Acre
Marina Silva não apoiará Sebastião Viana em 2014
A assessoria de Comunicação da ex-senadora e ex-ministra Marina Silva, publicou nota nesta sexta-feira, 31, informando que a criadora da Rede Sustentabilidade não vai apoiar a reeleição do governador Sebastião Viana (PT/AC) ao Palácio Rio Branco.
Em nota, a Assessoria afirma que até o momento, Marina ainda não manifestou a nenhuma opinião sobre as eleições no Estado do Acre.
Confira:
Nota
1. O PSB no Acre integra há muitos anos a coligação liderada pelo PT e participa do governo de Tião Viana (o vice-governador é filiado ao PSB). A Rede ainda está em constituição no Estado e não tem vínculos ou compromissos eleitorais. Seus organizadores tiveram posição de independência nas eleições municipais de 2012 e somente no segundo turno manifestaram apoio ao candidato do PT.
2. Para a eleição estadual deste ano, a Rede ainda não tomou qualquer deliberação. Nas reuniões com o PSB local, até agora, não se debateu esse assunto. O que ambos, PSB e Rede, manifestam é a disposição de fortalecer no Estado a aliança que constituíram em âmbito nacional.
3. A Rede no Acre, como nos demais Estados, guiará suas decisões pelas diretrizes da aliança programática que serão expostos no dia 4 de fevereiro próximo. Entre esses princípios está a necessidade de viabilizar uma alternativa à bipolarização que tem dominado a política no Brasil, paralisando o debate democrático e alimentando comportamentos fisiológicos a patrimonialistas.
4. Marina Silva, até o momento, não manifestou a ninguém qualquer opinião sobre as eleições no Acre. Atribuir-lhe intenções ou preferências é mera especulação. Ela segue fielmente o compromisso assumido com o PSB em outubro do ano passado: primeiro elaborar um programa para o Brasil; depois, com base nele e no tempo adequado, o debate sobre as eleições.
5. Marina Silva e o governador Eduardo Campos já esclareceram repetidas vezes: o compromisso programático nacional proporcionará consenso nas questões eleitorais nos Estados. Onde isso não ocorrer, por especificidades regionais, cada partido tem preservada sua independência e, num debate fraterno e respeitoso, buscará alternativas que sejam compatíveis com os princípios que sustentam a aliança firmada em 5 de outubro de 2013.
Assessoria de Comunicação da Marina Silva
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Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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