Acre
Justiça torna ré presidiária que matou idoso na Praia do Amapá

A presidiária Kely Gomes de Almeida, de 26 anos, passou a ser ré por homicídio qualificado pela morte do idoso Sebastião Gonzaga, de 64 anos.
A decisão é do Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar Alesson Braz, que aceitou a denúncia do Ministério Público Estadual.
Kely Gomes, foi presa pela polícia militar na manhã do dia 28 de fevereiro deste ano, logo após atirar contra o idoso Sebastião Gonzaga de Lima de 64 anos.
O crime aconteceu na Travessa Amapá, no Loteamento Praia do Amapá, região do Taquari, em Rio Branco.
A vítima, que trabalhava como motorista de aplicativo em uma motocicleta, chegou a ser socorrida pela ambulância de suporte avançado do SAMU.
Mas não resistiu aos ferimentos e, morreu dias depois na Unidade de Terapia Intensiva do Pronto Socorro de Rio Branco.
Inicialmente, a acusada foi indiciada por latrocínio, mas a versão de roubo seguido de morte, foi descartada após a conclusão do inquérito.
Ao receber a denúncia, o magistrado disse que materialidade do crime evidencia-se pelo boletim de ocorrência, enquanto, os indícios de autoria demonstram-se pelos depoimentos de testemunhas e ainda pelo interrogatório da denunciada.
Em maio do ano passado, Kely Gomes, venceu o concurso de homem trans mais belo do presídio. O próximo passo do processo será marcar a audiência de instrução e julgamento do processo.
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Acre
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Aplicativo funciona com acesso pelo computador ou celular e fornece auxílio para pessoas surdas, cegas, com baixa visão, dislexia e outras necessidades
O uso da tecnologia para garantir direitos e promover inclusão é o objetivo do novo sistema adotado pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que amplia a acessibilidade no site da instituição. O aplicativo facilita a navegação de pessoas surdas, cegas, com baixa visão, dislexia, transtorno do déficit de atenção e outras necessidades.
A ferramenta, chamada Rybená, pode ser utilizada tanto no computador quanto no celular. Com a extensão, textos em português são traduzidos para Libras. O sistema também conta com recurso de voz, que sintetiza o conteúdo selecionado, além de funcionalidades voltadas a pessoas com deficiência visual, como descrição de imagens, ajuste de contraste e saturação, e personalização de cores em textos, fundos e títulos.
Ao empregar tecnologia, o TJAC busca ampliar a inclusão e o acesso à informação, além de atender às orientações e normativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A iniciativa também contribui para uma comunicação mais clara, com linguagem simples, promovendo a inclusão de forma mais ampla.
Com a modernização, o Judiciário acreano atende a um dos principais princípios do modelo de excelência em gestão, implantado pelo presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, que é a priorização das pessoas que necessitam dos serviços da Justiça.
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