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Acre

Gilberto Diniz volta a cobrar aprovação da PEC que extingue pensão de ex-governadores

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Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa (Aleac), durante sessão desta quarta-feira, 4, o deputado Gilberto Diniz (PTdoB) voltou a cobrar a aprovação da PEC 02, que extingue a pensão para ex-governadores do Estado do Acre. O oposicionista pediu que a Mesa Diretora priorizasse a votação da matéria, lembrando que a proposta foi apresentada por ele no dia 5 de maio. A preocupação do deputado é que o prazo para a aprovação da PEC expire, uma vez que o tempo para votação seria de 60 dias.

“Já passou da hora de colocar essa PEC em votação, não entendo o medo que se tem de tirar essa PEC da gaveta, se for por defesa ao Tião Viana não precisa,porque a matéria não vai prejudicar ele. Somente os outros governadores que virão não serão beneficiados. Vamos desengavetar essa matéria, quem for contra vota contra, quem for a favor vota a favor e pronto”, disse.

O deputado alertou que no dia 7 de setembro acontecerá o movimento intitulado o Dia do Basta, que está sendo promovido por cidadãos acreanos através das redes sociais. Para o deputado a Mesa Diretora da Aleac não deve dar motivos para que a população se revolte com o Parlamento. A falta de matérias importantes como a PEC 02 na Ordem do Dia, durante as sessões, seria um motivo considerável, segundo o deputado, do movimento se manifestar contra o Poder Legislativo.

“Vai acontecer no dia 7 de setembro uma caminhada intitulada o Dia do Basta nas ruas de Rio Branco. O movimento está sendo organizado por meio das redes sociais e será uma das maiores passeatas já realizadas em Rio Branco. Eu não quero no dia 7 a Assembleia Legislativa seja alvo dos manifestantes por não colocar em votação matérias importantes como a PEC 02. O povo está aguardando uma resposta do Legislativo e nós devemos isso aos acreanos”, complementou.

O deputado cobrou ainda a atuação da CPI da Telefonia, proposta pelo deputado José Luis Tchê (PDT), e que também não foi colocada na pauta de votações. