Acre
MPAC recebe doações da Receita Federal para pessoas atingidas pelas cheias no Acre
Nesta segunda-feira, 8, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo Especial de Apoio e Atuação para Prevenção e Resposta à Situações de Emergências ou Estado de Calamidade (GPRD), acompanhou a chegada de duas toneladas de roupas e calçados, doados pela Receita Federal. As peças serão distribuídas às comunidades afetadas pelas recentes enchentes que atingiram o Acre.
O transporte da carga foi feito pela Empresa Azul Linhas Aéreas, a pedido do senador Alan Rick, que mediou os esforços para as doações chegarem ao estado.
A procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, visitou nesta terça-feira, 9, o depósito onde a carga está armazenada. Na ocasião, ela agradeceu o apoio de todos os parceiros, em especial, à Receita Federal e ao senador, que se articulou com a empresa aérea para a ação poder acontecer.
“Agradecemos a intervenção do senador Alan Rick junto à Azul que possibilitou que essa imensa quantidade de vestuários e calçados pudesse chegar aos que mais precisam, para ao menos mitigar o sofrimento e os prejuízos que sofreram. Muito obrigada, senador. O Ministério Público e a sociedade do Acre agradecem”, destacou a procuradora.
Segundo o secretário-geral da MPAC, promotor de Justiça Glaucio Oshiro, o MPAC acompanhou durante o período de calamidade os diversos abrigos que acolheram as famílias, tanto na capital quanto nos demais municípios, percebendo a necessidade de fazer doações para as pessoas afetadas.
“Verificamos lá no Parque de Exposições, estivemos lá o tempo todo, durante o período em que as famílias ficaram abrigadas, e vimos a necessidade. Certamente, esse material todo servirá e muito para a nossa população”, lembrou o secretário.
O promotor de Justiça Luis Henrique Rolim, coordenador do GPRD, disse que a chegada das doações é resultado de uma articulação liderada pela procuradora-geral adjunta, em colaboração com a Receita Federal, e que a parceria, já consolidada em ações passadas, ganhou destaque pela magnitude da doação, em comparação com os esforços anteriores.


“Esse tipo de ação é muito importante, porque é uma atividade de apoio para as pessoas que ficaram desabrigadas. É uma questão humanitária, na qual o Ministério Público tem forte atuação”, destacou.
Parcerias
O processo de distribuição conta com a colaboração de diversas entidades e agentes públicos, bem como o Governo do Estado.
Neste primeiro lote, o MPAC recebeu duas toneladas de doações. As peças são trazidas por via aérea até Porto Velho, RO, e seguem para Rio Branco por via terrestre em caminhões.
O senador Alan Rick agradeceu à Receita Federal e ao Ministério Público pela iniciativa de levar auxílio às pessoas que perderam seus bens durante as enchentes no estado.

