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Mais de 400 bolsistas do IDM podem ser prejudicados por indefinição do governo

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Mais de 400 bolsistas que desenvolvem suas atividades no Instituto Dom Moacyr, que foi extinto e deslocado por Decreto para Secretaria de Educação nesta sexta-feira, 18, conforme consta na edição do Diário Oficial, estão em estado de desespero sem ter perspectiva de terem seus pagamentos referente ao mês de janeiro efetivados.

Segundo apurou o sitio ac24horas, os bolsistas que trabalham na Unidade administrativa localizada na Cidade do Povo estão ‘largados”. Enquanto isso o prédio está literalmente abandonado, já tendo inclusive ocorrido diversos furtos de bens públicos. Da mesma forma está acontecendo com as escolas que são vinculadas ao Instituto.

ac24horas procurou o governo do Acre, que informou que o IDM mudou de nome, o que dificulta a continuação de convênios como o Pronatec. “O assunto está sendo resolvido, segundo o secretário de educação até a semana que vem uma solução será encontrada”, disse a assessoria.

Porém a assessoria informa que o convênio com o Pronatec não foi perdido. “É uma questão de readequação, que está sendo feita e tudo vai continuar funcionando, só que será pelo novo Instituto, que precisa estar vinculado à uma secretaria”, disse.

“O prazo que o secretário deu foi até a semana que vem a situação jurídica será resolvida, a partir daí será encaminhada à questão dos pagamentos”, disse.

LEIA MAIS: Gladson põe fim ao Instituto Dom Moacyr, criado pelo PT para ensino profissionalizante

Nesta sexta-feira, 18, com duas canetadas, o governador Gladson Cameli extinguiu o Instituto Dom Moacyr, criado na gestão de Binho Marques (PT) para promover a educação técnica e profissional no Estado do Acre. Chefe do Palácio Rio Branco publicou o decreto 66, deslocando, no âmbito da administração pública estadual direta e indireta, todas as atribuições e competências relativas à educação profissional e tecnológica para a Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte. No ano passado, Gladson já havia transformado o IDM em Instituto de Assistência e Inclusão Social (IAIS).

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Aviões usados para transportar drogas ao Brasil são destruídos no Peru. Vídeo

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Material cedido ao Metrópoles
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Uma operação conjunta entre autoridades do Brasil e do Peru, nesse domingo (15/2), interceptou uma estrutura utilizada pelo narcotráfico na fronteira com o Brasil.

A atuação destruiu três aviões de pequeno porte, uma pista de pouso clandestina e um laboratório para produção de cocaína em Ramón Castilla, no Peru. O material utilizado na produção de drogas também foi destruído.

De acordo com informações apuradas pelo Metrópoles, a estrutura estava localizada na comunidade indígena de Nueva Galilea e era diretamente vinculada à cadeia logística do tráfico internacional de drogas.

Segundo as autoridades, a droga produzida no local era enviada ao Brasil. Até o momento, não há informações de pessoas presas.

A Polícia Federal (PF) informou que a operação teve início a partir de informações de inteligência obtidas pela instituição e que apontaram a existência da pista clandestina. Com isso, a PF atuou junto a autoridades peruanas.

A operação contou com a atuação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) no Amazonas, da Companhia de Operações Especiais (COE) e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), bem como do Exército e da Divisão de Manobras Contra o Tráfico de Drogas do Peru.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Jogadores de time no Acre são acusados de estupro coletivo contra jovem; polícia investiga

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Devido à gravidade da situação e à necessidade de medicação, o depoimento foi colhido na Sala Lilás, espaço especializado para esse tipo de atendimento

Diante da repercussão, a diretoria do Vasco-AC se manifestou publicamente na tarde desta segunda-feira. Por meio de uma nota oficial, o clube declarou que já está ciente das graves acusações. Foto: ilustrativa  

Quatro integrantes do elenco da Associação Desportiva Vasco da Gama estão sendo investigados após uma mulher denunciar ter sido vítima de um estupro coletivo dentro das dependências do alojamento oficial da equipe. O episódio teria ocorrido na última sexta-feira (14).

