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Motorista flagra tentativa de assalto e salva mulher que fazia caminhada na estrada Raimundo Irineu Serra

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O motorista explicou que seguia na estrada com sua esposa no carro quando viu a motocicleta parada, se posicionando rumo à pista. Ao ver essa cena, ele deduziu que seria um assalto. O casal reconheceu a mulher, que é vizinha deles

Mulher caminhava na Estrada Raimundo Irineu Serra, em Rio Branco, quando dois homens em uma motocicleta pararam perto dela. Foto: captada 

Um motorista flagrou o momento em que dois homens que estavam em uma motocicleta pararam para assaltar uma mulher que caminhava na Estrada Raimundo Irineu Serra, em Rio Branco, e a socorreu antes que a ação criminosa ocorresse na noite dessa segunda-feira (16).

Câmeras de segurança da região flagraram o momento e mostraram que a mulher caminhava por volta de 19h21. Ela andou por cerca de 10 segundos até que a motocicleta chegou e parou do outro lado da rua. Os ocupantes ficaram parados por mais 10 segundos, sem abordá-la.

Um carro apareceu logo após esse momento, e parou próximo à motocicleta. É possível ver que o motorista falou com a mulher, que entrou no carro logo depois.

“Na hora, o vizinho, que é morador, também percebeu e achou estranho a moto parar perto de mim. Ele percebeu que eles iriam me assaltar, parou o carro na hora e pediu que eu entrasse. Eu achei estranho porque ele falou em um tom bem sutil. Dentro do carro foi que percebi o perigo. Esse vizinho foi bem corajoso de parar do lado deles e ainda falar ‘entra no carro’, eles não conseguiriam sair do lugar. Mais na frente, dois jovens também voltando para casa, ele [o motorista] parou novamente e falou a mesma coisa, que tem bandido no bairro, e entregou os meninos na casa deles. Tem um bom tempo que não passa viatura da polícia aqui”, relatou a mulher

As imagens foram publicadas em uma rede social pelo jornalista Altino Machado. De acordo com ele, é comum ocorrências desse tipo na região, com mulheres entre os principais alvos. Foto: captada 

Ação rápida

O motorista explicou que seguia na estrada com sua esposa no carro quando viu a motocicleta parada, se posicionando rumo à pista. Ao ver essa cena, ele deduziu que seria um assalto. O casal reconheceu a mulher, que é vizinha deles, e decidiu parar para chamá-la.

“Eu estava bem devagar, ela passou do meu lado esquerdo, na outra pista. Quando ela passou, eu botei o rosto para fora e disse “Entra aqui, entra aqui”. Ela já tinha passado uns 5 metros do meu carro, então ela entrou na parte traseira, e quando ela entrou, eles ficaram lá meio desequilibrados e eu passei bem pertinho deles. Fiquei até pensando que ele poderia puxar a arma pra mim […] eu fiquei aguardando, ela entrou no carro, eu avancei um pouquinho e eles ficaram meio desequilibrados na moto e saíram. Eu também saí, devagar para não mostrar que eu estava fugindo deles, mas saí de boa”, relembrou.

As imagens foram publicadas em uma rede social pelo jornalista Altino Machado. De acordo com ele, é comum ocorrências desse tipo na região, com mulheres entre os principais alvos.

Pouco depois da tentativa de assalto, a dupla permanece no local, mas inverte a posição no veículo. O condutor foi para a garupa, e o que estava na garupa foi para o comando da motocicleta. Segundo o motorista, foi uma tentativa deles de disfarçar a ação que não foi concretizada.

“Na hora que eles estavam se desequilibrando na moto, eles fizeram a troca, o cara de branco estava na traseira, foi ele que se desequilibrou e que botou a mão na cintura como se fosse posicionar a arma. Depois, eu vi que ele foi para frente dirigir e o outro cara que estava de preto foi para trás. Suponho, que foi uma defesa deles: ‘se denunciar a gente, é um cara de camisa preta e já não é quem está pilotando’. Mas, graças a Deus, deu tudo certo. Foi Deus mesmo que colocou a gente no caminho para livrá-la, porque ali todo final de ano tem esse tipo de assalto no Irineu Serra, na parada de ônibus, os caras chegam de moto, tomam celular”, acrescentou.

Pouco depois da tentativa de assalto, a dupla permanece no local, mas inverte a posição no veículo. O condutor foi para a garupa, e o que estava na garupa foi para o comando da motocicleta. Foto: captada

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Duas brasileiras são presas em Cobija com cocaína ao tentar retornar para Epitaciolândia

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Droga estava escondida em bolsa durante abordagem na Avenida Internacional; suspeitas foram transferidas para presídio na Bolívia

Uma das mulheres foi intensificada como Eliza B. dos Santos, as duas foram abordadas na Avenida Internacional após atitude suspeita. Foto: captada.

