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Homem que matou a irmã a tesouradas é condenado a mais de 10 anos de prisão no AC
Gilberto Craveiro foi condenado por matar Maria Cléia Derze a tesouradas em agosto de 2017, em Rio Branco.
Após dois anos, a Justiça do Acre condenou Gilberto Derze Craveiro, de 53 anos, pela morte da idosa Maria Cléia Derze Craveiro, de 72 anos. A vítima foi assassinada a golpes de tesoura em agosto de 2017 dentro da própria casa dela, em Rio Branco.
O acusado foi preso em flagrante no dia do crime e levado para a Delegacia Especializada em Proteção à Mulher (Deram). Segundo informou a polícia na época, o homem era usuário de drogas e tem problemas mentais.
Craveiro seria sobrinho de Maria Cléia, mas foi criado como irmão.
O G1 tentou contato com o advogado do acusado, citado no processo, mas não obteve retorno até essa publicação.
O júri popular do acusado ocorreu no último dia 23, na 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco e Auditoria Militar. Craveiro não pode recorrer da decisão em liberdade, e deve permanecer preso em uma ala de saúde médica do presídio.
Decisão
Craveiro foi condenado por homicídio com duas qualificadoras: motivo fútil e feminicídio. O total da pena do acusado chegou a ser fixado em mais de 24 anos de prisão, devido a vítima ter mais de 70 anos e o acusado ter confessado o crime.
Porém, a pena foi reduzida em mais da metade após o reconhecimento de que o acusado é perturbado mentalmente e no dia do crime não tinha capacidade de entender o que estava fazendo.
Com isso, Craveiro deve cumprir 10 anos, dois meses e 15 dias em regime fechado.
“Nego ao acusado o direito de recorrer em liberdade, mantendo-o recolhido no local em que se encontra (ala de saúde médica), por persistir o motivo ensejador da prisão cautelar, tendo em vista a sua periculosidade, já que se trata de doente mental, devidamente comprovado por laudo médico”, destacou o juiz Alesson Braz.
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Polícia investiga morte de menina de 9 anos em UPA de Campo Grande

A Polícia Civil investiga a morte de uma menina de 9 anos que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário, na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Campo Grande (MS).
As autoridades foram acionadas para atender a ocorrência na unidade de saúde, onde a equipe médica informou que a criança não apresentava indícios de violência nem sinais de maus-tratos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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CNJ mantém pena de juiz que omitiu relação com advogado de facção

O juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), apresentou recurso contra a decisão que o aposentou compulsoriamente, em 2024, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que rejeitou o pedido e manteve a punição, nesta semana.
O conselho considerou que o magistrado não declarou suspeição ao julgar processo de advogado com quem manteve relacionamento. A defesa, por sua vez, alegou que ele estaria sendo vítima de homofobia na análise do caso.
Entretanto, ao apresentar divergência do relator — conselheiro Ulisses Rabaneda, que considerou parcialmente procedente o pedido de revisão disciplinar —, o corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, destacou que não vislumbrou conduta homofóbica do TJPB.
Ele enfatizou que o fato de o juiz manter proximidade com o profissional configurava violação ao Código de Ética da Magistratura e defendeu que as infrações cometidas pelo juiz comprometem de forma grave a imagem da magistratura.
“A clientela do advogado estava envolvida em organização criminosa, tráfico de drogas e homicídio. A independência e a imparcialidade não são privilégios do juiz, e sim garantias que o magistrado tem o dever de observar, preservar e guardar em favor do jurisdicionado, afastando-se de qualquer causa que potencialize a alteração da sua posição equidistante”, afirmou Campbell Marques.
Relembre o caso
O reú era da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB). A condenação teve como base acusações formuladas pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), que apontou desvios funcionais do magistrado, incluindo a parcialidade em suas decisões judiciais, subversão da ordem processual e o favorecimento de um advogado amigo íntimo.
O advogado, investigado por sua proximidade com uma facção criminosa, foi citado em diálogos interceptados que indicavam seu poder de influência junto ao juiz para desmanchar processos criminais. O magistrado também foi acusado de compartilhar informações sigilosas das investigações com o advogado, que repassaria esses dados para os criminosos.
A decisão unânime pela aposentadoria compulsória, que garantiu ao magistrado vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, foi tomada devido à violação dos princípios de imparcialidade, decoro e moralidade pública por parte do juiz.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Mulher é atingida por bala perdida enquanto amamentava bebê no MS

Uma mulher de 27 anos foi atingida no peito por uma bala perdida na tarde dessa quarta-feira (4/3), em Dourados (MS). No momento do disparo, a vítima amamentava o filho de 1 ano.
Segundo informações iniciais, a mulher varria o quintal de casa e, logo em seguida, foi amamentar o filho quando os médicos constataram que uma munição havia ficado alojada em seu corpo.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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