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Gladson Cameli assina contrato de parceria para melhorias de ramais em Epitaciolândia

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Governador lançou nesta sexta-feira, 19, mais uma fase do programa na fronteira, cujo objetivo é melhorar o escoamento da produção e o transporte escolar na zona rural

Quarenta e dois quilômetros separam a casa de Isabel Cristina da Silva, 28 anos, do centro de Epitaciolândia, cidade a 240 quilômetros de Rio Branco, na fronteira com a cidade boliviana de Cobija. O que parece ser uma distância relativamente pequena para as 70 famílias que compõem a Associação de Produtores Rurais Esperança se torna uma eternidade no período invernoso por causa do lamaçal que toma de conta dos ramais da região.

A sorte, no entanto, começou a mudar para a comunidade de Isabel com a chegada de mais uma frente de serviços do Governo do Estado do Acre e da Prefeitura de Epitaciolândia, anunciada pessoalmente pelo governador Gladson Cameli, na manhã desta sexta-feira, 19. Esta é mais uma etapa do Programa Ramais do Acre 2019, cuja primeira fase em Epitaciolândia e Brasileia – cidades separadas apenas pelo Rio Acre –, tiveram início ainda no início de junho passado.

“Estávamos precisando muito que o governo e a prefeitura olhassem para nós. Há muitos anos que não temos melhorias. Com a recuperação dos ramais, o passo seguinte, se Deus quiser, será a construção de uma ponte e a formalização dos corredores por dentro das fazendas, que hoje não estão organizadas por falta de vontade dos fazendeiros locais. Mas aí já é outra história”, pondera Isabel da Silva, que além de assistente social do município é presidente da associação de produtores.

Em Epitaciolândia, o repasse de R$ 410 mil pelo Estado, por meio do Ramais do Acre, possibilitou à equipe do prefeito Tião Flores comprar 12 pneus de máquinas pesadas, fazer os reparos de tratores e caminhões parados por falta de manutenção, e adquirir 40 mil litros de diesel para abastecer as retroescavadeiras que hoje trabalham plenamente na recuperação dos ramais, facilitando o transporte escolar e o escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do rebanho suíno que abastece o frigorifico Dom Porquito e do plantel de aves fornecido para o abatedouro Acre Aves. Ambas as empresas são instaladas em Brasileia, sendo que a Dom Porquito é exportadora de carne suína para países como o Peru e o Equador, dentro do continente, e para a China, na Ásia, por meio dos portos peruanos via Oceano Pacífico.

Para o governador Gladson Cameli, com mais esta etapa o governo mostra que tem compromisso com as prefeituras e com seus trabalhadores rurais. “Queremos oferecer mais qualidade de vida às pessoas que estão produzindo, dentro dos nossas colônias, de nossos projetos agroextrativistas, porque eles merecem ser valorizados. E torno a falar que nosso governo não olha para bandeiras partidárias, mas é pautado pelo respeito às pessoas de todos os nossos municípios, independente do prefeito ser do partido ‘A’ ou ‘B’”, afirmou Cameli para trabalhadores rurais, professores, lideranças rurais e funcionários públicos estaduais e municipais e de várias pastas.

Participaram também da solenidade o prefeito de Epitaciolândia, Tião Flores; a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem; o deputado federal Manoel Marcos; o deputado estadual Antonio Pedro; o presidente da Câmara de Vereadores de Epitaciolândia; o vereador José Antonio da Silva, além de lideranças locais como Chiquinho Chaves e Sebastião Ferreira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Epitaciolândia.

O diretor do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre), Ítalo Medeiros, o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Tião Bocalom, e o presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, também se fizeram presentes.

O que eles disseram

“As cidades de Epitaciolândia e Brasileia agradecem ao governador Gladson Cameli pelo empenho de trazer benefícios tão importantes para a nossa população. Somos cidades irmãs, separadas por um rio, mas unida por uma ponte e por nossos corações. Muito obrigado, governador”. (Tião Flores, prefeito de Epitaciolândia).

