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MPAC emite Recomendação para evitar paralisação de policiais penais

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública, instaurou um Procedimento Administrativo para acompanhar a possível paralisação, ainda que parcial, dos policiais penais em Rio Branco, e expediu uma Recomendação solicitando a abstenção de qualquer tipo de paralisação.
O documento, assinado pelo promotor de Justiça Rodrigo Curti, ressalta a ilegalidade de paralisações ou greves dos agentes de segurança pública, conforme reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e visa garantir a segurança pública e assegurar o funcionamento regular dos serviços prestados pelos policiais penais.
A medida foi tomada em razão da divulgação pela imprensa de um comunicado que teria sido emitido pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre (Sindapen), após manifestação pela celeridade na aprovação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), cujas indicações aos servidores podem fragilizar o funcionamento do sistema prisional.
O MPAC recomenda a expressa orientação aos servidores sobre as possíveis responsabilizações no âmbito disciplinar e por atos de improbidade administrativa em caso de adesão à mobilização grevista. Além disso, solicita a adoção de medidas necessárias para manter a integralidade dos serviços prestados pelos policiais penais nas unidades prisionais e de monitoração eletrônica do Estado.
O documento é dirigido ao Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do Acre (Sindapen), ao Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) e à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). O MPAC fixou um prazo de 24 horas para que os órgãos demandados informem sobre o acatamento ou não da recomendação.
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Suspeito é preso com arma e moto roubada durante denúncia de cárcere privado em Rio Branco
Polícia encontrou revólver municiado, droga e veículo com restrição dentro de residência na Cidade do Povo
Policiais militares da Força Tática do 2º Batalhão prenderam Alan da Silva Cruz, de 23 anos, na noite desta segunda-feira (23), durante atendimento a uma ocorrência no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.
A guarnição foi acionada via COPOM após denúncia de cárcere privado. Segundo as informações, três indivíduos teriam invadido uma residência levando uma pessoa amarrada. Também foi relatado que um dos suspeitos seria foragido da Justiça e que o grupo estaria armado.
Diante da gravidade, os militares solicitaram apoio e se deslocaram até o endereço, localizado na Quadra 08C, nas proximidades de um campo de futebol. Ao chegarem, os policiais ouviram vozes em tom elevado e movimentação dentro do imóvel.
A proprietária autorizou a entrada da equipe. Durante a averiguação, os policiais sentiram forte odor de entorpecente e localizaram uma porção de substância semelhante à maconha sobre o balcão da cozinha.
Questionado, Alan confessou possuir um revólver calibre .32, que, segundo ele, seria para proteção pessoal. A arma foi encontrada debaixo de uma cadeira, municiada com seis cartuchos. Durante a checagem, os policiais identificaram inconsistências na numeração, levantando suspeita de adulteração.
No local, também foi encontrada uma motocicleta com a placa amassada. Após consulta, foi constatado que o veículo possuía restrição de roubo ou furto desde janeiro de 2026. O suspeito afirmou ter comprado a moto, mas não soube informar a procedência.
Diante dos fatos, Alan assumiu a posse dos materiais ilícitos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foi apresentado sem lesões.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito, conhecido como “Alanzinho”, já é investigado por possível envolvimento em crimes como homicídios e tentativas. Um aparelho celular também foi apreendido para auxiliar nas investigações.
O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.




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