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Idoso de 73 anos hospitalizado em Manaus consegue localizar família no Acre
Familiares do idoso aposentado Alcir Moraes de Holanda, de 73 anos, conseguiram localizá-lo após mais de 15 anos sem saber notícia alguma sobre seu paradeiro. Através da publicação de uma matéria veiculada no início desta semana, finalmente Seu Alcir, mais conhecido como “Acreano” onde reside em Manaus, no Amazonas, irá reencontrar a família.
Seu sobrinho, Carlos Morais, que mora em Rio Branco, tomou conhecimento da busca do tio pela família depois que viu a matéria compartilhada na rede social de um amigo. “Um amigo meu compartilhou a notícia. Vi a foto e logo reconheci que era ele, o meu tio. Minhas tinham não reconheceram ele na hora porque já faz mais de 40 anos elas não o veem”.
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Desde que foi morar em Manaus, o idoso acreano havia perdido o contato com sua família, que reside na Capital do Acre. Há oito meses ele está internado no hospital Francisca Mendes, em Manaus, onde foi submetido a uma cirurgia no coração. “Lembrei da fisionomia dele porque ele veio de passagem aqui em Rio Branco há uns 10 anos e não esqueci. Logo entrei em contato com o número que estava disponível na matéria, de uma conhecida do meu tio, lá em Manaus”, disse o sobrinho.
Ajuda para viajar
Agora, a família do acreano, que também é humilde, está arrecadando recursos financeiros para ir até Manaus e ver de perto a situação de Seu Alcir. “Estamos reunindo toda a família para tentar arrecadar dinheiro e conseguir levar alguns de nós até ele”.
O idoso está morando no hospital há vários meses, por isso a família está pensando numa forma de ajuda-lo. “Vamos tentar conseguir o dinheiro suficiente para as passagens e, se Deus quiser, vai dar tudo certo”, destacou Carlos.
Entenda o caso
Seu Alcir foi para Manaus solteiro, lá conheceu sua esposa e durante todo esse tempo vive acompanhado apenas da mulher e de duas filhas. Nem ele, nem a esposa possuem telefone celular, por isso, Luciana Vidal, amiga do casal, que também reside em Manaus, decidiu procurar o ac24horas na tentativa de encontrar os familiares de ‘Seu Alcir’ no Acre.
Luciana informou que o acreano está numa situação difícil. “Ele não tem nenhum familiar aqui, eu e meus pais somos os únicos parceiros dele em Manaus”.
A mulher explicou que entrou em contato com a assistência social de Rio Branco, com representantes da secretaria de Direitos Humanos no Estado e, mesmo assim, não recebeu nenhuma ajuda do poder público para localizar a família do aposentado.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL



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