Acre
Membros do “Comando Vermelho” sequestram e torturam evangélico na Capital
Vítima ficou refém por cerca de quatro horas em casa no bairro 6 de Agosto
Um jovem que pediu para não ter a identidade revelada afirmou ter sido vítima da ação de criminosos supostamente ligados à facção “Comando Vermelho”, que atua dentro e fora das penitenciárias do estado do Acre. Em depoimento à polícia, ele diz que estava nas proximidades da caixa d’água do bairro 6 de Agosto, por volta das 13 horas de quinta-feira (23), quando dois homens em uma bicicleta o abordaram e de posse de uma arma de fogo o obrigaram a ir até uma casa na Rua Santa Terezinha.
No local, onde também funciona um ponto de venda e consumo de drogas, a vítima do sequestro teria sido torturada. Mesmo falando que era pregador evangélico, os homens chegaram a introduzir o cano de uma escopeta na garganta da vítima até ele dizer que era integrante da facção rival, o “Bonde dos 13”. Os criminosos ainda fotografaram o jovem e publicaram as imagens em grupos de WhatsApp.
“O mais chocante de tudo foi que eles vendiam droga e depois voltavam onde eu estava para começar a sessão de tortura novamente. Algumas pessoas que iam até o local comprar drogas notavam a minha presença no cativeiro, mas nada fizeram para impedir que o pior pudesse acontecer”, disse o rapaz ao narrar os momentos de terror que viveu. Ele passou cerca de quatro horas no cativeiro e foi liberado no início da noite.
O jovem procurou a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e denunciou o que havia acontecido. Ele indicou o endereço e os policiais do 1º Batalhão da Polícia Militar (1º BPM) estouraram a “Boca de fumo”, resultando na prisão de Antônio Marques Mesquita Silva e Cássio Marques da Silva, ambos de 20 anos.
Na residência foi encontrado uma quantidade de cocaína, dinheiro, balança de precisão, uma escopeta e vários produtos proveniente de roubo e furto. A dupla foi conduzida à Delegacia de Flagrantes (Defla), foi apresentada ao delegado de Polícia civil e depois colocada à disposição da Justiça.
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Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.







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