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Governo leva donativos para população em vulnerabilidade social do bairro Montanhês
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), realizou nesta terça-feira, 21, uma ação humanitária, com o ato de entrega de donativos a famílias que se encontram em vulnerabilidade social, em Rio Branco. O momento solidário foi realizado na Creche Pequena Thaysla, que fica localizada no bairro Montanhês.

“É uma satisfação muito grande poder atender ao pedido dessas famílias que se encontram socialmente vulneráveis; todas essas atividades são reflexo do compromisso do nosso governador Gladson Cameli, que incansavelmente vem trabalhando para cuidar da nossa gente”, explica a assistente social do setor de Habitação da SEASDH, Ieidna Bezerra.

Ao todo, 50 famílias da comunidade foram contempladas com a entrega dos donativos. A ação teve início em abril, atendendo famílias que passaram pela alagação. Até o momento, o governo do Estado já entregou mais de mil cestas básicas, atendendo diversos municípios e bairros da capital.

“Só temos a agradecer por terem atendido nosso pedido. Aqui no Montanhês, na parte alta, são pessoas muito carentes que sempre necessitam e pedem ajuda”, observa a diretora da instituição, Franciane Silva.

Atendimento social, fortalecendo os laços comunitários
A ação de governo com a entrega dos donativos tem o propósito de fornecer ajuda imediata para necessidades básicas e procura fortalecer os laços comunitários, promovendo a solidariedade e o apoio compartilhado.
“Levamos sempre a mensagem de que eles não estão sozinhos e de que há pessoas dispostas a ajudar; é muito importante o diálogo com os membros da comunidade”, reforça Ieidna Bezerra.

A doação ajuda a diminuir a desigualdade social e promove uma distribuição mais equitativa. Essa prática aumenta a conscientização sobre as necessidades e os desafios enfrentados por comunidades carentes, incentivando ações de longo prazo e políticas públicas voltadas para a justiça social.

“É um motivo de muita alegria a gente ser beneficiada nesses momentos difíceis, é uma benção a refeição na sua mesa, ter o arroz e o feijão para poder alimentar seus filhos, me sinto muita agraciada por essa ação social aqui no bairro, pelo apoio do governo, vocês tem ajudado nossas vidas”, enfatiza Elen Saraiva, moradora do bairro há 10 anos.

“Para mim tem sido muito bom, assim como para todas as mães que estão sendo contempladas, que têm filho na creche; tem sido de grande valia, agradeço a cada um que se empenhou para estar aqui servindo a gente”, afirmou Francine Antônia Lopes, mãe da primeira aluna da creche, Thaysla, que faleceu de câncer e foi homenageada pela instituição, batizada com o seu nome.

“Estou muito agradecida, porque o governador se lembrou de mim; não esqueça de nós, só peço que Deus abençoe a todos”, disse a aposentada Lídia Luiza Cavalcante, moradora do bairro, há 30 anos.
Fonte: Governo AC
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Papudinha: Bolsonaro está sozinho em cela para 4 pessoas

Uma cela com capacidade para até quatro detentos na Papudinha, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda, está sendo utilizada de forma exclusiva pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme a definição do modelo de custódia adotado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-presidente foi transferido para a penitenciária federal nesta quinta-feira (15/1), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a saída de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde ele estava preso desde novembro do ano passado.
Em contraste, outros dois condenados pela trama golpista, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, dividem juntos uma unidade semelhante à reservada ao ex-presidente. Ambos também estão na Papudinha.
Torres foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro e recebeu condenação do STF a 24 anos por participação nos atos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito. Já Vasques também foi condenado pela mesma trama, a 24 anos e seis meses, e acabou preso no Paraguai após a decisão judicial.
Privilégios a Bolsonaro
Na decisão que determinou a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes pontou que, embora houvesse uma série de críticas às condições do pai, os filhos de Bolsonaro, como o senador Flávio, Bolsonaro tinha umasituação cercada de privilégios na carceragem da PF.
Moraes citou desde a presença de frigobar e ar-condicionado, dentre um total de 13 privilégios, que o diferenciavam de outros quase 4 mil detentos que cumprem pena em regime fechado atualmente e precisam enfrentar superlotação dos espaços.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Michelle busca apoio de Gilmar Mendes para domiciliar de Bolsonaro

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) buscou apoio em Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar interceder por Jair Bolsonaro (PL).
Michelle relatou ao ministro as condições de saúde do marido, preso após condenação de 27 anos e 3 meses de prisão, e tentou uma sensibilização por prisão humanitária domiciliar.
A informação foi dada pela jornalista Andrea Sadi, do G1, e confirmada pelo Metrópoles.
As intenções de Michelle seriam de que o decano da Corte conversasse com os outros ministros.
Em especial, a conversa deveria ocorrer com Alexandre de Moraes, que já negou a prisão domiciliar de Bolsonaro por diversas vezes devido às possibilidades de fuga.
Em 1º/1, Moraes negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro de prisão domiciliar humanitária, após o ex-presidente deixar o Hospital DF Star, onde estava internado desde a véspera do Natal para série de procedimentos médicos.
Na decisão, Moraes citou a ausência de requisitos legais para a concessão da prisão domiciliar e o risco concreto de fuga.
“Há total ausência dos requisitos legais para a concessão de prisão domiciliar, bem como diante dos reiterados descumprimentos das medidas cautelares diversas da prisão e de atos concretos visando a fuga”, detalha a decisão.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Educação do Acre lança documento para fortalecer a inclusão na rede estadual
A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) concluiu a elaboração do Documento Orientador da Educação Especial do Estado do Acre, um instrumento estratégico que organiza, sistematiza e orienta o funcionamento da Educação Especial na rede estadual de ensino.

O documento, disponível no site oficial da SEE, reúne os principais normativos estaduais articulados à legislação federal vigente, oferecendo diretrizes claras sobre o atendimento aos estudantes público da Educação Especial, os serviços ofertados e as atribuições dos profissionais envolvidos no processo educacional inclusivo.
Para a chefe do Departamento de Educação Especial da SEE, Hadhianne Peres, o documento orientador representa um avanço importante na consolidação da política de inclusão no estado.
“Ele foi construído para dar segurança às escolas e aos profissionais da educação. E organiza procedimentos, esclarece fluxos e fortalece o trabalho pedagógico, sempre com foco no estudante e no direito de aprender com dignidade, equidade e participação”, destacou.

O material foi pensado como um referencial prático e pedagógico, destinado às equipes gestoras das escolas, professores da Educação Especial e demais profissionais da educação.
Entre os temas abordados, a cartilha detalha a definição do público da Educação Especial, que no âmbito do Sistema Estadual de Ensino do Acre é ampliada em relação à legislação nacional, incluindo estudantes com transtornos específicos de aprendizagem, como o TDAH e transtorno do processamento auditivo central (TPAC), além das deficiências, do transtorno do espectro autista (TEA) e das Altas Habilidades/Superdotação.
O documento também apresenta orientações sobre o atendimento educacional especializado (AEE) em diferentes contextos, o trabalho colaborativo entre o ensino comum e o especializado, a elaboração e implementação do plano de ensino individualizado (PEI) e os critérios para a avaliação da aprendizagem, que deve ser contínua e formativa, respeitando as singularidades de cada estudante.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
















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