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Brasil

Lula é o primeiro presidente da historia a ser banido de Israel por comentários polêmicos associando a guerra em Gaza a Hitler

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 Israel declara Lula “Persona Non Grata” após declarações controversas durante visita à Etiópia

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva02/02/2024 REUTERS/Carla Carniel

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva 02/02/2024 REUTERS/Carla Carniel

Israel tomou uma medida sem precedentes ao banir o Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva do país, após comentários feitos durante uma visita à Etiópia, nos quais associou a guerra em Gaza a ações perpetradas por Hitler durante o Holocausto.

Durante sua estadia na Etiópia, Lula proferiu declarações que ecoaram em todo o mundo e geraram indignação entre líderes políticos e comunidades judaicas. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus”, disse o ex-presidente brasileiro.

Essas palavras foram consideradas altamente ofensivas e insensíveis pela comunidade internacional, especialmente em Israel, onde o Holocausto é lembrado com grande pesar e respeito. O governo israelense rapidamente respondeu, declarando Lula como “Persona Non Grata” e proibindo-o de fazer viagens oficiais ao país até que se desculpe publicamente e retrate-se de suas declarações.

O porta-voz do governo israelense, Avi Goldberg, emitiu uma declaração oficial condenando veementemente as palavras de Lula, descrevendo-as como “desrespeitosas e irresponsáveis”. Goldberg acrescentou que as declarações do ex-presidente brasileiro minaram a memória das vítimas do Holocausto e não condizem com a postura esperada de um líder político mundialmente reconhecido.

A decisão de banir Lula de Israel provocou reações diversas ao redor do mundo. Enquanto alguns apoiaram a medida como uma resposta necessária a comentários insensíveis, outros criticaram Israel por limitar a liberdade de expressão de um líder político proeminente.

Lula ainda não emitiu uma resposta oficial à proibição de sua entrada em Israel, mas seus aliados próximos afirmaram que ele está considerando suas opções legais e diplomáticas para resolver a situação. Enquanto isso, o debate sobre liberdade de expressão versus respeito histórico continua aceso, com muitos observadores pedindo por uma reflexão mais profunda sobre o peso das palavras de líderes políticos em assuntos sensíveis como o Holocausto e o conflito entre Israel e Palestina.

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Brasil

Criança morre após ser atendida em UPA no interior do Pará

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Uma menina de apenas um ano e oito meses, identificada como Sofia Gabriela, morreu na noite desta quinta-feira (3) após ser atendida na Unidade de Pronto Atendimento.

(UPA) do Icuí, em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. A criança havia dado entrada na unidade de saúde com sintomas de diarreia e vômito. A morte foi confirmada pela família por volta das 20h30. Houve confusão na porta da unidade de saúde.

A Polícia Militar e a Guarda Municipal foram acionadas.De acordo com relatos da família, a pequena Sofia começou a passar mal ainda pela manhã. Por volta das 9h, os pais a levaram até a UPA do Icuí, onde ela recebeu medicação e foi liberada para retornar para casa. No entanto, segundo o pai da menina, o mecânico Matheus do Remédios dos Santos, de 22 anos, o estado de saúde da criança piorou logo após o retorno.

Diante do agravamento do quadro, a família retornou com a criança à UPA. Lá, ela foi medicada novamente e levada para a sala vermelha, área destinada a pacientes em estado grave, mas, segundo os familiares, sem o acompanhamento de nenhum responsável.

Sofia Gabriela era asmática, mas considerada uma criança saudável e ativa pela família. Os parentes afirmam não entender o que, de fato, aconteceu dentro da unidade de saúde.

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Brasil

Idoso de 72 anos é preso por estupro de duas filhas após 13 anos foragido

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Crimes ocorreram em Minas Gerais quando vítimas tinham 13 e 15 anos; operação conjunta entre MG e TO prendeu suspeito no Tocantins

Um homem de 72 anos foi preso nesta quinta-feira (3) em Araguaína (TO), acusado de estupro de vulnerável contra suas duas filhas, então com 13 e 15 anos. Os crimes ocorreram em Gurinhatã (MG) em 2010, e o suspeito estava foragido desde então.

A captura foi realizada por meio de compartilhamento de informações entre as Polícias Civis de Minas Gerais e Tocantins, no âmbito da Operação Protetor. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela Vara da Infância e da Juventude de Ituiutaba (MG).

Detalhes do caso

  • O nome do acusado não foi divulgado para preservar a identidade das vítimas
  • Ele foi localizado no norte do Tocantins e levado para a Unidade Penal de Araguaína
  • Agora, aguarda transferência para Minas Gerais para responder à Justiça

O caso choca pela violência prolongada e pelo tempo de fuga do acusado, que finalmente foi alcançado pelas forças de segurança.

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Roraima: Justiça quer intensificar fiscalização de combustível de aviação

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A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal concedeu decisão liminar obrigando a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a apresentar, no prazo de 30 dias, cronograma detalhado de fiscalização de revendedores e pontos de abastecimento de combustíveis de aviação em Roraima.

Conforme a decisão, proferida pelo juízo da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Roraima, a autarquia deve suspender as autorizações de funcionamento de todas as pessoas jurídicas que estejam operando em desconformidade com a legislação vigente ou fornecendo apoio logístico à atividade ilegal de mineração no estado.

De acordo com ação, a ANP negligenciou a fiscalização do Mapa de Movimentação de Combustível de Aviação (MMCA), deixou de promover rastreabilidade nas vendas de gasolina de aviação (AVGAS) e manteve registros de postos que sequer existiam fisicamente. Mesmo após autuações, empresas reincidentes continuaram operando sem impedimentos, em alguns casos rompendo lacres de interdição e adquirindo grandes volumes de combustível. A revendedora Pioneiro Combustíveis Ltda., por exemplo, foi citada como uma das empresas que continuaram em atividade mesmo após sanções administrativas.

Além da liminar já deferida, o MPF requer, no mérito da ação, a condenação da ANP à adoção de medidas estruturantes, incluindo: implementação de mecanismos de rastreabilidade de combustíveis de aviação; criação de sistema informatizado e transparente de controle de vendas; imposição de sanções proporcionais às infrações apuradas; atuação preventiva e não apenas reativa na repressão às irregularidades; e o pagamento de R$ 100 mil por dano moral coletivo, valor a ser revertido ao Fundo Nacional de Reparação dos Direitos Difusos.

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