Brasil
Governo do Acre e União Europeia celebram cooperação para fortalecimento da agricultura familiar e recuperação de áreas degradadas
O governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com o Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), da Companhia de Desenvolvimento de Serviços Ambientais (CDSA) e o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) celebraram na manhã desta segunda-feira, 31, no escritório do governo, na Expoacre 2023, Acordo de Cooperação com a União Europeia (UE) no Brasil.
A doação, no montante de R$ 9 milhões, será destinada à implementação do Projeto Recuperando Paisagens Degradadas: Agricultura Familiar. A iniciativa irá beneficiar 200 famílias na região do Juruá.

A doação, no montante de R$ 9 milhões, será destinada ao fortalecimento da agricultura familiar e recuperação de áreas degradadas. Foto: Felipe Freire/Secom
A cooperação foi assinada pela vice-governadora Mailza e o chefe de Cooperação da União Europeia no Brasil, Stefan Agne; o gestor da Seagri, José Luiz Tchê; o diretor de Política Pública e Desenvolvimento Territorial do Ipam, Eugênio Pantoja; e também pelo presidente do IMC, Leonardo Carvalho; José Luiz Gondim, presidente da CDSA; e Amarísio Freitas, secretário de Estado da Fazenda (Sefaz).
“Esse aporte financeiro vem garantir o desenvolvimento socioambiental aliado à geração de emprego e melhoria de vida de dezenas de famílias. O governo do Estado do Acre está de portas abertas para esses projetos que engrandecem e dão autonomia para que possamos oferecer uma vida digna àqueles que desenvolvem suas atividades sem prejudicar o meio ambiente”, destacou a vice-governadora.

Celebração de cooperação entre o governo do Acre e União Europeia foi prestigiada pelo setorial de meio ambiente e parceiros. Foto: Felipe Freire/Secom
A União Europeia está atenta à importância de fortalecer e capitalizar projetos para políticas ambientais. Nosso objetivo é que, com essa inciativa, se possa multiplicar e estimular outros aportes financeiros, a exemplo do que já tem sido feito no Acre e, como isso, atrair novos investimentos para o desenvolvimento de modelos de produção e comercialização, sempre com o olhar para cooperações futuras”, destacou Stefan Agne, chefe de Cooperação da UE no Brasil.

Gestor da Seagri destacou que projeto irá permitir a diversificação da produção e geração de emprego e renda a dezenas de famílias. Foto: Felipe Freire/Secom
“O governo do Estado está aberto a projetos que promovam economia de baixas emissões e estimulem práticas para melhor uso do solo, diversificação da produção e geração de emprego e renda para as famílias. A Seagri estará atuando como ponto focal dessa política pública, a qual nosso governador Gladson Cameli tem defendido, que é o desenvolvimento unindo conservação e melhoria de vida para quem está lá ponta”, ressaltou José Luiz Tchê.

Eugênio Pantoja destacou atuação da CDSA e do IMC na captação de recursos, que se concretizou com a cooperação firmada com a UE. Foto: Felipe Freire/Secom
“Por intermédio da CDSA e do IMC buscamos apoiar a captação de recursos, por meio de cooperação, ainda no ano passado. Esse é o início de uma oportunidade que se abre para novas captações, uma vez que a proposta para que o estado do Acre fosse inserido foi muito bem aceita. Essa inciativa ajuda na construção de soluções econômicas de incluir pessoas, reduzir a pobreza, inserir esses produtores nesse processo de desenvolvimento. Agradecemos a confiança da União Europeia nessa parceria”, disse Eugênio Pantoja.
A iniciativa é resultado dos esforços da CDSA, empresa de capital misto do governo do Estado, criada para captação de recursos que contribuam com a sustentabilidade financeira do Sistema de Incentivo a Serviços Ambientais (Sisa).
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Incêndio devastador atinge casas e 24 pessoas ficam desabrigadas em SC

Um incêndio de grandes proporções atingiu uma edificação de dois andares, em Balneário Piçarras (SC), e destruiu os lares de 24 pessoas. As chamas começaram por volta das 19h de sexta-feira (6/3), no bairro Itacolumi. As famílias foram levadas a um abrigo montado pela prefeitura no Ginásio Aurélio Solano de Macedo, no Centro.
A edificação, localizada na Rua Santa Catarina, foi tomada pelo fogo rapidamente. Quando o Corpo de Bombeiros Militar chegou ao local, as chamas chegaram a oito metros de altura. Tanto o térreo quanto o andar superior foram atingidos.
Leia a matéria completa em NSC Total.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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“Remendo disfarçado de reconstrução”, diz Luiz Gonzaga ao criticar obras na BR-364
Em um dos vídeos gravados durante a fiscalização, Gonzaga afirma que trechos de asfalto considerados consistentes estariam sendo retirados da rodovia

