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Homem que sumiu após sair de casa para assistir partida de futebol é achado morto no estado
Família acredita que jovem tenha morrido de overdose. Corpo foi achado na manhã desta sexta-feira (25).

Jhon Quennedy Araújo dos Santos está desaparecido desde domingo (20) — Foto: Arquivo pessoal
Por Alcinete Gade, G1 AC — Rio Branco
Depois de quatro dias de busca e muita angústia, o autônomo Jhon Quennedy Araújo dos Santos, de 27 anos, foi achado morto em frente a um canteiro de obras no bairro Custódio Freire, em Rio Branco.
Ele estava desaparecido desde o início da noite de domingo (20), quando saiu de casa no bairro Adalberto Aragão para assistir a uma partida de futebol e não voltou mais.
A família informou que ele era usuário de drogas e, segundo informações de um casal de amigos, teria tido um surto e sumiu.
“Ele saiu dizendo pro meu pai que ia assistir a um jogo de futebol e não retornou. Na terça [22], um casal amigo do meu pai disse que saiu para deixar uma pessoa no Mocinha Magalhães. Nessa viagem, eles teriam se perdido e foram parar no Custódio Freire. Chegando lá, o meu irmão teve um surto, desceu do carro e saiu correndo e eles não encontraram mais ele”, contou a irmã Jéssica Santos.
Ela disse ainda que ele já tinha desaparecido outras vezes, mas sempre foi por perto de casa.
“Ele é dependente químico e, às vezes, está bem e recai, é quando faz esse tipo de coisa. Ele já tinha sumido outras vezes, porém, meu pai sabia onde ele estava porque ele nunca saiu do bairro. Foi a primeira vez que saiu”, contou.
Na manhã desta sexta, a família recebeu a informação da morte do jovem e reconheceu Santos. A suspeita é que ele tenha morrido de overdose, mas o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para que seja descoberta a causa da morte de Santos.
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Após sucesso de atendimentos, Polícia Civil retorna a escola e amplia emissão gratuita da CIN em Rio Branco
Devido ao sucesso e à grande demanda pelos serviços ofertados na emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), a equipe do Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC) retornou à Escola Estadual Doutor Pimentel Gomes, neste sábado, 14, no bairro São Francisco, em Rio Branco, e realizou mais 50 atendimentos à população. Todos os serviços foram prestados de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso da instituição com o acesso à cidadania.

A primeira ação ocorreu no último dia 7 de fevereiro, durante a programação do Juntos Pelo Acre, quando o Instituto de Identificação contabilizou 108 atendimentos ao público na mesma unidade de ensino. Diante da alta procura e da necessidade da comunidade, a PCAC decidiu promover o retorno da equipe para assegurar que mais pessoas pudessem emitir o novo documento oficial.
O programa Juntos Pelo Acre é coordenado pela vice-governadora Mailza Assis e tem como objetivo levar serviços essenciais diretamente às comunidades, especialmente às regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa integra diversos órgãos estaduais, promovendo cidadania, inclusão social e acesso facilitado a direitos básicos, como documentação civil, atendimentos de saúde e orientações jurídicas, fortalecendo a presença do Estado junto à população.

O diretor do Instituto de Identificação, Júnior César, destacou a importância da ação. “A grande procura demonstra o quanto a população precisa desse serviço. Nosso compromisso é garantir que todos tenham acesso à Carteira de Identidade Nacional, um documento fundamental para o exercício pleno da cidadania. Retornar à escola foi uma forma de atender essa demanda e assegurar que ninguém ficasse sem o documento”, afirmou.
Já o delegado-geral da PCAC, Dr. José Henrique Maciel, ressaltou o papel social da instituição. “A Polícia Civil também exerce uma função cidadã. Ao levarmos a emissão gratuita da CIN às comunidades, estamos promovendo dignidade, inclusão e fortalecendo a política pública de acesso à documentação básica para todos os acreanos”, enfatizou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Mulher é assassinada 12 horas após ter medida protetiva contra marido

Uma mulher foi assassinada na sexta-feira (13/2), poucas horas após denunciar o companheiro por violência doméstica, na cidade de Ipirá, no Centro-Norte da Bahia.
Liliane Bastos Azevedo, de 25 anos, foi esfaqueada pelo marido, Aroldo Cintra Aragão, por volta das 14h, cerca de 12 horas depois de ter sido agredida e ameaçada ao se recusar a manter relações sexuais com ele.
Durante a madrugada, Liliane registrou boletim de ocorrência por violência doméstica no site da Delegacia Virtual e solicitou medida protetiva de urgência, prevista na Lei Maria da Penha.
Leia reportagem completa no Correio.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Câmara Criminal mantém condenação de agricultor por homicídio na Transacreana
Por maioria, desembargadores rejeitam recurso da defesa e confirmam pena de mais de 18 anos em regime fechado


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