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Acre

Mortes nas rodovias caem 15%, mas PRF alerta para fumaceiros

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Equipe da Polícia Rodoviária em blitz educativa recente: dica é ter cuidado com a falta de visibilidade por conta do fogo

Equipe da Polícia Rodoviária em blitz educativa recente: dica é ter cuidado com a falta de visibilidade por conta do fogo

Caiu em 15% o número de mortos nas rodovias federais do Acre em julho de 2016 na comparação com igual período do ano passado.  A queda vem sendo registrada desde 2015, quando a Polícia Rodoviária Federal registrou, em julho, 198 mortos. Em julho de 2014 foram 232 pessoas que perderam a vida em acidentes nessas rodovias. Os dados abrangem as ocorrências na BR 364 em Rondônia também.

A PRF do Acre havia montado operação especial para agir ao longo do mês de julho, período em que as pessoas gostam de viajar por conta das férias escolares. Executada a operação, o diagnóstico é que o tempo seco pode facilitar os acidentes. Por isso, a   PRF alerta  aos motoristas a redobrarem os cuidados ao trafegar por locais atingidos pelo fogo. Devido ao tempo seco que deve se estender até setembro, os incêndios podem ser cada vez mais frequentes. “A fumaça pode prejudicar bastante a visibilidade dos motoristas e vir a causar graves acidentes.

Neste caso a PRF recomenda aos motoristas que ao verificarem uma cortina de fumaça, parem no acostamento, e analisem para ver se da para passar”, recomendam os patrulheiros. Quando parar,  é recomendável que o motorista mantenha aceso o farol do carro, e acenda o pisca alerta ao mesmo que deve acionar  o Corpo de Bombeiros. Animais na pista é outro item o qual os condutores devem redobrar a atenção.

Ao  todo, no mês de julho,  foram registrados 5.463 infrações de trânsito naquele mês. As ocorrências mais comuns são  o excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas e o não uso do cinto de segurança.

Os policiais abordaram e fiscalizaram 28.746 veículos, entre carros e motocicletas, e  35.657 pessoas, sendo que 5.704  delas passaram pelo bafômetro –e nada menos que  132 condutores foram autuados por embriaguês ao volante. Esta é uma infração gravíssima, com multa de R$1.915,40.  Outras 44  pessoas foram autuados e encaminhadas à Delegacia de Flagrantes para responder pelas infrações.

 

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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