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Brasil

Lula empata com Bolsonaro e mais 4 em segundo turno em 2026, diz Quaest

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Uma nova rodada da pesquisa Quaest divulgada nesta quinta (5) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empataria com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que segue inelegível pela Justiça, se as eleições de 2026 fossem hoje. O levantamento mostra ambos com 41% das intenções de voto.

De acordo com a Quaest, as intenções de voto em Lula em um eventual segundo turno com Bolsonaro caíram 3 pontos percentuais na comparação com o apurado em março (44%), enquanto que o ex-presidente subiu 1%.

Lula (PT): 41% (entre 39% e 43%);

Bolsonaro (PL): 41% (entre 39% e 43%);

Indecisos: 5%;

Branco/nulo/não vai votar: 13%.

O instituto ouviu 2.004 pessoas entre os dias 29 de maio e 1º de junho em 120 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%.

A nova rodada da Quaest apontou que 66% dos entrevistados afirmam que Lula não deveria se candidatar à reeleição em 2026, um crescimento de 4 pontos na comparação com a pesquisa anterior de março. Isso se reflete no percentual daqueles que são favoráveis à sua reeleição, que passou de 35% para 32%.

Isso se reflete na queda das intenções de voto da pesquisa divulgada nesta quinta (5) na comparação com a anterior de março, além do aumento da desaprovação de Lula por mais da metade dos brasileiros, acima dos índices de aprovação.

No entanto, o ex-presidente Bolsonaro – que segue inelegível pela Justiça – também tem uma alta rejeição para tentar se candidatar no ano que vem: 65% afirmam que ele deveria abrir mão da candidatura agora e apoiar outro candidato. Já 26% são favoráveis que ele mantenha a intenção de disputar um segundo mandato.

Amplo empate técnico

Caso ele venha a desistir de se candidatar, os brasileiros ouvidos pela Quaest apontam o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) (17%), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) (16%) e o governador paranaense Ratinho Jr. (PSD-PR) (11%) como os principais nomes da direita para disputar a presidência em 2026.

Em uma eventual disputa de segundo turno, Lula empataria tecnicamente com Tarcísio, Michelle, Ratinho Jr. e Eduardo Leite (PSD-RS), mas sairia à frente dos demais candidatos que podem se lançar pela oposição para as eleições do ano que vem.

Disputa com Tarcísio

Lula (PT): 41% (entre 39% e 43%);

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 40% (entre 38% e 42%);

Indecisos: 5%;

Branco/nulo/não vai votar: 14%.

Na comparação com a pesquisa anterior, as intenções de voto em Lula recuaram 2 pontos percentuais (portanto, dentro da margem de erro), enquanto que Tarcísio avançou 3 pontos.

Disputa com Michelle

Lula (PT): 43% (entre 41% e 45%);

Michelle Bolsonaro (PL): 39% (entre 37% e 41%);

Indecisos: 4%;

Branco/nulo/não vai votar: 14%.

Com a ex-primeira-dama, Lula teve um recuo de 1 ponto na comparação com a pesquisa anterior, e Michelle avançou 1.

Disputa com Ratinho Jr.

Lula (PT): 40% (entre 38% e 42%);

Ratinho Jr. (PSD): 38% (entre 36% e 40%);

Indecisos: 5%;

Branco/nulo/não vai votar: 17%.

O governador paranaense avançou 3 pontos na comparação com a pesquisa anterior, enquanto que Lula recuou 2 (dentro da margem de erro).

Disputa com Eduardo Leite

Lula (PT): 40% (entre 38% e 42%);

Eduardo Leite (PSD): 36% (entre 38% e 34%);

Indecisos: 5%;

Branco/nulo/não vai votar: 19%.

Não foi apresentada a evolução das intenções de voto de Leite no período

FONTE: GAZETA DO POVO

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Tiroteio com reféns e mortes na Bahia suspende funcionamento de ônibus

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O2O Creative/Getty Images
Foto genérica de sirene para matérias policiais

Uma noite marcada por tiros, reféns e confronto policial mudou a rotina de moradores de Santa Cruz, bairro de Salvador, Bahia, e impactou diretamente o transporte público da região. Desde as 21h de segunda-feira (2/3), os ônibus que atendem o bairro passaram a ter como fim de linha provisório a frente do Parque da Cidade, no Itaigara, por medida de segurança, segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade de Salvador (Semob).

Às 20h de segunda-feira, a Polícia Militar e a Rondesp Atlântico foram recebidas a tiros durante averiguação de denúncia sobre homens armados na área. De acordo com informações da PM, cinco suspeitos invadiram uma residência e fizeram cinco reféns, entre eles uma criança. O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) assumiu a negociação por volta das 22h. A rendição e a liberação das vítimas ocorreram à 1h20 desta terça-feira (3).

