Cotidiano
Governo e órgãos parceiros garantem segurança no transporte escolar estadual em Brasileia
Além da fiscalização dos veículos urbanos, a Ageac mantém atenção especial às rotas que atendem comunidades rurais, onde parte dos estudantes é transportada em caminhonetes adaptadas

Agentes da Ageac realizam conferência de dados e documentação durante a vistoria dos veículos escolares da rede estadual em Brasileia. Foto: Zeh Luiz Maciel
A Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac) participou, entre os dias 7 e 9 de outubro, de uma ação conjunta coordenada pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça de Brasileia, voltada à vistoria dos veículos escolares da rede estadual de ensino que circulam no município.
A operação contou com o apoio do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE/AC), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e da Polícia Civil do Acre (PCAC), reunindo diferentes esferas do poder público em uma atuação integrada pela segurança e pela qualidade do transporte oferecido aos estudantes acreanos.
Durante os três dias de fiscalização, os órgãos envolvidos atuaram de forma integrada para verificar as condições dos veículos utilizados no transporte escolar. As vistorias ocorreram em diferentes pontos do município, com os ônibus que circulam na área urbana concentrados no Centro de Brasileia e os veículos que atendem à zona rural reunidos na região do ramal José Kairala, sentido Assis Brasil. Foram inspecionados ônibus, micro-ônibus e caminhonetes, conduzidos pelos próprios motoristas até o ponto de vistoria para análise documental e de segurança.
A ação teve como objetivo garantir a segurança, pontualidade e regularidade no transporte escolar intermunicipal, assegurando que os veículos e condutores atuem dentro dos padrões exigidos pela Agência, responsável pela regulação e fiscalização do transporte público no estado. A autarquia reforça sua atuação com base na Lei nº 3.003/2015, que define as diretrizes do sistema intermunicipal de passageiros e do transporte escolar, assegurando um serviço contínuo, seguro e em conformidade com a legislação vigente.

Veículos que atendem comunidades rurais também passaram por vistoria técnica. Foto: Zeh Luiz Maciel
Para o chefe da Divisão Técnica de Transportes da Ageac, Júnior Castro, o trabalho da Agência tem foco em garantir que o transporte escolar funcione dentro dos padrões legais e de segurança. “Durante as inspeções, analisamos se os veículos e motoristas estão devidamente credenciados e se cumprem os critérios exigidos. Também avaliamos as condições estruturais e de segurança dos veículos. Esse cuidado é essencial para assegurar a qualidade do serviço e a proteção dos estudantes que dependem do transporte todos os dias”, explicou.
Além da fiscalização dos veículos urbanos, a Ageac mantém atenção especial às rotas que atendem comunidades rurais, onde parte dos estudantes é transportada em caminhonetes adaptadas. Esses veículos seguem critérios técnicos específicos definidos pela Agência, que incluem estrutura adequada, assentos fixos e itens de segurança para proteger quem viaja nos ramais. Cada tipo de veículo, como ônibus, micro-ônibus ou caminhonete, possui exigências próprias, pensadas para garantir que o serviço funcione com segurança, conforto e dentro dos padrões estabelecidos pelo estado.

Inspeção incluiu a checagem de itens obrigatórios de segurança, como cintos e estrutura dos assentos. Foto: Zeh Luiz Maciel
Sobre as inspeções, o analista pericial do MPAC, Edgar Nascimento, ressaltou que a ação representa uma etapa de continuidade no acompanhamento técnico do transporte escolar. “Nosso papel é avaliar as condições atuais dos veículos e confirmar se as melhorias indicadas nas fiscalizações anteriores foram atendidas. Esse trabalho é importante porque ajuda a identificar avanços, apontar o que ainda precisa ser ajustado e garantir que o transporte dos estudantes ocorra de forma segura e dentro dos padrões exigidos”, destacou.
O gestor da Coordenadoria Integrada de Fiscalização de Trânsito (Ciftran) em Brasileia, Francismar Nogueira, destacou que o órgão participou da ação em apoio à iniciativa. “Nossa atuação complementa a dos demais órgãos, garantindo que os veículos circulem de forma segura tanto no perímetro urbano quanto nas áreas rurais do município. Essa integração é fundamental para fortalecer a segurança dos estudantes e de toda a comunidade”, afirmou.

O Ministério Público acompanhou o registro das informações levantadas em campo, reforçando a transparência e o controle das etapas da fiscalização. Foto: Zeh Luiz Maciel
A iniciativa integra as ações do governo do Acre voltadas à segurança e à valorização da educação, garantindo que o transporte escolar continue sendo um serviço seguro, acessível e essencial para o desenvolvimento dos alunos em todas as regiões do estado.
As fiscalizações seguem de forma contínua e educativa, orientando motoristas e prefeituras sobre boas práticas no transporte e fortalecendo o compromisso do poder público com uma educação mais segura e de qualidade para todos.
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Prêmio da Mega-Sena acumula e sobe para R$ 20 milhões; confira dezenas

