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Governo do Estado entrega reforma da Unidade Mista de Saúde de Assis Brasil

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Após sofrer um pequeno acidente de trabalho, o servente Cárcio Almeida procurou atendimento médico na Unidade Mista de Saúde Antônio Balbino, em Assis Brasil, nesta sexta-feira, 25. Ele ficou surpreso com a nova estrutura do local.

Cárcio Almeida procurou atendimento médico e ficou surpreso com a nova estrutura da Unidade Mista de Saúde de Assis Brasil. Foto: Neto Lucena/Secom

“As condições do nosso hospital não estavam boas há bastante tempo. Hoje, a situação é outra. Com essa reforma, o prédio melhorou muito e a população agradece por esse importante benefício”, afirmou.

No local, 85 servidores trabalham na prestação de assistência em saúde não somente aos brasileiros, mas também a bolivianos, peruanos e imigrantes que passam pela região da tríplice fronteira. Por mês, são realizados, em média, 1,2 mil atendimentos.

Enfermeira Alcivandra Araújo durante atendimento aos pacientes da unidade. Foto: Neto Lucena/Secom

todos os profissionais e um ganho, principalmente para os pacientes, que poderão se recuperar em um ambiente digno e salubre”, declarou a enfermeira Alivandra Araújo.

Com a presença do governador Gladson Cameli, a revitalização da unidade foi oficialmente entregue à comunidade. O chefe do Poder Executivo destacou, durante a solenidade, que a Saúde tem sido tratada com prioridade pela atual gestão estadual.

Reforma foi entregue pelo governo do Estado nesta sexta-feira, 25. Foto: Neto Lucena/Secom

“A população de Assis Brasil merece um ambiente adequado para ser atendida, e o governo está atento a isso. Vamos continuar investindo na Saúde, para que mais serviços sejam oferecidos e nos ajudem a salvar vidas”, argumentou.

O investimento na reforma do prédio foi de R$ 607 mil, provenientes de recursos próprios do Estado. A intervenção contemplou as trocas do telhado e forro, pintura, impermeabilização de paredes, novas redes elétrica e hidrossanitária e a construção do muro, entre outras adequações.

Novos equipamentos

A unidade também recebeu novos equipamentos e a implantação do consultório odontológico. A aquisição dos aparelhos ocorreu por meio de emenda parlamentar do senador Alan Rick, enquanto deputado federal.

Equipamentos foram adquiridos com emenda parlamentar do senador Alan Rick, enquanto deputado federal. Foto: Neto Lucena/Secom

“Aproveito a oportunidade para comunicar a destinação de uma nova emenda, no valor de R$ 300 mil, que serão utilizados para a compra de mais equipamentos modernos para a unidade”, enfatizou o senador acreano.

De acordo com Pedro Pascoal, secretário de Saúde, o objetivo do governo é transformar a unidade em um hospital de pequeno porte. “Com isso, melhoraremos ainda mais as condições estruturais e de equipamentos aqui em Assis Brasil. O mesmo também será feito nos demais municípios do estado”, pontuou.

Solenidade reuniu servidores da unidade, autoridades acreanas e moradores da cidade. Foto: Neto Lucena/Secom

A cerimônia contou com a participação do secretário de Obras Públicas, Ítalo Lopes; do prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia; do vice-prefeito Reginaldo Martins; do presidente da Câmara Municipal, vereador Thyero Gonçalves; da deputada federal Socorro Neri; e do deputado estadual Nicolau Júnior.

O que eles disseram

“Meu mandato é do Acre para o Acre e feito com os acreanos. Quero receber as demandas de Assis Brasil para que possamos trabalhar para que este município se desenvolva e tenha dias melhores.”

Socorro Neri, deputada federal

“Desde 2020, temos visto muitos avanços na aquisição de novos equipamentos, ambulâncias, melhoria da estrutura, presença de médicos plantonistas e tantas outras conquistas relevantes para a nossa unidade mista.”

Jerry Correia, prefeito de Assis Brasil

“Em nome da sociedade acreana, a quem eu represento, agradeço este importante investimento em prol da saúde da população do nosso querido município de Assis Brasil.”

Nicolau Júnior, deputado estadual

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter

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Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada 

Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.

Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.

A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa

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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida

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O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.

A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.

O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.

Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.

Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.

Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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