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Gonzaga visita comunidades mais isoladas do Acre para ouvir demandas dos ribeirinhos
O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre, visitou durante o final de semana algumas comunidades ribeirinhas mais isoladas do estado do Acre.
Acompanhado do vereador de Cruzeiro do Sul, Márcio da Farinha, o deputado Gonzaga navegou por diversas horas pelo rio Valparaíso até chegar à última comunidade ribeirinha de Cruzeiro do Sul, conhecida pelo nome de Comunidade do Jucá.
No local, Gonzaga conversou com moradores e ouviu deles as reivindicações em relação à saúde, transporte e infraestrutura. Uma das principais demandas das comunidades Três Bocas e Jucá e falta de barcos para transportar pessoas doentes e farinha produzida nas comunidades.

”Neste final de semana fiz questão de visitar a última comunidade do rio Valparaíso, a Comunidade do Jucá, para ouvir de perto as demandas desse povo trabalhador. As comunidades das Três Bocas é Jucá solicitaram barcos emergenciais para transportar doentes. Os produtores são obrigados a vender a farinha para o atravessador por preço baixo por falta de barco pra fazer o transporte até Cruzeiro do Sul”, disse o deputado.
Ao retornarem para Cruzeiro do Sul, Gonzaga e Márcio se reuniram com representantes da prefeitura que se prontificaram a destinar barcos para atender a demanda dos ribeirinhos e produtores rurais.
Segundo relatos de um morador da comunidade, essa foi a primeira vez que um parlamentar visitou a região.
”Desde o dia que nossa comunidade foi fundada até hoje nunca um deputado tinha nos visitado. O deputado Gonzaga foi o primeiro e quero agredecê-lo por vir nos ouvir”, disse.
Gonzaga e Márcio da Farinha aproveitaram as visitas para incentivarem a prática de esportes nas comunidades do Valparaíso. Os parlamentares idealizaram um torneio de futebol no domingo (6) para confraternizar os moradores de várias comunidades locais.
”Além de ouvirmos as demandas do moradores, também aproveitamos para oferecer um momento de lazer para os moradores oferecendo torneios de futebol onde famílias se encontram e confraternizam”, disse Márcio da Farinha.
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Rio Juruá ultrapassa cota de transbordamento e deixa Cruzeiro do Sul em alerta
Nível chegou a 13,38 metros nesta segunda-feira (19) e pode atingir 13,70 metros nos próximos dias, segundo a Defesa Civil
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Rio Acre sobe 6 cm em 16 horas e atinge 14,59 m, mesmo sem chuva em Rio Branco no domingo
Defesa Civil registra elevação contínua ao longo do domingo (18); nível já supera cota de transbordamento em 59 cm e mantém estado de emergência

Em elevação constante desde a madrugada, nível do rio supera cota de transbordamento em 59 centímetros e mantém estado de emergência na capital. Foto: captada
O Rio Acre seguiu em elevação ininterrupta ao longo deste domingo (18), atingindo 14,59 metros às 21h, conforme monitoramento da Defesa Civil de Rio Branco. Apesar da ausência de chuvas nas últimas 24 horas, o nível subiu gradualmente desde as 5h18 (14,53m) – superando a cota de transbordamento (14m) em quase 60 centímetros e a de alerta (13,50m) em mais de um metro.
O cenário mantém a capital em estado de emergência, com 27 bairros já afetados e centenas de famílias desalojadas. A Defesa Civil reforça o monitoramento permanente e mantém as equipes em prontidão para ações preventivas, caso a trajetória de alta persista nas próximas horas.
Evolução do nível no domingo:
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05h18: 14,53 m
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09h00: 14,54 m
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12h00: 14,55 m
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15h00: 14,57 m
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18h00: 14,58 m
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21h00: 14,59 m
Comparativo com as cotas de referência:
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Cota de alerta: 13,50 m
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Cota de transbordamento: 14,00 m
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Nível atual: 59 cm acima do transbordamento
Situação operacional:
A Defesa Civil mantém monitoramento permanente e as equipes em prontidão para adoção de medidas preventivas caso a subida continue. Já foram atingidas 631 famílias em 27 bairros da capital, com famílias removidas para abrigos.
A elevação sem chuva local é típica de cheias em rios de planície, quando a onda de inundaçãoformada nas cabeceiras demora dias para percorrer todo o curso – ou seja, o pico ainda pode não ter chegado à capital.
A Defesa Civil deve emitir novo boletim na madrugada de segunda-feira (19). Enquanto isso, moradores de áreas ribeirinhas são orientados a manter-se em locais seguros e acatar recomendações de remoção.
A cheia atual já é a maior desde 2015 e se aproxima do recorde histórico de 15,42 mregistrado naquele ano. A ausência de chuva local não significa alívio imediato, pois a vazão a montante continua elevada.

A alta ocorreu mesmo sem registro de chuvas na capital nas últimas 24 horas, indicando que a vazão vem das cabeceiras na fronteira com o Peru e Bolívia. Foto: captada



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