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IPVA 2024: veja quanto o motorista terá de pagar em cada estado

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Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo aplicam as maiores alíquotas para o imposto

O começo de 2024 já chega com pressão sobre muitos contribuintes que vão precisar se preparar para pagar o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores). O tributo tem regras variáveis a depender de cada estado brasileiro e é calculado com base no valor venal dos veículos.

 Para contabilizar o imposto, os proprietários de veículos também devem levar em consideração a alíquota aplicada em cada unidade federativa. Levantamento da Zapay mostra quais estados cobram as maiores e menores alíquotas.

Para contabilizar o imposto, os proprietários de veículos também devem levar em consideração a alíquota aplicada por cada unidade federativa. Segundo levantamento da Zapay, fintech que desenvolveu uma calculadora para o IPVA 2024, 15 estados mais o Distrito Federal já divulgaram as taxas para o próximo ano.

Veja as alíquotas de IPVA cobradas em cada estado

16 unidades federativas já divulgaram os valores para 2024

Acre – 2,00%
Bahia – 2,50%
Distrito Federal – 3,50%
Espírito Santo – 2,00%
Minas Gerais – 4,00%
Mato Grosso do Sul – 3,00%
Pará – 2,50%
Paraíba – 1,00%
Piauí – 2,5%
Paraná – 3,50%
Rio de Janeiro – 4,00%
Roraima- 3,00%
Rio Grande Social – 3,00%
Sergipe – 2,5%
São Paulo – 4,00%
Tocantins – 2,00%

No Piauí, as taxas são de 3% para carros com valores superiores a R$ 150 mil, enquanto o restante dos automóveis para passeio pagam uma alíquota de 2,5%. No Sergipe também existe essa diferenciação, sendo que o valor é de 3% para automóveis e veículos utilitários com valores venais a partir de R$ 120 mil e de 2,5% para os demais carros de passeio.

As maiores taxas são cobradas por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais para veículos de passeio: todos os três estados aplicam uma alíquota de 4%. Já o menor valor (1%) fica na Paraíba para esses tipos de automóveis. O estado de Santa Catarina também está entre as regiões com as menores alíquotas ao aplicar um percentual entre 2% e 1%.

Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rondônia ainda não informaram se as alíquotas cobradas permanecerão inalteradas para o IPVA 2024.

Como calcular o IPVA?

Para calcular o imposto, o proprietário deve multiplicar a alíquota pelo valor venal do veículo e depois dividir o resultado por 100. Veja abaixo:

Valor venal x Alíquota / 100 = IPVA
Por exemplo, um automóvel de passeio registrado no Rio de Janeiro com valor venal de R$ 100 mil vai pagar R$ 4 mil de imposto, porque a alíquota cobrada é de 4%. A conta fica assim:

1° passo: 100.000 x 4 = 400.000
2° passo: 400.000 / 100 = 4.000

Ca​​lendário de pagamento de São Paulo

Para pagar o IPVA é possível fazê-lo na rede bancária, tanto nas agências quanto aplicativos Secretaria da Fazenda/Reprodução

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Dallagnol aciona PGR contra Moraes por suposto abuso no caso Unafisco

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Ex-deputado federal Deltan Dallagnol - Metrópoles

O ex-procurador e deputado cassado Deltan Dallagnol protocolou, nesta sexta-feira (20/2), uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

No documento, ele pede a apuração de indícios de “abuso de autoridade” relacionados à condução de medidas no caso envolvendo a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco).

Segundo a petição, o objetivo é que sejam investigadas possíveis práticas de intimidação processual que, de acordo com Dallagnol, teriam atingido o exercício da liberdade de expressão e de imprensa.

O ex-deputado pede que seja instaurado procedimento investigatório criminal para apurar a possível prática de abuso de autoridade. O documento relaciona a apuração à intimação do presidente da Unafisco, Kléber Cabral, determinada por Moraes.

