Brasil
Governadora em exercício inicia visitas a secretarias fortalecendo união, alinhando estratégias e reforçando compromisso para 2025
Mailza, que também é secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, ressaltou ainda que é muito difícil um governo chegar ao seu segundo mandato com uma avaliação em mais de 70% como boa, ótima e regular.

Mailza Assis, iniciou, nesta terça-feira, 7, uma agenda de visitas a todas as secretarias de Estado, fortalecendo a união e o compromisso das parcerias para os avanços em 2025. Foto: assessoria
Para conhecer melhor a estrutura da gestão e reforçar o compromisso do governo no desenvolvimento do Acre, a governadora em exercício, Mailza Assis, iniciou, nesta terça-feira, 7, uma agenda de visitas a todas as secretarias de Estado, fortalecendo a união e o compromisso das parcerias para os avanços em 2025. O intuito da iniciativa é conhecer as demandas, ouvir servidores e alinhar ações para o ano que o governador Gladson Cameli já determinou como “de execução”.
A primeira secretaria a receber a visita de Mailza foi a de Governo (Segov), fundamental para as articulações políticas e tomadas de decisão. O titular da pasta, Luiz Calixto, disse se sentir privilegiado em receber a primeira visita e afirmou que a sinergia de todos que compõem o governo é o motivo de índices favoráveis e de alta aceitação da gestão de Gladson Cameli.
“Temos governadores acessíveis à população e precisamos continuar esse governo com harmonia, simplicidade, e a Mailza requisitou a nós essa agenda em todas as secretarias, para poder dar sua mensagem e agradecermos esse trabalho que tem sido feito e impactado nos índices de popularidade”, observou.
Márcio Pereira, secretário adjunto de Governo, que já foi assessor de Mailza Assis, relembrou seu pulso forte, acompanhado de uma sensibilidade ímpar de liderança. Para ele, os frutos colhidos, constatados por números, são em decorrência de servidores comprometidos em fazer a diferença.
“Cada pessoa aqui tem ajudado a construir essa história. As pessoas têm liberdade, fazem parte desse governo, então meu sentimento é de agradecimento e agradeço a Deus e ao governador por estar vivendo este momento em que a história está sendo escrita”, completou.
Ao se dirigir aos servidores da Segov, a governadora desejou um 2025 próspero, preservando a marca forte da gestão, que tem sido tomar decisões e traçar estratégias em prol da população.
“Quero desejar um ano de 2025 de paz, harmonia e união, porque é isso que precisamos preservar em nosso governo. Como aqui é a secretaria que pensa o relacionamento entre as lideranças, nada mais justo do que começar pela secretaria de governo que vai nos aproximar das demais. Já fiz essas visitas em outras ocasiões, mas agora com o propósito de reafirmarmos nosso compromisso em dar continuidade a esse governo humano, que dá liberdade às pessoas”, iniciou seu discurso.
Mailza, que também é secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, ressaltou ainda que é muito difícil um governo chegar ao seu segundo mandato com uma avaliação em mais de 70% como boa, ótima e regular.
“Quero que neste e nos próximos anos a gente continue caminhando junto. Então, venho aqui agradecer a cada um pelo trabalho, dedicação e carinho, porque precisamos que essa união permaneça, para levarmos nosso projeto de governo adiante. Já entregamos muito, mas podemos fazer muito mais”, pediu.
A governadora destacou ainda que o mais importante é que as pessoas sintam-se valorizadas e tenham plena consciência que podem contar com um governo unificado.
Casa Civil
Já na Casa Civil a governadora foi recebida com flores, e passou por todos os setores, conversando com os servidores e conhecendo como funciona o fluxo no centro que concentra todas as ações e decisões governamentais. Na ocasião, ela também fez questão de visitar a Casa Militar, onde constatou e defendeu a presença feminina na gestão.
À frente da instituição, o tenente-coronel Silvio Araújo aproveitou a oportunidade para falar à governadora como essa gestão cuidou dos servidores e proporciona um ambiente aconchegante e com toda a estrutura para garantir o bom funcionamento do local.
“O governo tem um olhar especial para a Casa Militar, porque, quando entramos aqui, fomos surpreendidos negativamente pelas condições, mas a gestão conseguiu nos atender e tornar isso aqui realmente uma casa”, agradeceu.
Ao se dirigir aos servidores, Mailza Assis disse que uma boa gestão é feita com muitas mãos e uma trabalho de parceria, principalmente com os servidores, que são os pilares dessa engrenagem.
