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Kinho Brito deve realizar mudanças na equipe do Humaitá

Foto Manoel Façanha: Kinho Brito deve definir os titulares somente no dia da partida
O técnico Kinho Brito comanda um treino tático na tarde desta terça, 23, no campo do Airton, e começa a definir o Humaitá visando o confronto contra o Rio Branco. A partida na quinta, 25, às 15h30, no Florestão, pode definir um classificado para as competições nacionais em 2025.
“Neste momento é preciso pensar com calma. Erramos demais e o jogo contra o Rio Branco é fundamental até para sequência da temporada”, declarou Kinho Brito.
Vitinho e Felipe Augusto
O lateral Vitinho e o atacante Felipe Augusto, ambos suspensos, são os desfalques do Humaitá. Contudo, o treinador do Tourão poderá contar com a volta do volante Psica.
Precisa vencer
O Humaitá ocupa a 3ª colocação no returno com 6 pontos e precisa ganhar para garantir uma vaga nas competições nacionais e se manter na disputa pelo título Estadual.
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Câmara dos Deputados abre concurso com salários de até R$ 21 mil e provas em Rio Branco
Seleção oferece vagas para níveis médio e superior; inscrições começam em fevereiro e processo terá aplicação de provas na capital acreana

Para participar da seleção, é exigido diploma de curso superior em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B ou superior. Foto: captada
A Câmara dos Deputados lançou edital de concurso público com salários que podem chegar a R$ 22 mil para cargos de nível superior. As provas serão aplicadas em diversas capitais, incluindo Rio Branco, o que deve atrair candidatos de todo o Acre e região. A Casa já abriu as inscrições para o certame destinado ao cargo de Técnico Legislativo – Policial Legislativo Federal, com salário inicial de R$ 21.328,08, valor que já inclui o adicional de periculosidade.
O concurso oferece 40 vagas imediatas e prevê a formação de cadastro de reserva com outras 40 vagas. As inscrições podem ser feitas até 20 de fevereiro, com taxa de R$ 150, cujo pagamento deve ser efetuado até 12 de março.
Etapas do concurso
A seleção será realizada em duas etapas. A primeira inclui provas objetiva e discursiva, teste de aptidão física, sindicância de vida pregressa e investigação social, além de avaliação psicológica inicial e exames de saúde física e mental. A segunda etapa é composta pelo programa de formação profissional, que também prevê nova avaliação psicológica.
Vagas reservadas e requisitos
Do total de vagas imediatas, o edital reserva duas para pessoas com deficiência, 10 para candidatos pretos e pardos, uma para candidato indígena e uma para candidato quilombola. Todos os aprovados serão lotados exclusivamente no Departamento de Polícia Legislativa, em Brasília (DF).
Para participar da seleção, é exigido diploma de curso superior em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B ou superior.
Cronograma
- Inscrições e pedido de isenção: 29/01 a 20/02/2026
- Verificação de foto: 23 e 24/02/2026
- Situação provisória da isenção: 27/02 a 03/03/2026
- Recurso contra indeferimento da isenção: 02 e 03/03/2026
- Situação final da isenção: 10/03/2026
- Pagamento da taxa: até 12/03/2026
- Situação provisória do atendimento especializado: 20 a 24/03/2026
- Recurso contra indeferimento do atendimento especializado: 23 e 24/03/2026
- Situação final do atendimento especializado: 01/04/2026
- Divulgação dos locais de prova: 10/04/2026
- Provas objetiva e discursiva: 26/04/2026
- Gabaritos preliminares: 28/04/2026
- Recursos contra gabaritos: 29 e 30/04/2026
- Resultado final da prova objetiva: 22/05/2026
- Convocação para próximas etapas: 02/06/2026
As provas objetiva e discursiva estão marcadas para o dia 26 de abril e serão aplicadas em todas as capitais do país, incluindo Rio Branco.
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Anvisa proíbe suplementos com propagandas irregulares; veja quais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nessa sexta-feira (30/1), a apreensão de suplementos alimentares da marca Glicojax e Durasil. De acordo com órgão, os produtos por conter origem desconhecida e realizar de propaganda irregulares.
Veja quais são os produtos:
O produto Glicojax, de empresa desconhecida, está proibido de ser fabricado, divulgado, distribuído ou comercializado. A justificativa é de que o suplemento realiza propaganda com atribuição de propriedades terapêuticas não permitida para alimentos, incluindo suplementos alimentares.
Entre as atribuições estão: “Auxílio no controle da glicose sanguínea”, “suporte cardiovascular”, “suporte à saúde metabólica”, “controle a diabetes em 3 passos”.
Todos os suplementos em gotas da marca Durasil, também de empresa desconhecida, estão sob a mesma suspensão. Segundo a Anvisa, os produtos também apresentam propagandas irregulares com alegações terapêuticas como alívio da dor, ereção mais forte e melhora da função erétil.
A agência proibiu comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso das mercadorias por causa das regras infringidas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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MP Militar deve pedir expulsão de Bolsonaro do Exército nesta semana

O Ministério Público Militar deve protocolar nesta semana pedido ao Superior Tribunal Militar (STM) para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros militares condenados pela suposta “trama golpista” — o ex-comandante da Marinha Almir Garnier e os generais Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto — sejam expulsos das Forças Armadas.
O Poder Judiciário volta ao funcionamento normal nesta segunda-feira (2/2).
Bolsonaro e os outros militares citados foram condenados segundo o Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado, pela tentativa de ‘golpe de Estado’ após as eleições de 2022.
Veja as penas dos militares estabelecidas pelo STF
- Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército e ex-presidente da República: 27 anos e três meses de prisão;
- Walter Braga Netto, general da reserva do Exército: 26 anos de prisão;
- Almir Garnier, almirante e ex-comandante da Marinha: 24 anos de prisão;
- Augusto Heleno, general da reserva do Exército: 21 anos de prisão;
- Paulo Sérgio Nogueira, general da reserva do Exército: 19 anos de prisão.
O Código Penal Militar estabelece que militares condenados a penas privativas de liberdade superiores a dois anos sejam punidos com a a chamada “indignidade para o oficialato”, que resulta na perda de posto e patente, e consequentemente, na exclusão das Forças Armadas, seguindo o devido processo de julgamento.
Segundo levantamento do Metrópoles, na coluna Grande Angular, o STM cassou patentes em 85% dos processos sobre indignidade para o oficialato, entre 2018 e 2025.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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