Luiz Gonzaga gravou vídeos no local da obra mostrando o que classificou como desperdício de matéria-prima e serviços de baixa qualidade. Foto: captada
No último fim de semana, o deputado estadual Luiz Gonzaga, que também exerce a função de primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), percorreu o trecho da BR-364 entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco para fiscalizar as obras executadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
Durante a vistoria, o parlamentar afirmou ter identificado situações que classificou como grave desperdício de dinheiro público. Segundo Gonzaga, máquinas pesadas estariam removendo material da própria rodovia que, na avaliação dele, poderia ser reaproveitado na recuperação do trecho.
De acordo com o deputado, partes de asfalto, camadas da base da estrada e outros insumos estariam sendo retirados e descartados, em vez de utilizados na própria reconstrução da rodovia. Para ele, a prática revela falhas no planejamento e na execução da obra.
“Estamos falando de uma estrada vital para o Acre. É a única ligação terrestre do Vale do Juruá com a capital e com os demais estados do país. O que vimos aqui foi material sendo destruído quando poderia estar sendo reaproveitado na própria recuperação da rodovia”, afirmou.
Vídeos mostram críticas à qualidade da obra
Durante a viagem, Luiz Gonzaga gravou vídeos no local da obra mostrando o que classificou como desperdício de matéria-prima e serviços de baixa qualidade. As imagens foram divulgadas nas redes sociais e rapidamente repercutiram entre moradores, caminhoneiros e motoristas que utilizam a rodovia diariamente.
Em uma publicação, o parlamentar criticou duramente o que chamou de “remendos disfarçados de reconstrução”.
“A BR-364 não merece remendo disfarçado de reconstrução. Estive acompanhando a obra e o que vi foi preocupante: um asfalto que se desmancha nas mãos, excesso de pedras e um serviço que parece feito às pressas, mas pago com o dinheiro suado do nosso povo. Pergunto: isso é reconstrução ou maquiagem cara? Porque se for para derreter no primeiro inverno amazônico, melhor nem começar”, afirmou.
O deputado também cobrou maior fiscalização por parte dos órgãos responsáveis.
“Cadê o acompanhamento rigoroso? Cadê os órgãos de controle? A população não aguenta mais obra que vira poeira”, questionou.
Parlamentar questiona retirada de asfalto considerado de boa qualidade
Em um dos vídeos gravados durante a fiscalização, Gonzaga afirma que trechos de asfalto considerados consistentes estariam sendo retirados da rodovia, enquanto o material utilizado na recomposição da pista apresentaria baixa qualidade.
“Olha a grossura desse asfalto que retiraram da BR-364. Cheio de pedra. Só pedra. São vários pontos onde estão tirando um asfalto grosso, consistente, que não quebra. Eu não entendo como tiram um asfalto dessa espessura que estava inteiro para fazer esse tipo de serviço”, declarou.
O parlamentar também afirmou que o novo material aplicado na pista estaria se deteriorando rapidamente.
“Mal terminaram o serviço e o asfalto já está se desmanchando. Os carros passam e ele começa a derreter. Isso mostra que não tem qualidade. É por isso que não funciona. O DNIT precisa fazer um serviço de verdade, porque o que está sendo feito aqui é uma vergonha”, disse.
Rodovia é considerada estratégica para o Acre
A BR-364 é considerada uma das principais rotas de integração do Acre. A estrada liga o Vale do Juruá à capital e é fundamental para o transporte de alimentos, medicamentos, combustíveis e diversos insumos que abastecem a região.
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Waack questiona “missão divina” de Mendonça no STF em meio a avanço do caso Master e divide opiniões
Jornalista contrasta convicções religiosas do ministro com exigência de imparcialidade na Corte; internautas resgatam profecia de 28 anos sobre trajetória do magistrado

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança. Foto: captada
Uma análise feita pelo jornalista William Waack, durante a abertura do programa WW, na CNN Brasil, colocou sob holofotes a postura do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O comentário ocorreu em meio ao avanço da investigação que culminou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Fé e Justiça em debate
Waack questionou a associação frequente que Mendonça faz entre sua atuação na Corte e uma suposta “missão” recebida de Deus. Em artigo recente, o jornalista afirmou que o ministro, “homem de profunda convicção religiosa, teria imediatamente se recolhido em orações ao saber que fora sorteado como novo relator do caso Master”.
O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança, dado o peso das denúncias envolvendo figuras de alto escalão do mercado financeiro e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Os pontos levantados pelo jornalista na abertura do programa incluem:
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A gravidade das provas que sustentam a Operação Compliance Zero.
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O contraste entre as convicções religiosas do ministro e a exigência de imparcialidade no STF.
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As críticas direcionadas à lentidão ou omissão da Procuradoria-Geral da República.
Atuação no caso Master
Especialistas apontam que Mendonça, ao assumir a relatoria do caso Master, tem demonstrado postura diferente da do relator anterior, ministro Dias Toffoli. Em decisões recentes, Mendonça restabeleceu a autonomia da Polícia Federal nas investigações e permitiu que o Congresso Nacional exerça seu poder investigativo, contrastando com medidas anteriores adotadas por Toffoli. O caso já gerou mais de trinta procedimentos na Polícia Federal.
Analistas jurídicos consideram que Mendonça, por não integrar grupos políticos específicos dentro do STF, pode aproveitar a oportunidade para mostrar protagonismo na condução do processo.
Profecias e trajetória pública
Após a repercussão da fala de Waack, internautas resgataram o relato de André Mendonça sobre uma profecia recebida há 28 anos, na qual sua trajetória seria marcada por um propósito maior no serviço ao país. O ministro já declarou publicamente, durante pregações, ser “um instrumento de Deus no Supremo”.
O uso dessa narrativa por parte do magistrado tem sido alvo de debates intensos, dividindo opiniões entre aqueles que veem coerência com seus princípios e críticos que apontam risco à laicidade do Judiciário.
A tensão entre a narrativa religiosa do ministro e a condução de casos de corrupção bilionária coloca o STF em uma posição de constante vigilância pelo debate público. Até o momento, o gabinete de Mendonça não se manifestou sobre as críticas feitas durante a transmissão.

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