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Idosa de 65 anos e rapaz de 27 são atingidos por faccionados durante ‘acerto de contas’
O alvo seriam dois faccionados, que estavam no local e saíram ilesos
Uma idosa de 65 anos e um rapaz de 27 anos, foram atingidos por balas perdidas em novo tiroteio, na pequena cidade de Manoel Urbano. O alvo seriam dois faccionados, que estavam no local e saíram ilesos. O ataque pode ter sido vingança pela morte de um rapaz, ocorrida domingo passado.
Atingida por um tiro de pistola 380 na virilha, a idosa Antônia Simão de Souza, de 65 anos, deu entrada na unidade de saúde de Manoel Urbanos, juntamente com Juscelino Silva do Nascimento, 27 anos, baleado no pé esquerdo, e seguem em fase de tratamento.
A polícia militar esteve no local e obteve informação de dois acusados que chegaram ao bairro da Pista e efetuaram cerca de 10 tiros de pistola e fugiram em seguida. A polícia civil passa a investigar o caso para tentar prender os envolvidos já identificados.
A suspeita é que o ataque pode ter sido realizado por uma organização criminosa em represália a morte de um homem, na região da baixada em Manoel Urbano, executado a tiros há uma semana.
A guerra de faccionados que dominam o tráfico de drogas na cidade tem colocado aquele município entre os mais violentos do estado. A população cobra aumento de efetivo e viaturas policiais.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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