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Acre

Governo deixa munícipes a espera de quatro meses por RG na fronteira

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Carteira de identidade está demorando cerca de quatro meses para ser entregue na fronteira do Acre - Foto: Alexandre Lima

Carteira de identidade está demorando cerca de quatro meses para ser entregue na fronteira do Acre – Foto: Alexandre Lima

Alexandre Lima

O governo do Acre, através da Secretaria de Segurança Pública – SESP, novamente está deixando os munícipes da fronteira do Acre, a espera de sua carteira de identidade por cerca de quatro meses. Isso vale tanto para a primeira ou, segunda via.

Segundo foi apurado, o prazo dado aos que procuram na delegacia de Brasiléia, é de dois meses. Todos os dias, são muitas pessoas de várias idades que procuram o principal documento que é exigido em qualquer lugar.

O problema maior, fica para os colonos. Alguns tem que se deslocar de suas colônias que é situada em lugares que é necessário andar, pegar barcos e viajar de carro para chegar na cidade. Sem a carteira, tem encontrado problemas para sacar benefícios, abrir conta em banco, etc.

Um dos que foram até a delegacia, falou indignado sobre o descaso do Governo. “Isso é uma falta de vergonha. Venho de longe para a cidade a procura da segunda via da identidade que perdi e nada!”, desabafou.

Foi perguntado para um dos funcionários se poderiam sabe da demora e disseram apenas que, só resta esperar o envio da Capital e que não souberam dizer da demora.

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Acre

Cobertura vacinal contra dengue no Acre fica abaixo do esperado; maioria dos municípios não atinge meta da segunda dose

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Dados da Sesacre mostram redução drástica de casos da doença em 2026, mas imunização completa preocupa; Acrelândia lidera aplicação da primeira dose com 65%

Os números podem até apresentar uma redução drástica nos casos de dengue, com diminuição de mais de 78% em 2026, mas a cobertura vacinal contra a dengue no Acre está abaixo do esperado. Dados do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) apontam que a maioria dos municípios acreanos não alcançou as metas estabelecidas, sobretudo quando se fala no esquema completo de imunização.

Primeira dose

Na aplicação da primeira dose, alguns municípios se destacam com melhores índices:

  • Acrelândia: 65,23%

  • Jordão: 64,49%

  • Santa Rosa do Purus: 53,46%

Em contrapartida, cidades como Porto Acre (16,32%), Tarauacá (21,07%) e Bujari (22,75%)registram coberturas significativamente mais baixas.

Os dados apontam que, embora haja início de adesão à vacina, ainda há um desafio importante em garantir que a população retorne para completar o ciclo de imunização. Foto: captada 

Segunda dose – o grande desafio

O cenário se agrava quando se observa a segunda dose da vacina, essencial para garantir maior proteção. Mesmo nos municípios com melhor desempenho, os índices são consideravelmente menores:

Município Primeira dose Segunda dose
Acrelândia 65,23% 37,19%
Jordão 64,49% 34,72%
Manoel Urbano 31,13%

Na maioria das localidades, a cobertura da segunda dose não ultrapassa 25%. Em alguns casos, os números são ainda mais críticos:

  • Tarauacá: 6,53%

  • Porto Acre: 7,71%

  • Cruzeiro do Sul: 8,04%

Esses percentuais evidenciam a dificuldade na adesão ao esquema vacinal completo.

O cenário se agrava quando se observa a segunda dose da vacina, essencial para garantir maior proteção. Foto; captada 

Desafio da imunização

Os dados apontam que, embora haja início de adesão à vacina, ainda há um desafio importante em garantir que a população retorne para completar o ciclo de imunização.

A vacinação contra a dengue é direcionada principalmente a crianças e adolescentes, considerados mais vulneráveis às formas graves da doença. A baixa cobertura da segunda dose preocupa as autoridades de saúde, já que o esquema completo é fundamental para garantir proteção duradoura e eficaz contra a enfermidade.

 

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Acre

Homem é ferido com terçado após negar alimento em comércio de Brasiléia

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Suspeito foi contido por policiais e encaminhado à delegacia após ataque em via pública

Um empresário foi vítima de agressão com arma branca (facão) na tarde desta quinta-feira (26), em um estabelecimento comercial localizado na Avenida Marinho Monte, no bairro Ferreira Silva, parte alta da cidade de Brasiléia.

