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Mpox: OMS declara emergência de saúde pública global

Ao contrário da varíola comum, a Mpox é uma zoonose que também pode ser propagada de humano para humano, afirma o Pós PhD em neurociências e Biólogo, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, que alertou para o risco do Mpox no início de 2022
Nesta quarta-feira (14), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de Mpox na África como uma emergência de saúde global. A OMS chamou seu comitê de emergência para discutir o surto após a detecção de uma nova e mais perigosa cepa, o “clado Ib”, em quatro províncias africanas onde não havia casos antes.
No início de 2022, o Neurocientista e Biólogo brasileiro membro da Royal Society of Biology no Reino Unido. Dr. Fabiano de Abreu Agrela, já havia alertado sobre o risco de epidemia e chegou a publicar um estudo sobre a doença.
Especialistas se reuniram online para avaliar a situação e recomendaram ao Diretor-Geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a declaração de emergência de saúde pública internacional, o nível mais alto de alerta.
O que é a Mpox?
A Mpox, antes chamada de varíola dos macacos, é uma infecção viral que pode se espalhar facilmente entre pessoas e animais.
Ela se propaga normalmente por meio do contato próximo com outra pessoa, como toques, beijos ou relações sexuais, além de materiais contaminados, como roupas e agulhas, conforme a OMS.
Sintomas mais comuns da Mpox:
– Febre;
– Erupções cutâneas;
– Dores de cabeça;
– Dores musculares;
– Cansaço;
– Erupções cutâneas (lesões na pele);
– Calafrios.

A Mpox, antes chamada de varíola dos macacos, é uma infecção viral que pode se espalhar facilmente entre pessoas e animais (Foto: Reprodução/FreePik)
O atual surto de Mpox
Desde o começo do ano de 2024, mais de 17.000 casos e 500 mortes foram reportados em 13 países da África, conforme o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças.
O surto é considerado um “evento de alto risco” e a República Democrática do Congo lidera a lista de locais afetados, já tendo mais de 14.000 casos, o equivalente a 96% dos casos confirmados neste mês.
Como acontece a transmissão da Mpox?
De acordo com o Pós PhD em neurociências e Biólogo, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, a transmissão da Mpox ocorre, principalmente, pelo contato pele com pele.
“A infecção é provavelmente transmitida pelo contato próximo entre a pele, como durante relações sexuais, mas não é uma doença sexualmente transmissível no sentido tradicional e não pode ser estigmatizada para determinados grupos pois pode ser transmitida para todos”.
“Semelhante a certos patógenos diarreicos transmitidos por fezes, a transmissão ocorre entre pessoas com contato direto, através de fluidos corporais, gotículas respiratórias, lesões ou itens contaminados como roupas de cama e objetos pessoais”, alerta o Dr. Fabiano, que liderou o estudo “Varíola do macaco: Problemas no coração e neurológicos”, em parceria com a Mestre em Infectologia, Dra. Dalila Gianini e o Médico Cardiologista, Dr. Roberto Yano.
Mpox e seus efeitos no cérebro
Segundo um estudo publicado na revista científica JAMA, o Monnkeypox também pode chegar a provocar complicações neurológicas, apesar de raras, como cefaleia, inflamanção no cérebro, distúrbios de humor, incluindo depressão e ansiedade, e dores crônicas neuropáticas.
“Ainda existem poucos estudos sobre a Mpox, serão necessárias novas pesquisas para ter mais detalhes e entender melhor como o vírus afeta o cérebro e o sistema nervoso, mas essas indicações iniciais já demonstram que ele pode chegar a afetar o Sistema Nervoso Central”, ressalta Dr. Fabiano.
Como é feito o tratamento de Mpox?
Atualmente, não existe nenhum medicamento aprovado pela OMS para o tratamento da Mpox, e o tratamento da doença se baseia no tratamento de sintomas e prevenção de sequelas, explica Dr. Fabiano.
“Não existe medicamento aprovado para o tratamento da Mpox, na maioria dos casos o paciente se recupera normalmente após algumas semanas, mas o tratamento se baseia no controle dos sintomas e prevenir complicações e sequelas”, explica.
MF Press Global
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Polícia Civil prende foragido acusado de tentativa de homicídio em Xapuri

