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Moradora de seringal no Acre estuda espanhol a distância em curso do Centro de Estudo de Línguas

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O Centro de Estudo de Línguas é um dos grandes pilares da SEE do Acre e iniciativas como essa reforçam o compromisso do governo com a qualidade da educação que é oferecida à população acreana

Laide Rodrigues é aluna do Centro de Estudo de Línguas. Foto: Acervo pessoal

Aprender um novo idioma pode ser um grande desafio, mas, ainda assim, é o sonho de muitas pessoas mundo afora. Laide Rodrigues é uma dessas pessoas que sempre sonharam em falar uma língua estrangeira. Agente de saúde, aos 46 anos viu no Centro de Estudo de Línguas (CEL) do Acre uma oportunidade de transformar esse desejo em realidade.

“Eu sempre quis aprender uma nova língua, principalmente o espanhol. Mesmo com dificuldade para estudar e terminar o ensino médio no interior, eu, quando pegava um livro de espanhol, gostava de ler, tentava entender, mas estudei pouco, terminei meu ensino médio pela EJA [Educação de Jovens e Adultos]. Então, a possibilidade de estudar outro idioma era quase impossível”, conta.

Ao saber, por intermédio das redes sociais, que o CEL passaria a oferecer aulas de idiomas a distância e de maneira online, Laide, que mora no Seringal Novo Destino, em Sena Madureira, prontamente entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação (SEE) e pediu informações a respeito do curso de espanhol.

Após realizar matrícula no curso de espanhol, a agente de saúde compartilhou a notícia com amigos e familiares, matriculando também a filha, para cursar inglês.

No início das aulas, Laide tinha dificuldade de acessar o conteúdo: “Quando começou o curso, a gente não tinha internet em casa. A dificuldade era imensa, andava quase uma hora para chegar na internet. Atravessava rio, na hora da aula a gente corria, a internet não era boa, de qualidade. Mas, quando a gente acredita, mesmo morando no Novo Destino, posso sonhar em estudar um curso de qualidade como esse, e estou vendo resultado”, relata.

Desafio à Educação

O Centro de Estudo de Línguas é um dos grandes pilares da SEE do Acre e iniciativas como essa reforçam o compromisso do governo com a qualidade da educação que é oferecida à população acreana.

A versão de ensino a distância (EaD) do CEL foi idealizada pelo secretário de Educação, Aberson Carvalho, que entregou a ideia à Divisão de Ensino de Línguas da SEE como um desafio a ser realizado. De acordo com ele, esse modelo é um exemplo de como utilizar a tecnologia para ampliar o acesso à educação e proporcionar o ensino de outros idiomas aos cidadãos do Acre.

“A gestão Gladson Cameli tem como prioridade investir em ações que cuidem das pessoas e promovam a inclusão. O CEL EaD é um exemplo de como utilizamos a tecnologia para ampliar o acesso à educação, proporcionando a oportunidade de aprender inglês e espanhol, mesmo nas regiões mais remotas do Acre. Isso demonstra como o Estado chega às comunidades mais distantes e se empenha em preparar nossos jovens para um futuro cada vez mais globalizado, no qual uma segunda língua é altamente valorizada no mercado de trabalho”, destaca o gestor.

Transmissões são feitas pelo canal oficial da SEE no Youtube. Foto: Rarismar Bezerra/SEE

O CEL EaD atualmente oferece os cursos de inglês e espanhol em sete municípios no interior do estado: Acrelândia, Brasileia, Epitaciolândia, Feijó, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri. Para as primeiras turmas, as matrículas estavam disponíveis apenas para estudantes do ensino médio e com vagas remanescentes abertas à comunidade. Foi a partir dessas vagas que Laide Rodrigues viu a oportunidade de realizar um sonho.

Segundo Ghislaine Brito, da Divisão de Ensino de Línguas da SEE, nas primeiras turmas foram 245 pessoas matriculadas no curso de inglês e 245 no de espanhol.

“A partir desse próximo semestre, a gente vai estender para alunos a partir do 8º ano do ensino fundamental, até o ensino médio. Eles vão ser o nosso público prioritário para as matrículas, direcionando as vagas remanescentes para a comunidade. Nós vamos ofertar agora 280 vagas, sendo 175 de inglês e 105 de espanhol”, ressalta.