Presidente da Unafisco presta depoimento

O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kléber Cabral, prestou depoimento, nesta sexta-feira (20/2), por cerca de uma hora a investigadores da Polícia Federal.

Cabral foi intimado a prestar esclarecimentos após fazer críticas à operação contra auditores da Receita Federal devido à suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do Superior Tribunal Federal (STF) e parentes. A determinação da oitiva foi de Alexandre de Moraes.

A Unafisco criticou as medidas cautelares contra um auditor investigado por acessos ilícitos de dados da Receita. Em nota divulgada nessa terça-feira (17/2), a entidade condenou a imposição de restrições ao servidor no andamento das investigações, alegando o direito à “presunção de inocência” e disse ainda que auditores não podem ser “instrumentalizados” com a intenção de “deslocar o foco do debate público”.

“Os auditores-fiscais da Receita Federal não podem, mais uma vez, ser transformados em bodes expiatórios em meio a crises institucionais ou disputas que não lhes dizem respeito. A instrumentalização de servidores públicos para deslocar o foco do debate público compromete a credibilidade das instituições e enfraquece o Estado de Direito. A Receita Federal é órgão de Estado e seus servidores não podem ser submetidos a exposição pública ou constrangimentos institucionais antes da conclusão das apurações”, diz a nota.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Mulher abandona carro instantes antes de colisão com trem em SC. Vídeo

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Uma câmera de segurança de um comércio flagrou o momento em que um trem bateu e arrastou um carro em Joinville (SC), no início da tarde desta sexta-feira (20/2). Nas imagens, é possível observar a motorista abandonando o automóvel segundos antes da colisão.

O caso aconteceu na Rua Monsenhor Gercino, em frente ao Terminal de Ônibus do Itaum, por volta das 13h40min. A câmera de segurança de uma loja flagrou o exato momento do acidente. A motorista relatou à PM que estava passando pela linha de trem quando escutou o barulho da locomotiva, ficou nervosa e deixou o carro “apagar”.

Leia a reportagem completa e assista ao vídeo no NSC Total.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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PT aciona o TSE contra Flávio por propaganda eleitoral antecipada

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Flávio Bolsonaro em visita ao pai,Jair Bolsonaro

O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou, nesta sexta-feira (20/2), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cinco ações que questionam propaganda eleitoral antecipada negativa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) nas redes sociais.

Diante da repercussão do desfile em homenagem a Lula feito pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeio, Flávio publicou um vídeo, no domingo (15/2), que mostra uma versão feita por inteligência artificial de um desfile intilulado “Bloco do Luladrão”.

Para o PT, o vídeo publicado pelo senador tem “a única finalidade de macular a imagem do pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva perante toda a coletividade”.

As ações também contam com a participação do PCdoB e do PV. Em uma delas, o PT acusa Flávio e o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, que é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), de fazerem propaganda eleitoral antecipada com a distribuição massiva de adesivos com as imagens de ambos, durante o Carnaval, e também com a propagação de outdoor com caráter eleitoral.

O próprio Gilson Machado compartilhou vídeo nas redes sociais mostrando a distribuição do material. O adesivo apresentava a imagem de Flávio ao lado do pai, com a seguinte frase: “O Brasil está com Flávio Bolsonaro 2026”, em referência às eleições presidenciais deste ano. Conforme a postagem de Machado, o episódio foi registrado no “sábado de Carnaval”, à meia-noite.

imagem colorida de Gilson Machado aparece distribuindo adesivos de Flavio Bolsonaro no Carnaval
Gilson Machado aparece distribuindo adesivos de Flávio Bolsonaro no Carnaval

Zema também é alvo de ação do PT

Outra ação protocolada pelo PT junto ao TSE abrange publicações feitas pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).

Da mesma forma como ocorreu com Flávio, a sigla aponta à Justiça Eleitoral o uso de conteúdos falsos que “atacam de forma leviana a imagem do petista para influenciar a opinião de eleitores”.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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