A ordem judicial foi decretada em razão do descumprimento de medida protetiva concedida à ex-namorada do investigado.
Mandado foi cumprido na zona rural após descumprimento de medida protetiva; crime ocorreu em bar no bairro da Sibéria
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Xapuri, cumpriu na manhã desta terça-feira (10) um mandado de prisão preventiva contra J.S.S., de 25 anos, que estava foragido da Justiça. A prisão ocorreu na zona rural do município, no Seringal Nova Esperança, colocação Maloca, onde o acusado residia.
A ordem judicial foi decretada em razão do descumprimento de medida protetiva concedida à ex-namorada do investigado. J.S.S. é acusado de tentativa de homicídio registrada na madrugada de 11 de janeiro deste ano, em um bar localizado no bairro da Sibéria, na região conhecida como “4 Bocas”, em Xapuri.
Conforme o inquérito policial, o suspeito, armado com uma arma branca, teria atacado por ciúmes o comerciante conhecido como “Teodoro”, morador do bairro da Sibéria, ao ver a ex-namorada acompanhada de outra pessoa. A vítima foi atingida com um golpe no pescoço, e outras perfurações só não foram consumadas devido à intervenção dos seguranças do estabelecimento.
Após o crime, o autor fugiu e passou a ser considerado foragido. Durante o período em que esteve escondido, segundo a Polícia Civil, ele enviou mensagens ameaçadoras à ex-namorada, inclusive desafiando a Justiça, o que reforçou o pedido de prisão preventiva.

A prisão ocorreu na zona rural do município, no Seringal Nova Esperança, colocação Maloca, onde o acusado residia.
Diante dos fatos, o delegado Luccas Vianna representou pela prisão do acusado, que foi decretada pelo Judiciário e cumprida pela equipe de investigação coordenada pelo inspetor-chefe Eurico Feitosa. O preso foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.
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Homem monitorado por tornozeleira eletrônica é executado a tiros em Rio Branco
Vítima teria sido atraída para uma emboscada após cobrança de dívida; crime será investigado pela DHPP
Um homicídio com características de execução foi registrado por volta das 17h desta segunda-feira (9), na rua Içá, no bairro Ruilino 3, em Rio Branco. A vítima foi identificada como Francisco Costa das Chagas Filho, de 28 anos, que fazia uso de tornozeleira eletrônica.
De acordo com informações repassadas à polícia pela esposa da vítima, Francisco possuía uma dívida de alto valor e, durante a tarde, teria recebido uma ligação cobrando a quitação do débito. Segundo ela, o homem informou que dispunha apenas de R$ 14 mil. Após o contato, Francisco saiu de casa conduzindo um Volkswagen Golf, de cor branca, em direção ao local combinado.
A principal suspeita da polícia é de que a vítima tenha caído em uma emboscada. Ao chegar à rua Içá, Francisco teria sido levado para uma área de mata, onde foi executado com três disparos de arma de fogo, sendo um deles diretamente no coração.
Moradores da região relataram ter ouvido os tiros, mas ninguém saiu para verificar o ocorrido. O corpo só foi localizado após a esposa da vítima rastrear a localização do telefone celular de Francisco. No local, o veículo foi encontrado estacionado na via pública, enquanto o corpo estava em meio à vegetação.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado. Uma ambulância de suporte avançado, sob coordenação do médico Manoel Neto, esteve no local, mas os socorristas apenas puderam confirmar o óbito. A análise inicial apontou três perfurações por arma de fogo.
A Polícia Militar, por meio de equipes do 1º Batalhão, isolou a área para preservação da cena do crime. Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) também estiveram no local colhendo informações preliminares.
O Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) foi acionado, e a equipe de plantão do Instituto Médico Legal (IML) realizou a perícia e a remoção do corpo.
O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca esclarecer a autoria e a motivação do crime.
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Farmácia Municipal de Epitaciolândia reforça compromisso diário com a saúde da população
Cuidar da saúde da população é um compromisso diário da gestão municipal de Epitaciolândia. A Farmácia Municipal segue desempenhando um papel fundamental ao garantir o acesso contínuo a medicamentos essenciais, fortalecendo as ações de cuidado, prevenção e promoção da qualidade de vida, especialmente para quem mais precisa.
Com atendimento regular e abastecimento permanente, a Farmácia Municipal contribui diretamente para a eficácia dos tratamentos, reduzindo complicações de saúde e assegurando mais dignidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa integra uma política pública voltada à saúde preventiva, considerada um dos pilares para o avanço na qualidade de vida da população.
Esse trabalho é resultado do compromisso e da responsabilidade da gestão do prefeito Sérgio Lopes e Sergio Mesquita, em conjunto com a secretária municipal de Saúde, Marinete Mesquita, que têm priorizado investimentos e ações estratégicas voltadas ao bem-estar coletivo. A administração municipal entende que saúde pública se constrói com presença constante, planejamento e responsabilidade social.
Balanço de atendimentos – Janeiro/2026
Somente no mês de janeiro, a Farmácia Municipal de Epitaciolândia atendeu 3.044 receitas, sendo 467 receitas de medicamentos controlados. No período, foram dispensados mais de 168 mil medicamentos, demonstrando a amplitude e a importância do serviço prestado à população.
A Farmácia Municipal reafirma, assim, seu papel como um importante instrumento de cuidado e apoio à população, consolidando-se como uma das conquistas da atual gestão e fortalecendo o compromisso com uma saúde mais humana, acessível e eficiente.























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