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Acre

Gladson Cameli leva seminário de combate às drogas para Brasileia

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A iniciativa do senador Gladson Cameli (PP-AC) de levar o seminário “Drogas Por Quê? Desafios Para Educação” para vários municípios do Acre chega a Brasileia, localizada no sul do estado. O evento será no dia 24 de junho, no Centro Cultural, e tem como objetivo capacitar monitores para trabalhar no combate às drogas em escolas e instituições da área de saúde, educação e assistência social da rede pública e privada.

O seminário conta com apoio da Fundação Milton Campos (FMC), da prefeitura municipal de Brasileia, e inclui ainda os municípios de Assis Brasil, Epitaciolândia, Xapuri, além de setores dos países vizinhos como Bolívia e Peru

De acordo com o senador Gladson Cameli (PP-AC), vice-presidente da FMC, o evento para combater às drogas está sendo realizado em vários estados do país e já capacitou milhares de monitores para atuar em diversas esferas dos setores públicos e privados.

“Com a realização do seminário pretendemos garantir às instituições o desenvolvimento de ações de cidadania voltadas ao combate às drogas, e dessa forma contribuir para que a sociedade permaneça firme para impedir que problemas como esse avancem contra as famílias”, disse Gladson.

O prefeito de Brasileia, Everaldo Gomes (PMDB-AC), agradeceu a iniciativa do senador e a Fundação Milton Campos, e lembrou que a cidade os municípios adjacentes enfrentam graves problemas relacionados ao tráfico de drogas por ser uma região de fronteira com dois países considerados os maiores produtores de droga do mundo: Bolívia e Peru. “Aqui o acesso a entorpecentes é fácil, e por isso enfrentamos sérios problemas. A realização do seminário representa grandes benefícios para toda nossa sociedade”, disse.

SOBRE A FMC E O PROJETO “DROGAS POR QUÊ? ”

Desde sua fundação, em 1975, a Fundação Milton Campos para Pesquisas e Estudos Políticos “busca promover o estudo e a reflexão crítica sobre a realidade brasileira e formar quadros para o exercício consciente da cidadania”, enquanto entidade privada e sem fins lucrativos.

O projeto “Drogas Por Quê? Desafios Para Educação” tem como principal objetivo identificar ações estratégicas de alcance nacional que despertem nos educadores a importância da prevenção do uso indevido de drogas junto aos jovens, por meio da realização de eventos presenciais de capacitação focados em agentes multiplicadores, na figura de diretores e coordenadores de escolas públicas de Ensino Fundamental e Médio.

Um dos instrumentos utilizados pela Fundação Milton Campos para a divulgação de suas ideias e para a promoção da formação política dos cidadãos é a realização ou o patrocínio de eventos (seminários, simpósios, mesas redondas, painéis, fóruns, palestras, conferências, debates, entre outros).

Desta maneira, além deste projeto estar ancorado na proposta de ações da Fundação Milton Campos, os eventos presenciais escolhidos promovem a interação das pessoas e contribuem para a geração e o fortalecimento das relações sociais, industriais, culturais e comerciais. Por ser dirigido, o evento consegue, num curto período de tempo e de uma só vez, atingir a maioria do público-alvo.

PRINCIPAIS AÇÕES

– Proporcionar uma visão fundamentada, atualizada e livre de preconceitos, das questões relacionadas ao uso de drogas.

– Esclarecer o papel dos educadores e de outros agentes sociais na prevenção do uso indevido de álcool e outras drogas e discutir as posturas mais adequadas para realizar o trabalho de forma confiante, crítica e eficaz.

– Fornecer instrumentos para a elaboração de planos e ações de prevenção de drogas na escola ou em outras instituições.

CARTILHAS

– Cartilhas para Educadores – Para cada escola serão entregues 03 cartilhas (uma para o profissional presente e duas para serem colocadas na biblioteca).

– Cartilhas sobre maconha, cocaína e inalantes. Para cada escola serão distribuídas 50 (cinquenta) cartilhas, para que os professores proponham atividades em sala de aula com os alunos.

PÚBLICO

Direcionados na formação de diretores e coordenadores de escolas públicas e privadas de Ensino Fundamental e Médio, representantes dos serviços de saúde e assistência social e ainda entidades que trabalham na prevenção ao uso indevido de drogas. Eles serão capacitados para serem agentes multiplicadores orientando jovens, famílias, professores e integrantes da comunidade sobre o risco e os perigos que estão por trás das drogas. (Assessoria de Imprensa Senador Gladson Cameli com Informações da Fundação Milton Campos)

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Acre

Nota pública sobre o Carnaval da Família

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O governo do Estado do Acre informa à população que, em razão da situação atual do Rio Acre, que se encontra acima da cota de transbordamento, não realizará, neste ano, o tradicional Carnaval da Família.

A decisão foi tomada com base na responsabilidade com a segurança da população e na prioridade absoluta às ações de monitoramento, prevenção e atendimento às famílias afetadas ou em risco em decorrência da elevação do nível do rio.