“O bom governo é esse, que dialoga com os municípios, onde as coisas do estado realmente aconteçam e esse olhar que o governador Gladson Cameli tem pelas cidades, sem levar em consideração siglas partidárias, demonstra a nobreza de um homem público que entende que a população vem em primeiro lugar”. (Fernanda Hassem, prefeita de Brasileia).

“O que o governador está trazendo é qualidade de vida para essas pessoas que precisam levar seus filhos para a escola com dignidade e que precisam escoar a sua produção. Nós já viemos aqui em outra oportunidade entregar centenas de licenças ambientais para criadores de suíno e de aves. Agora, com os ramais sendo abertos neste verão, tudo melhora ainda mais para essas famílias”. (André Hassem, presidente do Imac).

“O município sem o governo não pode fazer nada. E é buscando melhorias para o homem do campo que se valoriza cada um desses trabalhadores, que tanto merecem a atenção dos seus governantes. A Câmara de Vereadores de Epitaciolândia agradece ao governador Gladson Cameli”. (José Antônio da Silva, presidente da Câmara de Vereadores de Epitaciolândia).

Texto: Resley Saab / Assecom


 

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Ratinho Jr exalta escola cívico-militares em apoio a vice de Zema

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Alan Santos / PR
Ratinho Junior

O governador do Paraná e pré-candidato à Presidência, Ratinho Júnior (PSD), publicou, nesta quarta-feira (11/2), uma mensagem de apoio ao vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), sobre a decisão acerca das escolas cívico-militares em Minas.

Nesta semana, Simões anunciou que vai implementar o projeto de escolas cívico-militares no estado, contrariando decisão judicial.

“O que o nosso Estado puder fazer para contribuir com os nossos irmãos mineiros, estaremos à disposição, amigo”, disse Ratinho Júnior, ressaltando que o Paraná tem 345 escolas cívico-militares.

Mateus Simões afirmou na segunda-feira (9/2) que não vai cumprir a decisão do  Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que reestabeleceu a suspensão do programa.

O vice-governador deve assumir o Palácio da Liberdade  em 22 de março, pois o governador mineiro, Romeu Zema (Novo), vai deixar o cargo para concorrer às eleições presidenciais de 2026. Já Simões disputará para ser o sucessor de Zema em Minas.

O vice-governador afirmou que “respeita todos os poderes”, mas que não está submetido ao Judiciário.

Simões ainda cutucou o Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que a Corte interfere em outros poderes. “Se, infelizmente, o STF não encontra limites em Brasília, em Minas, o TCE vai começar a encontrar limites”.

Escola cívico-militar

O projeto de escolas cívico-militares em Minas Gerais envolve a Secretaria de Estado de Educação, o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar de Minas Gerais.

Segundo o governo mineiro, trata-se de uma “proposta de gestão integrada, com foco primordial na promoção de valores cívicos, éticos e na organização do ambiente escolar”, e não militarizaria as escolas.

O governo estadual, em um material de perguntas e respostas sobre o projeto, afirma que os profissionais militares atuariam como “como colaboradores em atividades cívico-pedagógicas, focando no apoio à gestão e à convivência, sem assumir funções pedagógicas ou interferir no currículo”.

Em nota enviada ao Metrópoles, o TJMG disse que não faz juízo de valor sobre atos da Administração Pública.

“O Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais preza e continuará a adotar como regra de conduta a harmonia e a independência entre os Poderes constituídos e, fora de suas atribuições institucionais, não faz juízo de valor sobre os atos da Administração Pública e de seus integrantes”, disse o órgão.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Grupo de senadores pede à PF acesso a dados sigilosos sobre o Master

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Michael Melo/Metrópoles
Imagem colorida de sede do Banco Master

Um grupo de parlamentares da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado se reuniu, nesta quarta-feira (11/2), com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para discutir a apuração de fraudes financeiras no Banco Master.

Os senadores que participaram da agenda integram um grupo de trabalho, criado pelo presidente do colegiado, senador Renan Calheiros (MDB-AL), para acompanhar as investigações do caso.

