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Médicos atendem 795 pessoas durante show de Lady Gaga, no Rio

Foto: Alexandre Macieira/Riotur
Os três postos de saúde montados para dar assistência aos fãs da cantora americana Lady Gaga atenderam 795 pessoas entre a tarde de sábado (3) e a madrugada deste domingo (4). A informação faz parte de um balanço divulgado pela prefeitura do Rio de Janeiro.
A diva pop dona de sucessos como Bad Romance, Poker Face e Born This Way atraiu cerca de 2,1 milhões de pessoas à praia de Copacabana, na noite de sábado. É o maior público da carreira dela e de uma artista mulher na história.
Os postos de atendimento foram montados pela Secretaria Municipal de Saúde na Avenida Atlântica, na praia de Copacabana. O funcionamento foi das 17h do sábado às 4h do domingo. De acordo com a prefeitura, a maioria dos atendimentos decorreu do consumo exagerado de bebidas alcoólicas.
Participaram dos trabalhos 110 profissionais, incluindo médicos, enfermeiros e 30 ambulâncias disponíveis nos postos. Do total de pacientes, 73 precisaram de cuidados mais complexos, sendo transferidos para hospitais ou centros de emergência regional.
O Corpo de Bombeiros informou que realizou 330 operações de salvamento de banhistas ao longo do sábado em Copacabana. No show da Madonna, em maio do ano passado, houve o registro de 30 afogamentos.
Segurança
Guardas Municipais prenderam duas pessoas durante o show. De manhã, eles apreenderam uma sacola plástica com sete facas, encontrada enterrada na praia. Seis pessoas foram presas por furto, desacato e agressão a agentes municipais.
A Polícia Militar (PM) atuou no evento com 3,3 mil pessoas. A corporação apreendeu 251 objetos perfurocortantes em 18 pontos de revista. Quatro pessoas foram presas e três adolescentes apreendidos por furto e receptação.
Os pontos de bloqueio e revista foram equipados com sistemas de reconhecimento facial para reforçar a segurança.
A Polícia Civil realizou uma operação para evitar um ataque com explosivos improvisados. A instituição também prendeu 16 pessoas que participariam de uma quadrilha especializada em furto, roubo e receptação de aparelhos de celular.
Lixo
O balanço da prefeitura mostra, também, que a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) recolheu 392 toneladas de lixo depois do show. Para efeito de comparação, no último réveillon, foram recolhidas 508 toneladas em Copacabana, local da principal festa da virada do ano na cidade.
A operação de limpeza terminou às 5h da manhã deste domingo e incluiu a lavagem da avenida Atlântica, ruas de acesso e área externa de duas estações de metrô. A Avenida Atlântica recebeu 2.350 contêineres para lixo. Participaram da ação 1.630 garis.
Ordem pública
A Secretaria municipal de Ordem Pública (Seop) e a Guarda Municipal apreenderam mais de cinco mil itens de ambulantes como bebidas em garrafas de vidro, carrinhos de supermercado, churrasqueiras, botijões de gás, facas e 200 quilos de carne estragada.
Na tarde do sábado, agentes da Seop desmobilizaram um cercadinho irregular montado na areia da praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace Hotel, perto do palco. O espaço estava cercado por grades e prometia venda de bebidas, mas foi interditado por não possuir autorização para o evento. Também foram registrados outros 11 cercamentos de barracas e sete loteamentos irregulares de área pública.
Nas fiscalizações de estacionamento irregular, foram realizadas 75 remoções e aplicadas 560 multas.
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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).
As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.
O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.
Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.
Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.
“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.
Relembre o caso
O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.
O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.
A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.
Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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