é feito apenas por barco ou avião

O coordenador regional da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Júnior Manchineri, confirmou que chefia da Unidade Técnica Local de Santa Rosa do Purus acompanha o caso. Foto: captada
Um bebê indígena de 1 ano, da etnia Kaxinawá, morreu em Santa Rosa do Purus, cidade isolada no interior do Acre, na sexta-feira (6) após cair de uma rede. No hospital, o médico encontrou hematomas no corpo e acionou a Polícia Civil e a perícia para investigar a morte.
Sem Instituto Médico Legal (IML) na cidade, o corpo da criança foi armazenado em uma caixa térmica com gelo na delegacia enquanto aguardava a chegada de um médico legista de Rio Branco. O acesso à cidade de Santa Rosa do Purus é feito apenas por barco ou avião.
“Fizeram os cuidados necessários, colocaram gelo para manter o corpo da criança até a chegada da perícia. A família quer fazer o sepultamento, mas o corpo está na delegacia armazenado de acordo com o que o médico pediu. Está dentro de uma caixa térmica, colocaram gelo e cuidaram para que não tenha contato com a água. É a forma que tem de armazenamento lá”, confirmou o coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Purus (Dsei), Evangelista da Silva de Araújo Apurinã.

O médico encontrou hematomas no corpo e acionou a Polícia Civil e a perícia para investigar a morte. Foto: captada
Equipe de legistas deslocada para o local
A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que foi solicitada a ida de uma equipe de legistas na noite de sexta. Na manhã deste sábado (7), uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) pousou na cidade com os profissionais para realizar os procedimentos periciais necessários.
O coordenador regional da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Júnior Manchineri, confirmou que a chefia da Unidade Técnica Local de Santa Rosa do Purus acompanha o caso para garantir que todos os direitos dos indígenas sejam preservados durante a investigação.

Sem Instituto Médico Legal (IML) na cidade, o corpo da criança foi armazenado em uma caixa térmica com gelo na delegacia enquanto aguardava a chega de um médico legista de Rio Branco. Foto: captada
De acordo com o coordenador, a criança é filho de um agente de saúde indígena da Aldeia Monte Sião. O servidor havia retornado com a família para a área urbana do município nesta semana para o início das aulas dos filhos.
Na última quarta-feira (4), o agente de saúde deixou o filho de 1 ano com uma das filhas adolescentes, de cerca de 13 anos, e foi até a região central pegar uma cesta básica com a Defesa Civil da cidade.
“Nesse período, deixaram o bebê com a filha e ele caiu da rede. Não está muito claro como ocorreu, mas a menina não contou para a mãe. No momento em que a mãe chegou, ela foi amamentar a criança e ela começou a vomitar. Mas começaram a dar chá para o bebê e cuidar em casa”, contou Evangelista Apurinã.
Após dois dias em casa, os pais do bebê resolveram ir até a unidade mista da cidade. “Sentiram que a criança estava em vida e levaram para a unidade. O médico de plantão falou que a criança chegou sem vida e foi fazer a declaração de óbito. Contudo, ele viu que a criança tinha alguns hematomas pelo corpo e não poderia dar a declaração. Então, foi à delegacia e acionou a polícia”, destacou.
O corpo da criança foi armazenado em uma caixa térmica com gelo na delegacia enquanto aguardava a chegada de uma equipe de legistas de Rio Branco. Uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) pousou na cidade na manhã deste sábado com os profissionais para realizar os procedimentos periciais necessários.

Uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) pousou na cidade com os profissionais para realizar os procedimentos periciais necessários. Foto: captada
O médico legista responsável pela análise do caso do bebê indígena de 11 meses afirmou que a causa da morte foi uma queda acidental. A informação consta no laudo preliminar elaborado por peritos e médicos legistas da Polícia Civil, que apontou traumatismo craniano na criança.
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) acompanha o caso para garantir que todos os direitos dos indígenas sejam preservados durante a investigação.
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Acre participa da 2ª Conferência Nacional do Trabalho e contribui com propostas para políticas de empregabilidade
O governo do Acre participou entre terça, 3, e quinta-feira, 5, da 2ª Conferência Nacional do Trabalho. Por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), vinculado à Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), o Executivo integrou os debates do encontro. O Estado foi representado pela coordenadora do Sine no Acre e secretária executiva do Conselho Estadual de Trabalho, Emprego e Renda (CTER-AC), Jaqueline Castro. A atividade foi realizada em São Paulo e reuniu representantes de todo o país para construir políticas públicas voltadas ao trabalho.
A conferência faz parte de um processo nacional de construção de políticas de trabalho que começou nas etapas estaduais, realizadas em todas as unidades da federação. No Acre, a fase local foi promovida em setembro de 2025 com representantes do poder público, trabalhadores, estudantes e empregadores para debater ideias voltadas ao fortalecimento da geração de emprego e renda. As contribuições foram encaminhadas para discussão na etapa nacional, organizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que consolidou 370 propostas para ações futuras.

Jaqueline Castro destacou que o encontro permitiu integrar experiências de diferentes regiões do Brasil na construção coletiva das proposições. “As propostas apresentadas pelos estados passaram por comissões temáticas e grupos de consenso, onde analisamos prioridades e discutimos soluções para os desafios do mercado de trabalho. Cada região possui suas particularidades, e esse processo permite que diferentes realidades participem da construção das políticas nacionais”, disse.
Parte dos debates também envolveu o fortalecimento institucional do Sistema Nacional de Emprego em todo o país para alcançar cada vez mais trabalhadores. “Discutimos propostas diretamente voltadas aos Sines, inclusive buscando ampliar a participação desses serviços nas discussões orçamentárias. Houve grupos trabalhando nessa construção e fiz parte de um deles, contribuindo com o debate para fortalecer o atendimento aos trabalhadores em todo o país”, afirmou. Na fase acreana, o MTE anunciou R$ 1 milhão ao Sine Acre para a Casa do Trabalhador.

O titular da Seict, Assurbanípal Mesquita, destacou a importância da participação do Acre nos espaços nacionais de debate. Para ele, estar na construção de propostas permite que as demandas regionais sejam consideradas na definição das estratégias. “Participar desse processo é fundamental para garantir que as demandas do Acre também estejam presentes na formulação das políticas nacionais. Quando o estado contribui com propostas e acompanha o debate, fortalecemos o papel do Sistema Nacional de Emprego e ampliamos as possibilidades de qualificação, intermediação de mão de obra e geração de oportunidades para a população acreana”, afirmou.
As delegações dos estados participaram de comissões responsáveis por avaliar e selecionar propostas que seguiram para votação na plenária final realizada na quinta-feira. As prioridades definidas vão orientar diretrizes nacionais relacionadas à geração de emprego, qualificação profissional, inclusão produtiva e melhoria das relações de trabalho no Brasil. A participação do Acre reforça a articulação entre estados e governo federal na construção de estratégias voltadas à geração de oportunidades e ao fortalecimento do Sistema Nacional de Emprego.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE






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