No encontro, os parlamentares pediram acesso a dados de operações da PF que envolvem ou tenham conexão com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

Renan disse que o grupo fará um pedido de informações sobre os casos, inclusive de dados sigilosos. Segundo ele, Rodrigues vai liberar o que for “possível”.

“Fizemos uma proveitosa reunião. Nosso objetivo como representantes é fortalecer a investigação da Polícia Federal para que, em nenhuma hipótese, haja blindagem”, afirmou o senador.

O Banco Master é alvo de inquéritos na Polícia Federal por suspeitas de crimes contra o sistema financeiro nacional.

Uma das linhas de investigação trata da movimentação de cerca de R$ 12 bilhões com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) irregulares.

Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro chegou a ser preso em uma das ações da PF. No mesmo dia da prisão, o Banco Central decidiu colocar o Master sob administração especial e decretar a liquidação extrajudicial da instituição.

A autoridade monetária argumentou que a medida foi motivada pela grave crise de liquidez e pelo comprometimento da sua situação econômico-financeira da instituição. À época, o BC também afirmou que o Master violou normas que regem a atividade das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional.

O senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou que o grupo tem se encontrado com autoridades para pedir o envio de informações sobre o Banco Master à CAE.

Participaram da agenda desta quarta: Renan Calheiros, Izalci Lucas, Margareth Buzetti (PP-MT), Esperidião Amin (PP-SC), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Leila Barros (PDT-DF) e Fernando Farias (MDB-AL).

Na última semana, membros da CAE também se reuniram com os presidentes do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do Tribunal de Contas da União, Vital do Rêgo.

Além da agenda com o diretor da Polícia Federal, o grupo também deve se reunir ainda nesta quarta com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.

“Decidimos visitar todos os órgãos. Exatamente para mostrar e solicitar que esses órgãos encaminharem informações do caso Master. Queremos saber se eles estão fazendo as investigações. Vamos solicitar informações”, disse o senador Izalci Lucas.

Segundo o senador, o colegiado tem “competência” para receber e analisar esses documentos. Ao longo dos trabalhos, o grupo da CAE deve convidar e convocar autoridades a depor sobre o Banco Master.

A expectativa é de que, na conclusão, o colegiado apresente um relatório com sugestões para melhorar a fiscalização de instituições financeiras.

“Do ponto de vista do Senado, nosso papel é fazer o aprimoramento da legislação, da fiscalização, compreender o papel da Comissão de Valores Mobiliários”, afirmou Renan.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Moraes nega flexibilização de horário para Flávio visitar Bolsonaro

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Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Imagem colorida mostra o ministro Alexandre de Moraes, do STF - Metrópoles

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta quarta-feira (11/2), o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro que pedia que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pudesse visitar o pai “após do horário regulamentar”.

No pedido a Moraes, a defesa do ex-presidente afirmou que o senador não poderia comparecer no horário de visitas devido ao retorno de uma viagem internacional.

O senador, indicado por Bolsonaro como pré-candidato ao Planalto, esteve nesta quarta-feira no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha. No entanto, Flávio chegou 12h50 e ficou apenas 10 minutos com o pai.

“Na data de hoje, Flávio Bolsonaro esteve na unidade de custódia, tendo ingressado às 12h50 e se retirado às 13 horas. Podendo, entretanto, ter aguardado o subsequente horário de visita vespertino, optou por ir embora. A realização de visitas deve seguir as normas procedimentais estabelecidas, sem qualquer privilégio que possa colocar em risco a segurança penitenciária”, disse Moraes.

Na decisão do dia 15 de janeiro, em que transferiu Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal (PF) para a Papudinha, Moraes fixou dias e horários para que a família de Bolsonaro realizasse as visitas.

“A visitação semanal permanente, respeitados os procedimentos do estabelecimento prisional, da esposa Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, dos filhos Carlos Nantes Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro, Jair Renan Valle Bolsonaro e Laura Firmo Bolsonaro e da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva, às quartas e quintas-feiras, nos horários de 8h às 10h; 11 às 13h; ou 14h às 16h”, assinalou o magistrado.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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