De acordo com as informações preliminares, a vítima teria se deslocado até o local para um encontro consensual com um dos jogadores. No entanto, o relato aponta que, ao chegar ao destino, ela foi conduzida de forma coercitiva para um dormitório onde os demais atletas aguardavam, resultando nos abusos.

A Polícia Civil já iniciou as diligências por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). Até o momento, a justiça determinou a prisão preventiva de um dos envolvidos, que foi detido em flagrante e passou por audiência de custódia. Os outros três jogadores mencionados na denúncia seguem sob investigação.

De acordo com o que apurou o site Ac24Horas, no último sábado, a mulher chegou a comparecer a uma delegacia, mas acabou deixando o local antes de ser ouvida. O acolhimento oficial só aconteceu posteriormente, na Maternidade Bárbara Heliodora, quando policiais que estavam na unidade em outra missão notaram o estado emocional da vítima. Devido à gravidade da situação e à necessidade de medicação, o depoimento foi colhido na Sala Lilás, espaço especializado para esse tipo de atendimento.

Diante da repercussão, a diretoria do Vasco-AC se manifestou publicamente na tarde desta segunda-feira. Por meio de uma nota oficial, o clube declarou que já está ciente das graves acusações e que instaurou procedimentos administrativos internos para esclarecer a conduta de seus atletas.

Veja a nota na íntegra:

NOTA OFICIAL

A Associação Desportiva Vasco da Gama (AC) tomou conhecimento de informações divulgadas publicamente indicando o envolvimento de atletas vinculados ao clube em ocorrência sob apuração pelas autoridades competentes.

Diante da seriedade do assunto, a instituição informa que adotou medidas administrativas internas para apuração dos fatos e permanece à disposição para colaborar integralmente com as autoridades.
O clube reafirma seu compromisso com a integridade, o respeito e a observância das normas, ressaltando que qualquer conclusão sobre responsabilidade depende da apuração oficial, com garantia do devido processo legal.

Ao mesmo tempo, a Associação esclarece que não compactua com qualquer forma de violência e adotará as medidas cabíveis, no âmbito interno, conforme o andamento das investigações.
Por respeito às pessoas envolvidas e ao curso das apurações, a Associação não fará comentários adicionais neste momento.
Atualizações serão divulgadas exclusivamente por canais oficiais.

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Bombeiros resgatam mulher que caiu de cavalo em área rural de difícil acesso em Sena Madureira

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Vítima foi retirada em rede e transportada por via fluvial após cerca de duas horas de navegação pelo Rio Macauã; fortes chuvas dificultaram o acesso terrestre

A mulher recebeu os primeiros atendimentos ainda na propriedade. Para garantir a retirada com segurança, ela foi transportada em uma rede até a embarcação. Foto: captada 

Uma mulher foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros após sofrer uma queda de cavalo em uma colocação às margens do Rio Macauã, na zona rural de Sena Madureira. O atendimento foi realizado por militares do 6º Batalhão de Educação, Proteção e Combate a Incêndios Florestais (6º BEPCIF).

De acordo com a corporação, o local do acidente apresentava acesso extremamente difícil, agravado pelas fortes chuvas que atingem a região. Os ramais estavam intrafegáveis, o que obrigou a equipe a utilizar via fluvial para chegar até a vítima. Foram cerca de duas horas de navegação pelo Rio Macauã até o ponto mais próximo da ocorrência.

A mulher estava consciente e recebeu os primeiros atendimentos ainda na propriedade. Para a retirada segura, os bombeiros utilizaram uma rede como maca improvisada e a transportaram até a embarcação, enfrentando o terreno alagado e as condições climáticas adversas.

Após o resgate, a vítima foi levada ao Hospital João Câncio Fernandes, em Sena Madureira, onde passou por avaliação médica. O caso evidencia os desafios enfrentados pelas equipes de emergência em áreas rurais durante o período chuvoso, quando o acesso por terra fica comprometido e o socorro exige deslocamento fluvial.

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