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Homem tenta invadir residência e é morto pela PM na Capital acreana
Ocorrência foi registrada na noite deste sábado
José Herivam Lima de Sousa, de 47 anos, levou um tiro no abdômen e morreu antes de receber atendimento médico. Segundo a Polícia Militar, ele tentava, na noite deste sábado (9), invadir um imóvel localizado na Rua da Paz, no conjunto Nova Esperança, em Rio Branco.
Acionados para atender a uma ocorrência, por meio de uma chamada via Ciosp, os militares contaram que a denunciante havia dito que um homem tentava arrombar a porta da sua casa.
Ao chegar ao local, a guarnição fez um cerco na área, já que o acusado teria pulado para um quintal vizinho, na tentativa de fugir.
No momento em que recebeu voz de prisão, José Herivam teria reagido, e com uma barra de ferro, partiu para cima dos policias.
O tiro desferido contra o suspeito atingiu o abdômen e ele não resistiu ao ferimento. A viatura 01 do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ainda foi até o local, mas os paramédicos nada puderam fazer. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal de Rio branco.
A dona da casa contou como tudo aconteceu
Segundo a dona da residência que Herivam tentava invadir, ela estava com os filhos no interior do imóvel quando ouviu a primeira pancada na porta.
Enquanto boqueava a entrada para que o homem não conseguisse entrar, um dos filhos ligou para a polícia.
A vítima, que não teve o nome revelado, contou que o acusado ainda chegou a quebrar a porta do imóvel.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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