As aulas são ministradas pela manhã ou à tarde, com horários divididos entre síncronos, com um professor explicando o conteúdo em tempo real, por intermédio de uma transmissão ao vivo, duas vezes por semana, e assíncronos, feitos com atividades e videoaulas disponíveis na plataforma.

O CEL EaD atualmente oferece os cursos de inglês e espanhol em sete municípios no interior do estado: Acrelândia, Brasileia, Epitaciolândia, Feijó, Sena Madureira, Tarauacá e Xapuri. Para as primeiras turmas, as matrículas estavam disponíveis apenas para estudantes do ensino médio e com vagas remanescentes abertas à comunidade. Foi a partir dessas vagas que Laide Rodrigues viu a oportunidade de realizar um sonho.

Segundo Ghislaine Brito, da Divisão de Ensino de Línguas da SEE, nas primeiras turmas foram 245 pessoas matriculadas no curso de inglês e 245 no de espanhol.

“A partir desse próximo semestre, a gente vai estender para alunos a partir do 8º ano do ensino fundamental, até o ensino médio. Eles vão ser o nosso público prioritário para as matrículas, direcionando as vagas remanescentes para a comunidade. Nós vamos ofertar agora 280 vagas, sendo 175 de inglês e 105 de espanhol”, ressalta.

As aulas são ministradas pela manhã ou à tarde, com horários divididos entre síncronos, com um professor explicando o conteúdo em tempo real, por intermédio de uma transmissão ao vivo, duas vezes por semana, e assíncronos, feitos com atividades e videoaulas disponíveis na plataforma.

Gratidão

“Um sentimento que eu tenho para dizer é gratidão. Gratidão por essa oportunidade de estar estudando e de ver outras pessoas, bem mais jovens do que eu, fazendo esses cursos. Tudo é possível quando a gente crê”, afirma Leide Rodrigues.

Graças à Educação do Acre e o empenho do governo em gerar oportunidades e levar cidadania aos acreanos em todo território, histórias como a de Laide podem ser contadas e vividas todos os dias.

“Eu lutei para estudar. Naquela época era muito difícil. Hoje, quando eu vejo jovem perdendo essa oportunidade, me dá uma tristeza, porque a gente sonhava tanto com a educação melhor e não tinha. Como agente de saúde, faço um trabalho de conscientização, que as pessoas tenham essa consciência de que estudar ainda é o melhor caminho, em qualquer lugar que você esteja”, afirma.

CEL EaD oferta vagas a sete municípios do Acre. Foto: Rarismar Bezerra/SEE

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Emendas: Dino reforça veto a saque em dinheiro e pede medidas do BC

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Flavio Dino

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), reforçou nesta terça-feira (3/3) a proibição de saques em dinheiro de valores provenientes de emendas parlamentares. Na decisão, ele também determinou que o Banco Central edite regras para regulamentar a medida em prazo de até 60 dias, em conjunto com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

“Verifico que, em razão do primado da transparência, da rastreabilidade e da probidade, deve ser definitivamente vedada, conforme normas regulatórias adequadas, a realização de saques em espécie de valores oriundos de emendas parlamentares, inclusive daqueles transferidos para contas de empresas beneficiárias finais dos recursos, ocorrendo a segregação cabível”, afirma Flávio Dino.

Segundo o ministro, a medida busca garantir mais transparência, rastreabilidade e controle no uso dos recursos públicos destinados por parlamentares ao financiamento de obras e projetos.

A determinação não impede a movimentação normal das contas. Pagamentos a fornecedores ou prestadores de serviços continuam permitidos, desde que feitos por meios eletrônicos, como transferências bancárias ou Pix. Segundo Dino, a ideia é que todas as movimentações fiquem registradas no sistema financeiro, o que facilita o acompanhamento do destino do dinheiro público.

Além da regulamentação pelo Banco Central, Dino cobrou do Poder Executivo a revisão de portarias ministeriais que tratam da aplicação das emendas parlamentares. O objetivo, segundo ele, é tornar mais claros os critérios sobre o destino do dinheiro e reduzir diferenças entre regras usadas por diferentes órgãos.

O ministro determinou que a Advocacia-Geral da União apresente até segunda-feira (9/3), informações atualizadas sobre as medidas adotadas para aprimorar essas normas.