Duas mulheres de nacionalidade brasileira foram presas na tarde desta terça-feira (3) na Avenida Internacional, em Cobija, na Bolívia, quando tentavam atravessar para o lado brasileiro com destino à cidade de Epitaciolândia, no Acre. Com elas, os policiais encontraram cocaína escondida dentro de uma das bolsas.

A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel Erland Mosterio. Segundo as autoridades, as suspeitas — uma delas identificada como Eliza B. dos Santos — apresentaram atitude suspeita durante patrulhamento na tranca que divide os dois países, o que motivou a abordagem.

A revista pessoal foi realizada por agentes femininas, que localizaram pacotes contendo uma substância branca em uma das bolsas. O material foi submetido a teste de campo pela Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN), que confirmou resultado positivo para cocaína base.

A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel CLN Erland Mosterio. Foto: captada 

As duas mulheres foram ouvidas no local e, em seguida, apreendidas e colocadas à disposição das autoridades competentes. Elas vão ser transferidas para a Penitenciária Villa Busch, onde permanecerão à disposição da Justiça boliviana para os procedimentos legais cabíveis.

Veja vídeo reportagem com TV SPC:

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Acusados de matar sobrinho-neto de Marina Silva são condenados a 23 e 12 anos de prisão

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André Oliveira da Silva, autor dos disparos, e Denis Tavares, dono da arma, foram julgados pelo assassinato de Cauã Nascimento, morto em fevereiro de 2024 após “tribunal do crime” em Rio Branco

O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira e 12 anos de prisão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Foto: captada 

O Tribunal do Júri de Rio Branco condenou, na tarde desta terça-feira (3), André Oliveira da Silva, o “Smith”, e Denis da Rocha Tavares pelo assassinato de Cauã Nascimento da Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O julgamento ocorreu no plenário da 1ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da capital acreana.

Por maioria absoluta de votos, o Conselho de Sentença reconheceu a prática dos crimes de homicídio e participação em organização criminosa. O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira, apontado como autor dos disparos, e 12 anos de reclusão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Ambos deverão cumprir a pena em regime fechado e tiveram negado o direito de recorrer em liberdade.

O crime

De acordo com a denúncia do Ministério Público e as investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2024, no bairro Taquari, em Rio Branco. André Oliveira invadiu a residência da tia da vítima, localizada na Rua Baguari, e efetuou diversos disparos contra Cauã Nascimento, que morreu no local.

As investigações apontaram que a vítima teria sido flagrada pichando muros de residências e postes de energia com a sigla de uma facção rival à que dominava o bairro à época. Conforme apurado, Cauã foi submetido a um chamado “tribunal do crime” e recebeu sentença de morte. A execução ocorreu dois dias após essa decisão.

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Objetos estranhos na rede elétrica causaram mais de 150 ocorrências no Acre em 2025 

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Mais de 61 mil clientes foram atingidos ano passado 

Segundo levantamento realizado pela Energisa Acre, cerca de 150 ocorrências foram registradas no estado em 2025 por objetos estranhos na rede elétrica, afetando mais de 61 mil clientes. Aumentando 35.14% em comparação com o mesmo período de 2024, que foram registradas 111 ocorrências, afetando mais de 30 mil clientes. Considerando os últimos 3 anos, foi registrada um aumento de 157.9% clientes atingidos.

Entre os materiais encontrados na rede estão tênis, correias metálicas, sacolas e outros objetos levados pelos ventos ou lançados intencionalmente, que se torna um ato criminoso, considerado dano ao patrimônio público, além de ser uma ação muito perigosa, que oferece risco à vida.

Quando entram em contato com a fiação, podem provocar curtos-circuitos, rompimento de cabos, danos a equipamentos do sistema elétrico, incêndios, choques fatais, além de comprometer o fornecimento de energia da região.

O Gerente de Operação da Energisa Acre, Loureman Azevedo, reforça que a tentativa de retirada desses materiais é extremamente perigosa.

“Quando um objeto entra em contato com a rede elétrica, ele pode ficar energizado e se transformar em um ponto de choque. O risco aumenta quando alguém tenta retirar esse material usando varas, escadas ou qualquer outro recurso improvisado. A orientação é clara: jamais tente remover objetos da rede elétrica. Ao identificar essa situação, mantenha distância e acione imediatamente a Energisa pelos canais de atendimento”, alerta o gerente.

A recomendação da Energisa é simples e pode evitar acidentes

  • Não jogue objetos sob ou sobre a rede elétrica;

  • Nunca tente retirar materiais presos à fiação;

  • Não se aproxime de fios partidos ou cabos no chão;

  • Não toque em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede;

  • Não solte pipas, balões ou até mesmo fogos de artifício próximo a rede.

Em caso de ocorrência, registre pelos canais de atendimento:

WhatsApp Gisa: (68) 99233-0341
Aplicativo Energisa On
Telefone: 0800 647 7196

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