Brasil
Jovem acreano que servia no Exército morre após tiro acidental durante treinamento em Fortaleza
Fladison Caetano foi atingido na cabeça ao manusear arma; família busca ajuda para transladar corpo ao Acre

Durante um treinamento de instrução de tiros. De acordo com as informações divulgadas, o jovem foi atingido por um disparo na cabeça enquanto manuseava uma arma de fogo. Foto: captada
O jovem acreano Fladison Caetano, que servia no Exército Brasileiro em Fortaleza, morreu no último sábado (13) após ser atingido por um disparo na cabeça durante um treinamento de instrução de tiro. As circunstâncias do acidente ainda estão sob apuração.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que Fladison manuseia uma arma e, em seguida, ocorre o disparo. A família aguarda detalhes oficiais sobre o ocorrido e já iniciou uma mobilização para cobrir os custos do translado do corpo de Fortaleza para o Acre, onde será sepultado.
De acordo com parentes, os gastos com funeral e transporte interestadual são elevados, e por isso foi criada uma vaquinha virtual. Doações podem ser feitas via PIX para a chave 359.824.112-72, em nome de Maria Alzerina da Conceição Caetano, mãe do soldado.
O Exército ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, que deve ser investigado internamente. Fladison era natural de Rio Branco e integrava uma unidade militar no Ceará. A morte repercutiu entre amigos e familiares, que lamentam a perda do jovem militar.

Segundo os parentes, os custos com o serviço funerário e o transporte interestadual são elevados, o que motivou a criação de uma vaquinha. Foto: captada
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Nasa lança a primeira missão lunar tripulada em meio século
Quatro astronautas decolaram da Flórida nesta quarta-feira (1ª) na missão Artemis 2, da Nasa, em uma viagem de 10 dias de alto risco ao redor da Lua que marca o passo mais ousado dos Estados Unidos para o retorno de humanos à superfície lunar nesta década antes do primeiro pouso tripulado da China.
O foguete do Sistema de Lançamento Espacial (SLS) da Nasa, acoplado à cápsula da tripulação Orion, ganhou vida pouco antes do pôr do Sol no Centro Espacial Kennedy para levar sua primeira tripulação de três astronautas norte-americanos e um canadense ao espaço, em uma subida estrondosa que deixou para trás uma imponente coluna de um espesso vapor branco.
A tripulação da Artemis 2, composta pelos astronautas da Nasa Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch e pelo astronauta da Agência Espacial Canadense Jeremy Hansen, preparou-se para uma expedição de quase 10 dias ao redor da Lua, levando-os mais longe no espaço do que os humanos jamais foram.
Após quase três anos de treinamento, eles são o primeiro grupo a voar no programa Artemis da Nasa, uma série de missões multibilionárias criada em 2017 para construir uma presença de longo prazo dos EUA na Lua a partir da próxima década.
O lançamento constitui um marco importante de mais de uma década para o foguete SLS da agência espacial dos EUA, entregando aos seus principais contratantes, Boeing e Northrop Grumman, a validação de que o sistema de 30 andares de altura pode transportar com segurança seres humanos para o espaço. A Nasa depende cada vez mais de foguetes mais novos e baratos da SpaceX de Elon Musk e de outros.
Construída para a Nasa pela Lockheed Martin, a cápsula Orion, da tripulação, vai se separar do estágio superior do SLS após 3 horas e meia de voo na órbita da Terra.
A tripulação vai assumir, então, o controle manual da Orion para testar sua direção e manobrabilidade em torno do estágio superior separado, tentando o primeiro de dezenas de testes planejados durante a missão.
A missão Artemis 2 é uma etapa inicial do principal programa lunar dos EUA, que tem como meta o primeiro pouso tripulado na superfície da Lua em 2028, na missão Artemis 4.
A Nasa corre para realizar a descida lunar — o primeiro desde a última missão Apollo em 1972 — enquanto a China expande seu próprio programa com um pouso tripulado na Lua planejado para 2030.

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