Dois suspeitos foram baleados no confronto e morreram no hospital.

Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

Temporais atingem parte do país nesta terça-feira (3); veja onde

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William Cardoso/Metrópoles
Chuva em SP

Diversas regiões do Brasil seguem sendo atingidas por temporais nesta terça-feira (3/3). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de chuva intensa para diversos estados no Nordeste do país.

Segundo o órgão, o fenômeno é provocado pela baixa pressão que atua no oceano e serve de suporte para as chuvas. Elas serão moderadas e pontualmente fortes, com rajadas de vento.

Nessas regiões, o acumulado de chuvas será superior a 100 milímetros por dia, com risco de alagamentos e transbordamento de rios.

Conforme o Inmet, a região continua sob influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que proporciona mais chuvas na faixa norte do Maranhão e do Ceará, e a própria influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) que está um pouco mais ao sul dessa área, mas dá suporte para umidade.

Estamos como Bahia, Tocantins, sul do Pará e Piauí estão sob atuação da ZCAS. Por essa influência, haverá potencialização da severidade de chuvas na faixa. O triângulo mineiro também pode ser afetado pela condição.

Já na porção do centro ao sul do país, a tendência é de diminuição das chuvas, após as tragédias climáticas que causaram mortes e destruição em Minas Gerais. No Rio de Janeiro, o dia seguirá de sol com algumas nuvens e chuvas passageiras. Na parte da noite, a previsão é de muitas nuvens, mas tempo firme. A mínima poderá chegar aos 18°C e a máxima 31°C.

O dia também será de céu limpo em São Paulo, com termômetros variando de 15°C a 28°C. A manhã será de névoa na cidade.

Na Região Sul, há uma linha de instabilidade, um Cavado, atuando na área. No entanto, as pancadas de chuva devem acontecer de forma isolada. Em Porto Alegre, a mínima será de 19°C e a máxima de 32°C, com nenhuma probabilidade de chuva.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

Fazenda relaciona juro elevado com desaceleração do PIB de 2025

Publicado

em

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Imagem colorida da fachada do Ministério da Fazenda, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF) - Metrópoles

O Ministério da Fazenda destacou que a desaceleração da economia em 2025, com crescimento de 2,3% ante 3,4% em 2024, tem relação direta com os juros, considerados pela pasta como elevados no Brasil.

“Esse movimento indica que a política monetária contracionista exerceu impacto relevante sobre a atividade, contribuindo para o fechamento do hiato do produto, conforme estimativas da SPE”, informou o ministério em nota técnica elaborada pela Secretaria de Política Econômica (SPE).

A taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 15% ao ano. O patamar é definido pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC).

A crítica ao atual patamar da taxa de juros da economia é recorrente por parte da Fazenda.

Em entrevista coletiva em novembro passado, o secretário de Política Econômica da Fazenda, Guilherme Mello, apresentou números que demonstravam a redução no crescimento da economia e projeção da inflação, bem como queda no ritmo de geração de empregos.

Mello argumentou que os números, sobretudo os que indicavam a “convergência da inflação para a meta”, ou seja, um argumento para que o Copom baixasse os juros, uma vez que a Selic é utilizada para controlar a inflação no país.

“Essa trajetória é compatível, portanto, com uma flexibilização da política monetária, porque hoje ela está no campo significativamente ou extremamente restritivo”, afirmou Mello.

O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reforçou no último dia 6 a necessidade de baixar os juros no país. “Nós temos de ir para o juro de um dígito e nunca mais pensar em juro de dois dígitos no Brasil”, defendeu.

O Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 foi puxado principalmente pela agropecuária, que cresceu 11,7%. Serviços e indústria avançaram 1,8%, e 1,4%, respectivamente. Em valores absolutos, o PIB somou R$ 12,7 trilhões.

Veja as variações do PIB por setores em comparação a 2024:

  • Indústria: 1,4%;
  • Serviços: 1,8%;
  • Agropecuária: 11,7%;
  • Consumo das famílias: 1,3%;
  • Consumo do governo: 2,1%;
  • Investimentos: 2,9%;
  • Exportações: 6,2%;
  • Importação: 4,5%.

Projeções

O resultado de 2,3% veio em linha com a mediana das projeções. A expectativa do governo era que o índice ficasse em 2,3%. O número foi revisado para cima pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, no último dia 6. A projeção anterior era 2,2%. A previsão do Banco Central também era uma alta de 2,3%.

2026

A economia brasileira deve continuar o processo de desaceleração neste ano. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) espera um crescimento do PIB na casa de 1,6% em 2026, mesmo patamar previsto pelo BC.

O Ministério da Fazenda acredita em um avanço de 2,3% na economia. Já os analistas do mercado ouvidos pelo Banco Central na elaboração do Boletim Focus, indicam avanço de 1,82%.

Em atualização.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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