Neste momento, todos os esforços do governo estão concentrados no enfrentamento dos impactos causados pela cheia, garantindo assistência social, logística e suporte às defesas civis municipais.

O governo do Acre agradece a compreensão da sociedade e reforça seu compromisso com a proteção da vida e o bem-estar da população acreana.

Governo do Estado do Acre

 

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Acre

Mapa libera híbrido de milho de alto desempenho para a safrinha no Acre

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 23, uma portaria que atualiza o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) do milho de segunda safra e do milho consorciado com braquiária para o ano-safra 2025/2026. A norma inclui oficialmente a cultivar DM2890 entre os materiais aptos ao plantio em diversos estados.

No Acre, o DM2890 passa a integrar o ZARC do milho de segunda safra, conforme a Portaria SPA/MAPA nº 384, e também o zoneamento do milho consorciado com braquiária – 2ª safra, por meio da Portaria SPA/MAPA nº 398. A inclusão é considerada relevante para o planejamento da produção agrícola no estado, já que o ZARC é referência obrigatória para acesso ao crédito rural, ao seguro agrícola e a outros instrumentos de política pública.

O DM2890 é um híbrido de milho convencional de alto desempenho, desenvolvido pela GDM Genética do Brasil S/A, sob a marca DONMARIO Sementes. Lançado com foco na safrinha da região tropical e no Cerrado brasileiro, o material é reconhecido pelo alto teto produtivo e pela boa adaptação a plantios de abertura característica estratégica para regiões com desafios climáticos semelhantes aos enfrentados no Acre.

Entre as principais características agronômicas do híbrido estão o ciclo precoce e o tipo de grão semidentado, com peso médio de mil grãos de 343,1 gramas. O material também apresenta excelente sanidade foliar e boa tolerância ao complexo de enfezamentos, fatores que contribuem para maior estabilidade produtiva em diferentes ambientes.

Em termos de desempenho, o DM2890 tem registrado produtividades superiores a 170 sacas por hectare em áreas de avaliação no Cerrado, como no município de Rio Verde (Goiás). Além da produção de grãos, o híbrido é recomendado para silagem, ampliando as possibilidades de uso tanto para agricultores quanto para sistemas integrados de produção.

A recomendação técnica do material é voltada especialmente para a safrinha na região tropical e no Cerrado, perfil que se aproxima das condições de parte significativa das áreas agrícolas do Acre. O híbrido integra o portfólio de alta performance da DONMARIO (GDM), que reúne materiais convencionais e com tecnologias adaptadas às exigências produtivas do Centro-Oeste e do Norte do país.

Além do Acre, a Portaria SPA/MAPA nº 3 inclui o DM2890 no zoneamento de estados como Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins, reforçando a abrangência nacional da cultivar na safra 2025/2026.

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Acre

Confaz atualiza base de cálculo do ICMS sobre etanol no Acre a partir de fevereiro

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Foto: reprodução/Poder360

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (23) ato que atualiza os preços médios ponderados ao consumidor final (PMPF) dos combustíveis utilizados como base de cálculo do ICMS em todo o país. As novas referências passam a vigorar a partir de 1º de fevereiro, com impacto direto na arrecadação estadual e na formação de preços no mercado.
No Acre, o ato estabelece o PMPF de R$ 5,2254 por litro para o álcool etílico hidratado combustível (AEHC). O valor serve como parâmetro fiscal e não representa, necessariamente, o preço final praticado nos postos, mas influencia diretamente o cálculo do ICMS incidente sobre o combustível no estado.

Segundo o documento, não houve definição de PMPF para outros combustíveis no Acre, como querosene de aviação (QAV), gás natural veicular (GNV), gás natural industrial (GNI) e óleo combustível, o que indica a ausência de adoção desses parâmetros específicos pelo estado neste ato.

O PMPF é utilizado pelos estados para padronizar a base de cálculo do ICMS, reduzir distorções fiscais e combater a evasão tributária no setor de combustíveis. Na prática, mesmo que o preço nas bombas oscile, o imposto estadual é calculado com base nesse valor médio definido nacionalmente a partir de informações fornecidas pelas próprias unidades federativas.

No Acre, onde os custos logísticos e a dependência do abastecimento de outros estados influenciam fortemente os preços, a definição do PMPF do etanol tem reflexos tanto na arrecadação estadual quanto na competitividade do combustível em relação à gasolina.

Enquanto o estado fixa o PMPF do AEHC em pouco mais de R$ 5,22, outras unidades da federação apresentam valores distintos, refletindo diferenças regionais de oferta, logística e consumo. O ato também registra ajustes e reduções de PMPF em determinados combustíveis em outros estados, sinalizando mudanças fiscais em resposta às condições de mercado.

A íntegra do ato foi assinada pelo secretário-executivo do Confaz, Carlos Henrique de Azevedo Oliveira.

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