De acordo com a Polícia Militar, a guarnição foi acionada via Centro de Operações (Copom) para atender a ocorrência. Ao chegar ao local, os policiais encontraram o suspeito em situação de rua (não identificado), já imobilizado e algemado, devido ao comportamento agressivo.

Segundo relato da vítima, proprietário do comércio (sem identificação), o suspeito frequentava o estabelecimento há cerca de 15 dias pedindo alimentos. Após ter um novo pedido negado, ele reagiu de forma violenta e atacou o comerciante com um terçado, causando um ferimento leve na mão direita.

A agressão foi interrompida por policiais que passavam pela região no momento do ocorrido. O suspeito foi detido no local e conduzido à delegacia, sem apresentar lesões.

A arma utilizada no ataque foi apreendida, e o caso foi registrado como lesão corporal dolosa.

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Acre

Jovem de Rio Branco é aprovado em Harvard e Princeton com bolsa integral e se torna o primeiro acreano a conquistar o feito simultâneo

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Diego Heitor da Silva Monteiro, de 18 anos, construiu trajetória internacional desde os 12 e agora decide qual das duas universidades prestigiadas frequentar

Diego Heitor da Silva Monteiro, de 18 anos, morador do bairro Mocinha Magalhães, em Rio Branco, foi aprovado em duas das universidades mais prestigiadas do mundo — Princeton e Harvard — e conquistou bolsa integral nas duas instituições. A conquista, anunciada neste ano, é resultado de anos de dedicação ao aprendizado do inglês e à construção de um currículo internacional desde os 12 anos de idade. Ele é o primeiro acreano a ser aprovado em Princeton e em Harvard simultaneamente, com bolsa integral.

O estudante, que cursou o ensino médio no Colégio de Aplicação, em Rio Branco, começou a aprender inglês pela internet durante a pandemia, com o sonho de estudar fora do país. Em um primeiro momento, ele submeteu candidaturas a 22 instituições para o ensino médio, mas não obteve aprovação com bolsa integral em nenhuma delas. A partir daí, passou a dedicar o tempo integral à construção do seu perfil acadêmico e à preparação para novas candidaturas visando o ensino superior.

A conquista, anunciada neste ano, é resultado de anos de dedicação ao aprendizado do inglês e à construção de um currículo internacional desde os 12 anos de idade. Foto: captada 

Em dezembro do ano passado, Diego foi aprovado em Princeton. Neste ano, veio a aprovação em Harvard, onde aplicou com interesse ao curso de Psicologia. A bolsa conquistada nas duas universidades cobre alimentação, transporte, hospedagem e os custos da viagem. Diego ainda avalia qual das duas instituições vai frequentar no segundo semestre deste ano, quando deve se mudar para os Estados Unidos.

Experiências internacionais

Antes das aprovações, o jovem já havia acumulado experiências internacionais por meio de programas de intercâmbio. Em 2024, participou do programa Jovens Embaixadores, sua primeira viagem ao exterior, realizada aos 16 anos. Também integrou o Camp Rise Sun, com bolsa completa, e, em julho de 2025, passou um mês inteiro na China por meio de outra bolsa integral, com foco em energia sustentável e tecnologia.

A trajetória contou com o apoio da família e da escola. Os professores e a direção do Colégio de Aplicação forneceram cartas de recomendação fundamentais para o processo seletivo. “Foi um trabalho de muitas mãos”, disse Diego.

Também integrou o Camp Rise Sun, com bolsa completa, e, em julho de 2025, passou um mês inteiro na China por meio de outra bolsa integral, com foco em energia sustentável e tecnologia. Foto: captada 

A família, inicialmente receosa em permitir que um adolescente menor de idade viajasse sozinho para o exterior, mudou de ideia após a primeira experiência. Com o tempo, passou a apoiar e incentivar as demais oportunidades.

Conselho para futuros candidatos

Para quem deseja seguir um caminho semelhante, Diego tem um conselho direto. “O ponto pra conseguir essas oportunidades no exterior é agarrar todas as oportunidades que passem pela frente. Quando comecei, eu me inscrevi pra 22 escolas, todo programa que aparecia eu me inscrevia e não deixava passar nada.” E completa: “Agarrar todas as oportunidades porque isso vai te colocar onde você quer chegar.”

Veja vídeo:


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