“Quero conhecer os bastidores, visitar sala por sala, para ouvir cada um, e o que tenho visto é que as pessoas estão felizes. E uma coisa que quero deixar clara para vocês é que não existe figura pública sem o trabalho de cada servidor aqui, que faz com que o nosso trabalho ocorra lá fora”, disse.
Ao conhecer as instalações, a governadora tomou um café com os servidores da Casa Civil e pediu que todos continuassem a acreditar no projeto do governo, que visa ao desenvolvimento, elevando o nome do estado em diferentes setores de atuação.
“A gente precisa de paz e todo o restante acontece. Que Deus abençoe o trabalho de cada um; contem comigo, com o governador e com os secretários. Muito obrigada, que Deus abençoe e que tenhamos um 2025 melhor que 2024, pois será o ano de executar”, disse.
Comunicação a serviço da democracia
Fechando a primeira agenda de visitas, Mailza Assis esteve na Secretaria de Comunicação (Secom), recebida pela gestora da pasta, Nayara Lessa, e demais servidores. No local, conheceu o fluxo da pasta, responsável por dar transparência a todas as ações do governo.
Em um mesmo lugar, são planejadas estratégias que comunicam e frequentemente abastecem os demais veículos de comunicação do Acre. Nayara destacou os avanços da comunicação no contexto de um governo democrata e que acredita no diálogo como motor de desenvolvimento.
“Aqui é onde produzimos todo o material, que não só abastece a imprensa, mas informa de fato ao cidadão o trabalho do governo. Nós conseguimos superar muitos desafios, desenvolvemos nossa estrutura física e passamos a ter nossa frota de veículos, porque temos um governo que tem investido muito na comunicação”, relatou.
Assim como o governador Gladson Cameli, Mailza é uma entusiasta da comunicação e diz reconhecer o papel importante dela para a garantia da democracia e gestão transparente. A gestora relembrou ainda que, desde que ocupou uma vaga no Senado, tem direcionado recursos para a comunicação pública do Estado, sendo responsável por emendas para as rádios, por exemplo.
“Suas emendas como senadora foram uma ajuda extremamente importante, porque a comunicação é uma área ampla e garante o direito de todos conhecerem o trabalho que está sendo desenvolvido no estado”, frisou Nayara, ao colocar à disposição toda a estrutura da Secom.
Já a governadora disse conhecer de perto o trabalho da Comunicação e reconhecer a eficiência de todos aqueles que trabalham na divulgação do projeto de governo.
“Com certeza nós devemos os bons índices do nosso governo a esse trabalho de transparência conduzido pela Comunicação. Estamos aqui para reforçar nossa união e dar continuidade ao nosso trabalho. A Comunicação é crucial para sabermos onde estávamos, onde estamos e onde devemos chegar. O que vi também nessas visitas é que todos os servidores estão satisfeitos com os avanços que tiveram, então preciso de vocês para continuarmos construindo um 2025 de muitas execuções”, propôs.
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Brasil
Eduardo acusa Moraes de perseguição após ida de Bolsonaro à Papudinha. Vídeo
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu a transferência do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília (DF), conhecida como “Papudinha”, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (15/1).
Em vídeo, Eduardo Bolsonaro criticou duramente a decisão do ministro Alexandre de Moraes e classificou a transferência como perseguição política.
“Alexandre de Moraes acaba de ordenar a transferência de Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para o presídio comum, a Papudinha. Isso demonstra, mais uma vez, a sua total insensibilidade, a sua psicopatia. A gente sabe que Bolsonaro não cometeu crime algum, que não houve tentativa de golpe no Brasil, e que a prisão dele só serve para tirá-lo da corrida presidencial”, afirmou.
Segundo o ex-deputado, a decisão teria motivação eleitoral. “A todo custo, Alexandre de Moraes quer impedir que Bolsonaro tenha influência sobre as eleições deste ano. Esse é o motivo real, o motivo político pelo qual ele não cede em enviar Bolsonaro para uma prisão domiciliar, o que já seria injusto por si só”, disse.
Eduardo também comparou o caso com decisões anteriores do STF. “Em outros casos muito mais leves, como o do ex-presidente Fernando Collor, houve concessão de prisão domiciliar por decisão do próprio Alexandre de Moraes”, declarou.
Ao final, o ex-deputado fez um apelo político. “Este ano é crucial para reverter tudo o que está acontecendo no Brasil. Todos nós podemos fazer alguma coisa: eleger senadores comprometidos com a causa da liberdade e apoiar um presidente que não compactue com esse sistema. Se Deus quiser, o Brasil vai sair dessa ainda mais forte”, concluiu.
Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal e, por determinação de Moraes, passará a cumprir sua pena no batalhão da PM, onde também estão presos o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Segundo a decisão judicial, o ex-presidente ficará em uma cela separada dos demais.
O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado.
Motivações para a decisão
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o sistema prisional brasileiro enfrenta, há anos, um cenário de elevada população encarcerada e déficit estrutural de vagas, o que resulta em índices persistentes de superlotação e péssimas condições estruturais, especialmente no regime fechado.
O ministro usou dados do sistema de Informações Penitenciárias (Infopen), divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que apontam 941.752 pessoas sob custódia penal no primeiro semestre de 2025.
Frisou que a realidade do sistema carcerário brasileiro revela, ainda, que, historicamente, a execução da pena privativa de liberdade não ocorre de maneira uniforme para todos os indivíduos submetidos ao regime fechado, pois a maioria das pessoas privadas de liberdade enfrenta estabelecimentos marcados por superlotação, precariedade estrutural e restrição severa de direitos básicos.
Moraes, no entanto, ressaltou que Bolsonaro, por ser ex-presidente, estava em cela especial, na Sala de Estado Maior da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.
Condição diferente de todos os demais réus condenados à penas privativas de liberdade pelo atentado contra o Estado Democrático de Direito e Tentativa de Golpe de Estado ocorrida em 8 de janeiro de 2023, dos quais 145 réus estão presos, sendo 131 presos definitivos.
Ainda assim, diversas reclamações chegaram ao STF acerca da cela onde Bolsonaro estava até esta quinta-feira (15/1). Moraes listou todas as reclamações da defesa e afirmou que mesmo diante da cela especial, a prisão não é “uma colônia de férias”.
“As medias não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas Instituições, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir, ao comparar a Sala de Estado Maior a um “cativeiro”, ao apresentar reclamações do “tamanho das dependências”, do “banho de sol”, do “ar-condicionado”, do “horário de visitas”, ao se desconfiar da “origem da comida” fornecida pela Polícia Federal, e, ao exigir a troca da “televisão por uma SMART TV”, para, inclusive, “ter acesso ao YOUTUBE”, diz Moraes.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Papudinha: Bolsonaro está sozinho em cela para 4 pessoas

Uma cela com capacidade para até quatro detentos na Papudinha, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda, está sendo utilizada de forma exclusiva pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme a definição do modelo de custódia adotado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-presidente foi transferido para a penitenciária federal nesta quinta-feira (15/1), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a saída de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde ele estava preso desde novembro do ano passado.
Em contraste, outros dois condenados pela trama golpista, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, dividem juntos uma unidade semelhante à reservada ao ex-presidente. Ambos também estão na Papudinha.
Torres foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro e recebeu condenação do STF a 24 anos por participação nos atos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito. Já Vasques também foi condenado pela mesma trama, a 24 anos e seis meses, e acabou preso no Paraguai após a decisão judicial.
Privilégios a Bolsonaro
Na decisão que determinou a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes pontou que, embora houvesse uma série de críticas às condições do pai, os filhos de Bolsonaro, como o senador Flávio, Bolsonaro tinha umasituação cercada de privilégios na carceragem da PF.
Moraes citou desde a presença de frigobar e ar-condicionado, dentre um total de 13 privilégios, que o diferenciavam de outros quase 4 mil detentos que cumprem pena em regime fechado atualmente e precisam enfrentar superlotação dos espaços.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Michelle busca apoio de Gilmar Mendes para domiciliar de Bolsonaro

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) buscou apoio em Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar interceder por Jair Bolsonaro (PL).
Michelle relatou ao ministro as condições de saúde do marido, preso após condenação de 27 anos e 3 meses de prisão, e tentou uma sensibilização por prisão humanitária domiciliar.
A informação foi dada pela jornalista Andrea Sadi, do G1, e confirmada pelo Metrópoles.
As intenções de Michelle seriam de que o decano da Corte conversasse com os outros ministros.
Em especial, a conversa deveria ocorrer com Alexandre de Moraes, que já negou a prisão domiciliar de Bolsonaro por diversas vezes devido às possibilidades de fuga.
Em 1º/1, Moraes negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro de prisão domiciliar humanitária, após o ex-presidente deixar o Hospital DF Star, onde estava internado desde a véspera do Natal para série de procedimentos médicos.
Na decisão, Moraes citou a ausência de requisitos legais para a concessão da prisão domiciliar e o risco concreto de fuga.
“Há total ausência dos requisitos legais para a concessão de prisão domiciliar, bem como diante dos reiterados descumprimentos das medidas cautelares diversas da prisão e de atos concretos visando a fuga”, detalha a decisão.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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