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Leilão no Acre terá 103 lotes entre carros e motocicletas classificados como “recuperáveis” com lances a partir de R$ 542 e R$ 5,7 mil

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O evento acontecerá no dia 17 de janeiro, com início previsto para as 9 horas da manhã, oferecendo 103 lotes entre carros e motocicletas classificados como “recuperáveis”

A iniciativa é uma oportunidade tanto para quem busca veículos a preços acessíveis quanto para o Detran-AC, que visa regularizar a situação dos bens acumulados. Foto: ilustrativa

O Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran-AC) realizará um leilão eletrônico para alienação de veículos apreendidos em operações de trânsito na cidade de Brasiléia. O evento acontecerá no dia 17 de janeiro, com início previsto para as 9 horas da manhã, oferecendo .

Os veículos disponíveis no leilão incluem exemplares com placas do Acre e Rondônia, com valores iniciais que variam de R$542,20 a R$5.737,30. Os interessados em verificar os lotes pessoalmente poderão visitar o local nos dias 14, 15 e 16 de janeiro, em dois horários: das 8h às 11h30 e das 14h às 16h30.

Os itens disponíveis no leilão incluem veículos removidos, abandonados, acidentados ou recolhidos por diferentes motivos, que não foram retirados pelos proprietários dentro dos prazos legais. A iniciativa é uma oportunidade tanto para quem busca veículos a preços acessíveis quanto para o Detran-AC, que visa regularizar a situação dos bens acumulados.

Para participar, os interessados devem acompanhar as instruções do pregão eletrônico e verificar os detalhes sobre os veículos antes do evento.

Baixe o edital AQUI

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Papel higiênico, água e macarrão: o que já falta nos mercados da Venezuela

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Repórter da CNN revela que houve corrida ao comércio após ação dos EUA

Supermercados vazios, postos de gasolina com filas e população apreensiva marcam o cenário na Venezuela após o ataque dos Estados Unidos e a captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na madrugada deste sábado (3).

Na ilha de Margarita, estado de Nova Esparta, os estabelecimentos comerciais enfrentam uma corrida de consumidores preocupados com possíveis desabastecimentos nos próximos dias. “Esta é uma ilha em que praticamente toda a comida vem de importação. Por isso há preocupação pelo que pode acontecer, de que a comida possa faltar”, relata Daniella Zambrano, correspondente da CNN em território venezuelano.

A situação na capital Caracas não é diferente. Enquanto alguns grupos de apoiadores de Maduro, conhecidos como “coletivos” – grupos armados à margem da lei – circulam em motocicletas ao redor do Palácio de Miraflores, a maioria da população está recolhida em suas casas ou buscando abastecer-se com produtos de primeira necessidade.

Clima de apreensão e incerteza

O medo de expressar opiniões políticas é evidente entre os venezuelanos. “Há muito medo em Caracas de expressar os sentimentos pelo que acontece no país. Por quê? Porque no ano passado, depois das eleições presidenciais, mais de 2 mil pessoas foram presas”, explica Zambrano. Ainda assim, quando questionados reservadamente, muitos cidadãos afirmam que “isto é o que estavam esperando, uma mudança de governo na Venezuela”.

A vice-presidenta Delcy Rodríguez fez apenas um contato telefônico com a televisão estatal para solicitar “uma prova de vida” de Maduro. Enquanto isso, líderes opositores, como Edmundo González Urrutia, que competiu nas eleições contra Maduro, e María Corina Machado, manifestaram-se através das redes sociais, indicando que o país passa por “tempos difíceis”, mas expressando confiança na transição política.

Impactos no transporte e abastecimento

A situação também afeta o transporte aéreo. Embora o aeroporto internacional de Maiquetía não tenha sido bombardeado, a Administração Federal dos Estados Unidos emitiu um alerta sobre o risco de sobrevoar o espaço aéreo venezuelano. O aeroporto militar de La Carlota, no entanto, teria sido atingido durante os ataques.

“Não há importação de alimentos após o que aconteceu. Há preocupação porque esta é uma ilha turística e a gente não sabe quando poderemos voltar para casa”, relata a correspondente Daniella Zambrano, destacando que as linhas aéreas internacionais já não voavam sobre o território venezuelano antes dos ataques, e agora as companhias nacionais também enfrentam restrições.

Produtos como papel higiênico, farinha de milho (principal alimento do café da manhã venezuelano), massas, frango, carne, leite e outros itens básicos estão entre os primeiros a desaparecer das prateleiras. Segundo relatos locais, em alguns estabelecimentos só restam biscoitos e itens semelhantes.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que novos ataques poderiam ocorrer “se fosse necessário”, aumentando ainda mais a tensão e a incerteza entre os venezuelanos que agora aguardam os desdobramentos desta crise sem precedentes.

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Trump faz alerta ao presidente da Colômbia após captura de Maduro

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O republicano afirmou que Gustavo Petro “está produzindo cocaína e enviando aos EUA” e, por isso, “tem que ficar esperto”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, “tem que ficar esperto” após a captura do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, pelas forças americanas.

“Ele [Gustavo Petro] tem rotas de cocaína, tem fábricas onde é produzida cocaína, então eu mantenho o que eu disse anteriormente: ele está produzindo cocaína e depois enviando para os EUA, então, sim, tem que ficar esperto”, respondeu após pergunta de um jornalista.

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Captura de Nicolás Maduro gera reações de políticos do Acre entre celebração e alerta de segurança

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Senadores Márcio Bittar e Alan Rick associam queda do regime ao enfraquecimento do crime organizado na Amazônia; governador Gladson Cameli coloca fronteira em estado de atenção

Por ser um estado estratégico e lidar diretamente com a crise humanitária venezuelana, os parlamentares e o governo dividiram-se entre a celebração do fim do regime e a preocupação com a segurança. Foto: captada

A notícia da captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos, na madrugada deste sábado (3), gerou reações imediatas entre lideranças políticas do Acre. Senadores e deputados celebraram o que chamaram de “vitória da liberdade sobre a tirania”, enquanto o governo estadual reforçou o estado de alerta na fronteira.

O senador Márcio Bittar (União) classificou o evento como um “divisor de águas” e afirmou: “Enquanto a esquerda brasileira e o PT de Lula financiavam e defendiam esse criminoso, o presidente Trump cumpriu sua promessa”. O senador Alan Rick (União) associou a prisão à segurança regional: “A prisão é fundamental para a estabilidade da segurança no Brasil, devido às denúncias de envolvimento do regime com o tráfico de drogas que chega às nossas fronteiras”.

Já o governador Gladson Cameli adotou tom institucional, confirmando que o Acre está em estado de atenção e pronto para “colaborar com ações humanitárias e a segurança na fronteira”, diante da possibilidade de desdobramentos no fluxo migratório. O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, comemorou de forma sucinta: “Maduro cai”.

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