Bancos já adaptaram sistemas

Em agosto de 2025, já havia sido determinada a adaptação dos sistemas das instituições financeiras que operam com recursos de emendas parlamentares. A orientação foi criar mecanismos para bloquear transferências para chamadas “contas de passagem” e impedir saques diretamente no caixa, garantindo que o dinheiro pudesse ser acompanhado ao longo de todo o percurso.

Nos autos do processo, bancos públicos como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Nordeste informaram que já atualizaram seus sistemas para cumprir essa determinação.

Apesar disso, organizações da sociedade civil que acompanham o caso de perto verificaram que ainda há indícios de fragilidades que podem permitir saques em dinheiro em alguns casos. Foi diante dessas informações que o ministro decidiu reforçar a proibição e avançar na regulamentação da medida.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Indústria e comércio defendem adiar análise do fim da 6×1 no Congresso

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Hugo Barreto /Metrópoles
Manutenção da estrutura externa da camara dos deputados no Congresso Nacional

Representantes da indústria e do comércio defenderam nesta terça-feira (3/3) que o Congresso não discuta neste ano propostas que acabam com a chamada escala 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso. O grupo defende que o debate sobre o assunto seja aprofundado e apartado de pressões eleitorais.

O fim da escala 6×1 foi elencado como uma das prioridades do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para 2026. Motta tem dito que a Casa deve analisar, ainda no primeiro semestre, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com esse modelo de jornada.

Em um almoço com lideranças de frentes parlamentares, membros de confederações do setor produtivo afirmaram que a discussão da PEC deve ocorrer apenas depois das eleições de 2026.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, disse que o debate não pode ser contaminado por “pressões eleitorais”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu a mudança da escala como um dos motes de sua campanha à reeleição. Membros do governo defendem uma redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário.

“O que queremos é que a discussão seja tranquila, transparente e com conquistas. Não podemos ter apenas vitórias pontuais e eleitoreiras. Queremos uma discussão sem açodamento. Queremos discutir no próximo ano, ao longo desse ano”, disse Alban.

Para o presidente da CNI, o Congresso pode dar início à discussão neste ano, mas a conclusão da análise não pode ocorrer antes das eleições.

“Podemos fazer esse processo. Não queremos que esse processo sofra pressões eleitorais. Temos que começar processo de discussão. Qualquer aprovação pode ser contaminada por variáveis”, disse.

A vice-presidente da FecomercioSP, Gisela Lopes, defendeu que a discussão de mudanças na jornada de trabalho ocorram apenas em 2027.

Ao Metrópoles, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, avaliou que a proximidade das eleições pode interferir no debate da PEC. Para ele, o Congresso também deve adiar a discussão.

Nesta terça, representantes do setor produtivo devem se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para entregar um manifesto que pede a “construção de um diálogo responsável, pautado pela racionalidade, pela busca de consensos e pela análise rigorosa dos dados”.

O grupo aponta que o fim imediato da escala 6×1 pode levar à “forte retração das atividades econômicas e do Produto Interno Bruto”.

“Considera-se recomendável que o aprofundamento desta pauta ocorra fora do ambiente de disputas eleitorais, em momento mais propício à construção de consensos duradouros e de soluções equilibradas, evitando que decisões pressionadas possam comprometer a qualidade de políticas públicas e seus efeitos sobre o país. Somente com maturidade social poderemos avançar para construir um futuro de trabalho mais justo, produtivo e equitativo para todos os brasileiros”, diz o documento.

Parlamentares também defendem adiamento

Na noite de segunda (2/3), representantes de uma coalizão de frentes parlamentares defenderam que o Congresso discuta uma “modernização da jornada de trabalho”. O grupo reúne 25 frentes parlamentares do setor produtivo, como a Frente Parlamentar pela Melhoria do Ambiente de Negócio e a Frente Parlamentar da Agropecuária.

Questionados pela imprensa, lideranças das bancadas preferiram não adiantar um “formato ideal”, mas defenderam flexibilizações nas relações trabalhistas.

“Concordamos em ter debate, mas aprofundado. O que queremos é poder debater profundamente esse tema”, afirmou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Pedro Lupion (Republicanos-PR).

A análise da PEC da escala 6×1 foi destravada por Motta no início de fevereiro, quando o presidente da Câmara encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uma proposta apresentada pela deputada Erika Hilton (PSol-SP).

