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Acre

Ministro da Pesca, Gladson Cameli e Vagner Sales inauguram Mercado do Peixe em Cruzeiro do Sul

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Inauguração do Mercado do Peixe - CZS

O ministro da Pesca, Helder Barbalh(PMDB), o senador Gladson Cameli (PP-AC) e o prefeito Vagner Sales (PMDB), inauguraram na manhã desta segunda-feira  (28), em Cruzeiro do Sul, o Mercado do Peixe. A obra de R$ 1,4 milhão é fruto de emenda do senador Gladson Cameli. O senador Sérgio Petecão (PSD), a deputada federal Jéssica Sales (PMDB) os deputados estaduais Nicolau Júnior (PP) e Jairo Carvalho (PSD) prestigiaram o evento que fez parte das comemorações dos 111 anos da cidade.

Em seu discurso Cameli saudou a multidão presente em nome de dois cidadãos cruzeirenses que acompanharam a sua infância, o seu Epaminondas e o senhor Dedé. Ao lembrar que o mercado leva o nome do avô materno, Resene de Souza Lima, o senador se emocionou, citou Orleir Cameli e falou de retidão.

“Muito obrigado pela homenagem a este homem que pautou a sua vida na retidão e no trabalho”, enfatizou.

O líder do PP no Acre disse ainda que junto com o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) vai fazer um apelo ao governo federal para que não tire a estrutura do Ministério da Pesca, que é de fundamental importância para a Amazônia. Ao falar diretamente para os pescadores e comerciantes que utilizarão o moderno mercado, Cameli disse que vai continuar se esforçando para atender as demandas do setor.

Inauguração do Mercado do Peixe - CZS 2“O ministro Helder Barbalho é um parceiro de vocês e não tem medido esforços para tornar a cidade de Cruzeiro do Sul como uma referência em pescado para o Brasil. Eu sou senador de todos, e independente de cores partidárias, vou manter minha luta para ajudar os pescadores de todo o estado”, garantiu ele.

Ao citar o trabalho do senador Gladson Cameli no Congresso Nacional, Helder Barbalho disse que a cidade de Cruzeiro do Sul ganhou um presente na sua data de aniversário. O fortalecimento das ações do pescado em cada município é, segundo o ministro, uma determinação do governo federal.

“Esses trabalhadores devem ter um olhar especial pelo governo brasileiro. Ontem mesmo assinei um termo de parceira com o Ministério da Saúde de um plano especializado para pescadores e pescadoras, e da mesma forma com a educação, assinamos um termo de compromisso para erradicação do analfabetismo dos trabalhadores da pesca”, acrescentou o ministro.

Ainda de acordo Helder Barbalho, o estado do Acre é estratégico dentro da pesca e do cultivo de organismos aquáticos principalmente na piscicultura. Dentro do plano de desenvolvimento da aquicultura até 2020 a meta é fazer com que o Brasil salte da produção de 700 mil toneladas para 2 milhões de toneladas.

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Acre

Aprosoja vai à Justiça contra cobrança de pedágios na BR-364 e alerta para impactos no Agro

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Por Wanglézio Braga –ACRE MAIS

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Rondônia (Aprosoja-RO) ingressou com uma ação na Justiça Federal para suspender a cobrança de pedágios na BR-364, principal eixo de escoamento da produção agrícola dos estados de Rondônia e do Acre. O pedido, feito em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), abrange o trecho entre Vilhena e Porto Velho e busca uma decisão urgente diante dos impactos econômicos sobre o agronegócio regional.

De acordo com as entidades, a antecipação da cobrança dos pedágios ocorreu sem previsibilidade e sem transparência, contrariando o cronograma inicialmente previsto no contrato de concessão. As alterações teriam sido consolidadas no fim de 2025, reduzindo em quase seis meses o prazo para início da tarifação. Para os produtores, a medida compromete o planejamento da atividade rural, que envolve contratos antecipados de venda, logística, financiamento e frete.

Estudos técnicos apresentados na ação reforçam o alerta. Levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indica que a cobrança de pedágio pode provocar uma queda de cerca de 44% no volume de cargas que passam por Rondônia, o equivalente a quase 3 milhões de toneladas a menos em circulação. Na prática, isso significaria redução da atividade econômica, perda de renda e menor atratividade logística para o estado.

A Aprosoja destaca que não se opõe à concessão da rodovia nem aos investimentos em infraestrutura, mas defende que mudanças com forte impacto econômico precisam ser amplamente discutidas e planejadas. Além da ação judicial, a entidade articula com senadores de Rondônia a realização de uma audiência pública no Senado Federal, prevista para o início de fevereiro, com o objetivo de debater os efeitos econômicos e sociais da concessão da BR-364.