“Estamos com as primeiras cargas das doações da Receita Federal, através do MPAC, conseguimos o transporte pela Azul Linhas Aéreas, para doar aos que precisam tanto, ao perderem seus bens durante essa cheia histórica do Acre. Quero agradecer à Receita Federal e ao Ministério Público por encabeçar essa doação”, frisou o senador.
Segundo o delegado da Receita Federal no Acre, Claudenir da Silveira, as doações são mercadorias apreendidas durante fiscalizações da Receita.
“Essa ação faz parte de um programa da Receita Federal, denominado Receita Cidadã, no qual as mercadorias apreendidas em ações de combate a crimes transfronteiriços, especialmente contrabando e descaminho, são previstas pela Receita Federal para instituições sem fins lucrativos ou órgãos públicos. No caso das alagações no Acre, há uma parceria entre a Receita Federal e o Ministério Público para canalizar essas mercadorias aos afetados pela alagação”, enfatizou.
Fotos: Tiago Teles
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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Professora implora cirurgia neurológica urgente a governador Gladson Cameli e relata risco de morte após espera de um ano por procedimento no Acre
Cremilda Lopes Rodrigues, de 58 anos, professora aposentada, aguarda desde fevereiro de 2025 a realização de uma angioplastia com implante de stent intracraniano para tratamento de aneurismas cerebrais, em Rio Branco. Segundo laudos médicos apresentados pela paciente, o caso é considerado urgente devido ao risco de ruptura.
O procedimento foi solicitado pelo médico neurologista Rogério Ivan Ortiz. No entanto, a cirurgia não está sendo realizada no Hospital Santa Juliana, unidade onde executa os atendimentos cirúrgicos do Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Estado.
Cremilda gravou um vídeo relatando a situação e pedindo apoio das autoridades. No apelo, afirmou viver sob constante preocupação enquanto aguarda a marcação do procedimento.
“Eu tô aqui como mãe, como vó, pedindo misericórdia das autoridades. Faça alguma coisa, porque não é fácil viver assim. Eu preciso que o governador do Estado do Acre compre stents para que essa cirurgia seja menos invasiva.”
Segundo a professora, o primeiro laudo médico foi emitido há cerca de um ano e encaminhado ao Ministério Público. Um novo documento, entregue há aproximadamente um mês, reforçou o pedido de urgência.
“Segundo o neurocirurgião, eu corro um alto risco de vida desses aneurismas sangrarem. Se sangrar, minha chance de sobreviver é de cerca de 2%.”
A paciente também relata que, pelo método cirúrgico convencional, existe risco de perda de visão, pois o aneurisma estaria comprimindo um nervo óptico. Enquanto aguarda a cirurgia, ela afirma que precisou mudar de residência com a família por conta da situação de saúde.
De acordo com Cremilda, ao longo do período ela recebeu promessas de apoio, mas nenhuma medida efetiva foi adotada até o momento. A apreensão aumenta à medida que o procedimento não é agendado e o risco apontado em laudo médico permanece.
O espaço permanece aberto para manifestação dos órgãos de saúde responsáveis.
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Prefeitura de Rio Branco cobra repasses federais para a Assistência Social do Acre na 36ª Reunião da CIT SUAS
A reunião teve como um dos principais focos a cobrança de recursos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos
Com o objetivo de cobrar os recursos prometidos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, na manhã desta quarta-feira (11), o secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, esteve presente na 36ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), realizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 9º andar, Sala 902, em Brasília/DF.
O encontro teve como um dos principais focos a cobrança de recursos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, que, até o momento, não foram repassados pelo governo federal, apesar de promessas anteriores.
João Marcos Luz, que também atua como gestor da política de assistência social no estado do Acre, enfatizou as dificuldades enfrentadas pela região, especialmente diante do aumento no fluxo de imigrantes e dos danos causados pelas alagações.
O gestor apontou que os repasses, previstos pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), ainda não chegaram, o que tem gerado um grande prejuízo para a ampliação das ações de apoio a quem mais precisa, como as políticas voltadas para pessoas em situação de rua.
Além de cobrar a liberação dos recursos, Luz pediu especialmente o envio de verbas para os municípios de Rio Branco, Epitaciolândia e Assis Brasil, que enfrentam grandes desafios no atendimento à população vulnerável, como idosos e mulheres vítimas de violência.
Ele destacou a importância de o governo federal honrar seus compromissos financeiros, especialmente em um cenário de crescente demanda por serviços públicos de assistência social.
“Estamos em uma situação muito difícil no Acre, e não podemos ficar de braços cruzados. A prefeitura de Rio Branco, por exemplo, está arcando com 80% dos custos dessas ações sociais, utilizando recursos do IPTU, que deveriam ser destinados a outras áreas. O governo federal precisa assumir sua responsabilidade e garantir que os recursos cheguem aos municípios, onde as necessidades são urgentes”, afirmou João Marcos Luz.
A falta de repasses tem impactado diretamente o planejamento e a execução das políticas públicas em diversas frentes, prejudicando a qualidade do atendimento à população em situação de risco.
Luz finalizou seu discurso reforçando que não se pode esperar mais tempo pela liberação dos valores prometidos, uma vez que a situação no estado requer respostas imediatas.
O encontro na CIT SUAS é um dos muitos espaços em que gestores municipais buscam cobrar a atuação do governo federal para garantir o adequado financiamento e execução das políticas sociais em todo o Brasil.
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Acre
Sejusp firma parceria para garantir economia de recursos públicos
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre, realizou na manhã desta quarta-feira, 11, reunião de alinhamento para discutir importações diretas de tecnologias de segurança e armamentos.
Com objetivo de adquirir equipamentos de ponta para os operadores de segurança e garantir a máxima economicidade do recurso público, a Sejusp realiza uma parceria com o Banco do Brasil. Essa parceria visa apoio especializado em contratos de câmbio, garantir que o fluxo de pagamentos acompanhe o ritmo das necessidades da segurança pública no Acre e a redução da burocracia nas transações internacionais.
O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, reitera que essa parceria representa um passo para melhores condições de investimento público. “O Estado está comprando produtos de alta performance com custos significativamente reduzidos, então temos equipamentos de melhores condições de trabalho para as forças de segurança, para proteger o cidadão acreano”.
“Evitando as margens de lucro de revendedores nacionais, a Sejusp consegue fazer o orçamento render mais, revertendo essa economia em mais equipamentos e melhores condições de trabalho para as forças de segurança”, destacou o chefe do setor financeiro da Sejusp, Eric Oliveira.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE









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