  • A CCJ é a primeira etapa de análise de propostas de emenda à Constituição. Nessa fase, os deputados não podem alterar o conteúdo do texto — cabe ao colegiado apenas decidir se a matéria está apta a seguir em tramitação. Motta tem projetado que essa fase inicial deve ser concluída ainda em março. 
  • Se a PEC for admitida pela CCJ, seguirá para uma comissão especial — responsável por discutir o mérito e propor eventuais mudanças no texto. A última etapa é a votação em plenário, onde são necessários, no mínimo, 308 votos favoráveis — em dois turnos — para aprovar o texto.

Hugo Motta tem dito que todas as fases podem ser concluídas ainda no primeiro semestre. Em entrevista ao Metrópoles, ele afirmou, na última semana, que a PEC pode ir à votação final em maio.

Segundo parlamentares da coalizão, representantes do setor produtivo já procuraram Hugo Motta para defender uma ampliação do debate e pressionar por um novo calendário.

“Não pode ocorrer no calendário que eles querem. Nosso ponto é debater e encontrar um caminho correto”, disse Lupion.

Impactos na economia

Para os representantes do setor produtivo no Congresso, o calendário de Motta é “eleitoreiro” e pode gerar impactos na economia. Nesta segunda, os parlamentares assistiram a uma apresentação de José Eduardo Gibello Pastore sobre um estudo encomendado pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) sobre a redução da jornada de trabalho.

O documento afirma que, em uma redução da escala máxima para 36 horas semanais sem redução de salário, haverá um aumento de 22% do salário-hora do funcionário e da folha salarial.

“A estimativa tende a crescer, quando se consideram as várias medidas que as empresas precisarão adotar para ajustar as escalas para os folguistas”, diz o estudo.

O levantamento sustenta que o fim imediato da escala 6×1 pode levar à “forte retração das atividades econômicas e do Produto Interno Bruto”.

“A redução de jornada por meio de PEC ou lei ordinária reduzirá as oportunidades de trabalho. Emprego é gerado por crescimento econômico e instituições amigáveis”, acrescenta.

Para o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), os preços “vão aumentar em todo o país”. “Nós não somos do contra, mas precisamos ser coerentes. As coisas vão ficar mais caras. A vida vai ficar mais cara. É remar contra a corrente. Aprovar é confortável, mas não fica bem na fita”, disse.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Viana diz ter "esperança" de extensão da CPMI após fala de Alcolumbre

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
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O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse nesta terça-feira (3/3) que tem “esperança” na prorrogação dos trabalhos do colegiado após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

O prazo de funcionamento da CPMI termina em 28 de março, um sábado. A previsão é que, sem prorrogação, os trabalhos encerrem em 26 de março. Viana tentava um encontro com Alcolumbre desde o fim de 2025, mas o parlamentar amapaense não o respondia. O senador chegou a ameaçar recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir a extensão dos trabalhos.

“Conversei com ele rapidamente e ele me disse que ainda não tomou uma decisão. ⁠[Davi] ouviu meus argumentos, quantidade de documentos, habeas corpus e me disse que em breve dará um posicionamento. Vou aguardar mais uns dias para entrar com um mandado de segurança no STF. Fiquei muito esperançoso com a fala do presidente Davi”, declarou Viana a jornalistas.

Decisão sobre Lulinha

Em derrota para o governo, Alcolumbre manteve a decisão da CPMI que quebrou os sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Alcolumbre justificou que os argumentos apresentados pelos governistas não foram suficientes para confirmar a “suposta violação das normas regimentais e constitucionais” do colegiado.

A base de apoio a Lula queria que o presidente do Senado anulasse o requerimento aprovado contra Lulinha na última quinta-feira (26/2). Parlamentares governistas contestaram a votação e acusaram Viana de irregularidade na apuração dos votos. No ano passado, o colegiado não havia alcançado apoio suficiente para aprovar outro pedido envolvendo o filho do presidente.

Ao proclamar o resultado, Viana afirmou que havia sete votos contrários entre os governistas. Integrantes da base, porém, disseram que as imagens da transmissão ao vivo indicavam pelo menos 14 manifestações contrárias, o que representaria maioria entre os 21 parlamentares presentes no momento da deliberação.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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