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Deputado Tadeu Hassem participa de comemoração pelo Dia do Farmacêutico

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Parlamentar destacou a importância da categoria e prestou homenagem a profissionais da área da saúde durante confraternização

O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) participou, neste domingo (25), de um almoço seguido de churrasco em comemoração ao Dia do Farmacêutico. O evento reuniu profissionais da área e amigos em um momento de confraternização e reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela categoria.

Durante a celebração, o parlamentar destacou a presença dos deputados Arlenilson Cunha e Zé Adriano, a quem classificou como companheiros de caminhada política. Em sua fala, Tadeu Hassem ressaltou a relevância dos farmacêuticos para o sistema de saúde e a dedicação desses profissionais no cuidado com a população.

O deputado também parabenizou a categoria em nome do presidente do Sindicato dos Farmacêuticos (Sindifac), Felipe Lima Lora, e do vice-presidente, Bruno Araújo, reforçando o compromisso com a valorização dos trabalhadores da saúde.

“Estamos juntos, valorizando quem cuida da saúde da nossa gente”, afirmou o parlamentar ao final da homenagem.

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Acre

2026 começa com mudanças tributárias e nova tabela do Imposto de Renda; confira datas, valores e alíquotas

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Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Nessa etapa inicial da Reforma Tributária, foi instituída uma alíquota simbólica total de 1% sobre a circulação de bens e serviços

O ano de 2026 começou com importantes novidades na área tributária, envolvendo tanto a implementação da Reforma Tributária quanto alterações na tabela do Imposto de Renda. Entre os principais pontos está a isenção integral do imposto para contribuintes que recebem até R$ 5 mil por mês.

Fase inicial da Reforma Tributária

No que diz respeito à reforma do sistema tributário brasileiro, entrou em vigor, já em janeiro, uma fase de testes para adaptação dos contribuintes às novas regras. Nessa etapa inicial, foi instituída uma alíquota simbólica total de 1% sobre a circulação de bens e serviços, distribuída da seguinte forma:

  • 0,9% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS);
  • 0,1% para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

De acordo com o que prevê a legislação, essa mudança não representa aumento da carga tributária. Os valores recolhidos a título de CBS e IBS poderão ser compensados integralmente com os montantes pagos mensalmente pelas empresas referentes ao PIS e à Cofins.

Na prática, ocorre o pagamento de um novo tributo, mas esse valor é abatido das guias dos impostos antigos, mantendo o desembolso total inalterado. O objetivo dessa fase é testar o funcionamento do recolhimento simultâneo entre União, estados e municípios. Ainda em 2026, também será necessário adaptar os softwares de gestão e os sistemas de emissão de documentos fiscais.

CFEM: 94% dos municípios brasileiros receberam recursos da CFEM em 2025

Portaria especifica regras para execução de emendas parlamentares por parte dos municípios

A partir de julho de 2026, pessoas físicas consideradas contribuintes habituais do IBS e da CBS deverão se inscrever no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). É importante ressaltar que essa medida não transforma a pessoa física em empresa, tendo como finalidade apenas facilitar a apuração e o controle fiscal.

O advogado especialista em direito tributário, Matheus Almeida, explica que as regras definitivas da reforma tributária ainda não estão sendo aplicadas efetivamente. Segundo ele, o que está sendo implementado nessa fase de transição são as regulamentações complementares, os ajustes nos sistemas das empresas, entre outros pontos específicos.

Na avaliação de Almeida, apesar de nesse primeiro momento não haver indícios de aumento da carga tributária para o contribuinte, é importante ficar atento às próximas fases, quando são serão debatidas novas regulamentações, por exemplo.

“Então, não é uma mudança brusca e imediata para o contribuinte. O discurso oficial do governo é de neutralidade, de não ter um aumento efetivo da carga tributária. Mas, essa preocupação existe sim em todos os contribuintes, porque ainda tem algumas coisas no escuro, que vão depender de regulamentação, de consolidação das receitas dos estados, dos municípios”, afirma.

“É importante que os contribuintes, que os empresários, nesse momento de transição, acompanhem de perto, revisem contrato, estrutura societária, regime tributário, porque esse novo modelo muda a lógica do crédito, do débito, dos impostos, da compensação desses tributos. É necessário fazer um planejamento tributário, especialmente para saber sobre a tomada de crédito, para que a empresa tenha não só uma vantagem competitiva, mas, acima de tudo, para que ela sobreviva a essa transição”, recomenda Almeida.

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