Acre
Governo decreta situação de emergência social por causa de imigração ilegal na fronteira

Cenas do cotidiano na cidade de Brasiléia. Centenas de imigrantes atrás de tirar documentos nas instituições do Brasil – Foto: Alexandre Lima
O governador Sebastião Viana (PT) decretou situação de emergência social nos municípios de Brasileia e Epitaciolândia, afetados por intenso processo de imigração. O decreto nº 6.502 foi assinado nesta segunda-feira, 14, e publicado no Diário Oficial desta terça-feira, 15.
Segundo o ato, informações da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil – CEDEC, acerca da continuidade do fluxo migratório na fronteira (Brasil, Peru e Bolívia), continua intenso, pois até o dia 1° de outubro do ano corrente, o estado recebeu 7.523 imigrantes de diversas nacionalidades.
Com a medida, o governo quer minimizar as sérias dificuldades enfrentadas, principalmente no que se refere ao apoio humanitário e logístico (recepção, acolhimento e desligamento). No decreto, o governador ressalta os sérios riscos à saúde, dos imigrantes e dos nacionais, a exemplo de doenças como dengue, malária, dentre outras.
Agora, devem ficar em alerta máximo a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos – SEJUDH, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – SEDS e a Secretaria de Estado de Segurança Pública, através da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, que deverão priorizar ações emergenciais humanitárias nos municípios afetados. Todos os demais órgãos e secretarias também serão envolvidos nas ações.
Entre as medidas, será realizada uma campanha educativa de orientação, junto à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada. Já a Secretaria de Saúde dotará as medidas necessárias para minimizar os riscos decorrentes da situação de anormalidade.
O decreto entra em vigor a partir de hoje e ficará em vigor por 90 dias.
Fonte: ac24horas
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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