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Mãe vegana é condenada à prisão perpétua após filho bebê morrer de desnutrição, nos EUA

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Menino de 18 meses pesava 8 kg e era do tamanho de uma criança de sete meses quando morreu; família comia apenas frutas e vegetais crus

Sheila O’Leary foi condenada à prisão perpétua Reprodução/TV

Sheila O’Leary, uma mulher vegana de 38 anos, foi condenada nesta segunda-feira à prisão perpétua pelo homicídio do filho, de um ano e meio. A criança morreu desnutrida após ter se alimentado apenas de frutas, vegetais crus e leite materno, em Lee County, na Flórida.

A mulher foi sentenciada por seis acusações: assassinato em primeiro grau, abuso infantil agravado, homicídio culposo, abuso infantil e duas por negligência infantil.

O marido de Sheila,  Ryan Patrick O’Leary, permanece na prisão enquanto aguarda julgamento pelas mesmas acusações.

De acordo com os promotores, a criança morreu por “complicações de desnutrição grave e desidratação”. A morte do menino aconteceu em 27 de setembro de 2019. Na época, segundo a polícia, ele estava com 18 meses e pesava 8 kg, mas era do tamanho de um bebê de sete meses.

— Esta criança não comeu. Ele morreu de fome durante 18 meses — disse Francine Donnorummo, chefe da unidade de vítimas especiais da Procuradoria do Condado de Lee, no julgamento.

Durante o processo, o casal admitiu que a família seguia uma dieta vegana rigorosa.

Os investigadores afirmaram que o casal e seus outros três filhos, de 3, 5 e 11 anos, se alimentavam apenas de frutas e vegetais crus, embora a criança morta também fosse alimentada com leite materno. As três irmãs da vítima também foram encontradas desnutridas.

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Mototaxista de aplicativo entra na contramão e causa grave acidente em avenida de Rio Branco

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Um grave acidente envolvendo duas motocicletas deixou três pessoas feridas na noite do último sábado (5), no cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a Rua Isaura Parente, no bairro Bosque, região central de Rio Branco (AC). A colisão foi causada por uma manobra irregular realizada por um mototaxista de aplicativo que trafegava na contramão.

Segundo testemunhas e informações confirmadas pelas autoridades no local, Eduardo Oliveira, de 24 anos, mototaxista por aplicativo, havia iniciado uma corrida com o passageiro Cristiano Lopes de Souza, de 23 anos. Poucos metros após o início da viagem, o passageiro percebeu que havia esquecido o cartão de crédito e solicitou que o motorista retornasse ao ponto de partida.

Na tentativa de atender ao pedido rapidamente, Eduardo realizou um retorno imprudente pela contramão da Avenida Getúlio Vargas. Durante a manobra, acabou colidindo frontalmente com uma motocicleta modelo Yamaha MT-09, de cor azul, que era conduzida por João Saldanha Peixoto, de 36 anos. O impacto violento arremessou os três envolvidos ao solo.

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte básico ao local. Cristiano, o passageiro, foi a vítima mais gravemente ferida, sofrendo fratura no fêmur, corte contuso no supercílio e múltiplas escoriações. Ele foi estabilizado pela equipe médica e encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco.

João Saldanha sofreu uma luxação no ombro esquerdo, além de escoriações, e também recebeu atendimento médico. Já Eduardo teve apenas ferimentos leves e permaneceu no local prestando assistência e esclarecimentos às autoridades.

O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN) isolou a área e realizou os procedimentos padrões até a chegada da equipe da Polícia Técnico-Científica, que ficou responsável pela perícia. A principal hipótese levantada até o momento é que a manobra em sentido contrário tenha sido a causa determinante do acidente.

As investigações prosseguem para apurar responsabilidades e eventuais implicações legais da conduta imprudente do condutor do aplicativo.

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Polícia apreende 36 quilos de drogas escondidos em sacos de farinha no Amazonas

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Carga incluía maconha skunk e cocaína em embarcação de Tefé para Manaus; cão policial Xerife ajudou na descoberta

Em uma operação realizada neste sábado (5), na Base Fluvial Arpão 3, em Coari (AM), a polícia apreendeu 36 quilos de drogas ocultos em sacos de farinha dentro de uma embarcação. A carga, avaliada em mais de R$ 885 mil, incluía 33 quilos de maconha tipo skunk e 3 quilos de cocaína, transportados da cidade de Tefé para Manaus.

A ação faz parte da operação Protetor das Fronteiras/Fronteira Mais Segura, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). O cão policial Xerife teve papel crucial na descoberta, ao sinalizar a presença de entorpecentes no convés da embarcação F/B América.

As drogas estavam distribuídas em oito sacos, camufladas em meio a um carregamento de farinha. Ninguém foi preso no momento da apreensão, mas as investigações continuam para identificar os responsáveis pelo transporte ilegal. A SSP-AM reforçou o compromisso de combater o tráfico de drogas nas rotas fluviais do estado.

 

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Policial Militar e Agente Penal entre presos por esquema de extorsão a garimpeiros no Pará

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Grupo se passava por agentes do Ibama e exigia R$ 900 mil para “suspender fiscalizações”; vítimas desconfiaram e ameaçaram linchamento

Sete pessoas, incluindo um policial militar e um agente penal, foram presas suspeitas de integrar um esquema de extorsão contra garimpeiros no distrito de Moraes Almeida, em Itaituba (sudoeste do Pará). De acordo com investigações, o grupo se fazia passar por fiscais do Ibama e cobrava cerca de R$ 900 mil em troca de interromper supostas operações ambientais na região.

O crime foi descoberto após um dos empresários do garimpo adiantar R$ 300 mil aos criminosos. No entanto, ao retornarem para receber o restante, os garimpeiros exigiram documentos que comprovassem a identidade dos falsos agentes. Sem conseguir apresentar as credenciais, os suspeitos foram ameaçados de linchamento, e a Polícia Militar precisou intervir para evitar a violência.

Na delegacia, o delegado responsável constatou que o mesmo grupo já havia agido de forma semelhante em garimpos de Uruará, meses antes. Eles foram autuados por extorsão, fraude, falsidade ideológica e associação criminosa, sendo encaminhados ao sistema prisional.

A polícia segue apurando se há mais vítimas e possíveis ligações com outros crimes na região

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