Acre
Governo de Sebastião abandona reformas e construção de pontes no Acre

Em dezembro de 2013, a ponte não resistiu ao peso de uma caçamba – Foto: Sherlivam Cavalcante/arquivo
Alexandre Lima
O estado do Acre, através de seu governador, Sebastião Viana, realmente sabe como cuidar de seu povo através de sua trafegabilidade, principalmente no tocante às pontes que tanto prometeu nestes quatro anos de mandato que se finda.
Isso sem falar de outras promessas na área de saúde principalmente. Nas últimas semanas, uma enxurrada de denuncias vem sendo sem manchetes de vários meios de comunicação, onde dão conta de abandono de obras que poderão se transformar em locais de tragédias.
Algumas dessas, são as pontes localizadas pelas estradas que cortam o Estado, como exemplo, a BR 364 e a 317. Estas são as duas principais artérias que levam o progresso, ou deveriam, e a integração entre os países da Bolívia e Peru. Isso sem falar das péssimas condições e manutenções das mesmas. A exemplo, uma das pontes está localizada na BR 364, que está levando transtornos aos motoristas.
Outra ainda está por vir e segundo informações, não sairá do papel e das promessas de Sebastião Viana. A construção de uma nova ponte metálica e que já deveria ter sido começada pela licitação anunciada em Abril, depois para Junho e até o momento, nada foi iniciado. Esta desafogaria o tráfego de veículos entre às cidades irmãs de Brasiléia e Epitaciolândia.

NO início de 2014, Sebastião Viana anunciou a nova ponte em Brasiléia no valor de 12 milhões. Nada por enquanto – Foto: Alexandre Lima/arquivo
Neste contexto, se encaixa a ponte que foi iniciada a sete meses atrás no Ramal do Icuriã e que passaria sobre o Igarapé São Pedro, localizada na zona rural do Município de Assis Brasil. Neste aconteceu um acidente, onde um caminhão caçamba despencou de uma altura de cerca de 20 metros e milagrosamente, o motorista escapou.
Para revolta dos moradores, o governo do Acre sequer reiniciou os trabalhos de reforma e construção. A pedido dos moradores, o jornal oaltoacre.com voltou ao local e registrou novamente, o descaso dedicado a centenas de moradores que estão arriscando suas vidas ao tentar passar pela ponte que está com sua estrutura de madeira praticamente toda solta.
Isso sem falar dos ferros torcidos que ainda estão da mesma forma quando a caçamba caiu. A única coisa que foi retirado do local, foram os veículos juntamente com os funcionários.
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REVEJA MATÉRIA FEITA EM DEZEMBRO DE 2013
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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.





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