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas hoje no concurso 2958 da Mega-Sena.
O que aconteceu
Os números sorteados foram 07 – 09 – 14 – 35 – 42 – 49.
186 apostas acertaram cinco dezenas e ganharam R$ 8.982,02 cada.
Houve 6.825 jogos vencedores com quatro números; cada um deles leva R$ 403,49.
O próximo concurso será realizado na terça-feira, com prêmio estimado de R$ 20 milhões.
Como faço para participar do próximo sorteio da Mega-Sena?
Você precisa fazer uma aposta de seis a 20 números nas lotéricas credenciais pela Caixa, ou no site especial de loterias do banco. Participam do próximo concurso todas as apostas registradas até 20h do dia do sorteio.
Quanto custa apostar na Mega-Sena?
Depende de quantos números você pretende colocar no jogo. A aposta mínima custa R$ 6, e você tem direito de escolher seis dezenas de 1 a 60. Se quiser colocar um número a mais para aumentar as chances de acerto, o preço do jogo sobe para R$ 42.
Fonte: UOL
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Falta de orientação causa confusão no primeiro dia do vestibular de Medicina da Ufac
Candidatos relataram dificuldade para localizar blocos de prova e apontaram falhas na sinalização e no apoio no campus

Foto: Witalo Lima/Cedida
Candidatos que participaram do primeiro dia de provas do vestibular de Medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac), neste domingo (11), relataram dificuldades para localizar os blocos onde os exames foram aplicados no campus de Rio Branco. A situação gerou correria e apreensão, principalmente entre candidatos que não conhecem a universidade.
Ao longo da manhã, foi possível observar estudantes circulando pelo campus sem saber exatamente para onde se dirigir. Muitos eram de outros estados ou não residem na capital acreana e estavam entrando pela primeira vez na Ufac, o que aumentou a dificuldade de orientação.
Segundo relatos, no principal ponto de acesso ao campus havia poucos servidores para orientar os candidatos, o que contribuiu para a desorganização. O trânsito intenso e a grande circulação de veículos também dificultaram o deslocamento, sobretudo para quem precisou acessar o local a pé.
A situação teria sido agravada pelo fato de alguns aplicadores e integrantes da equipe responsável pela prova não conhecerem bem o campus, resultando em orientações desencontradas. Houve casos de candidatos que foram direcionados a mais de um bloco antes de encontrarem o local correto de realização do exame.
A falta de sinalização clara e de pessoal suficiente foi outro ponto criticado pelos participantes. Um dos relatos aponta que uma candidata só conseguiu chegar ao bloco correto após ajuda externa. “Minha esposa só conseguiu chegar ao bloco certo porque eu entrei dentro da Ufac de carro e rodei os blocos até encontrar um funcionário para informar onde era o local da prova; se não, ela tinha perdido”, afirmou.
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Entrevista de Márcio Bittar gera crise no PL ao omitir apoio a Tião Bocalom para governador
Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”

Senador afirmou que prioridade é sua reeleição e não mencionou prefeito como candidato do partido; Bocalom reage e diz que vai concorrer “independente do cenário”. Foto: captada
Uma entrevista do senador Márcio Bittar (PL) ao programa GAZETA ENTREVISTA, na TV Gazeta, gerou mal-estar político no Acre ao omitir qualquer menção ao prefeito Tião Bocalom (PL) como candidato ao governo do estado em 2026. Bittar afirmou que sua prioridade é a reeleição ao Senado e destacou não ter problemas com os pré-candidatos Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos), sem referir-se a Bocalom.
A omissão foi rapidamente rebatida por secretários municipais de Rio Branco, que afirmaram ao Blog do Crica que Bocalom não é apenas candidato, mas “candidatíssimo” ao Palácio Rio Branco, independentemente do cenário. Em resposta, o prefeito reafirmou sua disposição: “Meu respeitado amigo Luís, eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”.
A tensão expõe uma segunda crise pública entre Bittar e Bocalom — a primeira ocorreu quando o senador chamou Alan Rick de “governador de férias”. Analistas locais avaliam que, para evitar desgaste eleitoral, os dois precisarão “se afinar” nos próximos meses.
Reação imediata:
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Secretários municipais saíram em defesa de Bocalom, reforçando que ele é candidato ao governo “independente do cenário”;
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Tião Bocalom respondeu ao Blog do Luís: “Eu já disse ao Márcio que vou colocar meu nome. Eu tenho uma história”;
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O episódio é a segunda crise pública entre os dois: a primeira ocorreu quando Bittar chamou Alan Rick de “governador de férias”.
Análise do discurso:
A omissão de Bittar foi interpretada em bastidores como um sinal de desalinhamento ou até de preferência velada por outros nomes ao governo. O senador pode estar protegendo sua própria reeleição, evitando atrelá-la a uma candidatura majoritária que considere arriscada ou divisiva.
O PL é a principal base de Bocalom, mas Bittar – figura nacional do partido – tem influência decisiva sobre as estratégias estaduais. A falta de sintonia ameaça a unidade da legenda em um ano eleitoral crucial.
A tendência é que Bittar e Bocalom tenham que se reunir para acertar discursos e definir se o PL lançará candidatura própria ou apoiará Mailza Assis – hipótese que ganha força com a omissão do senador.















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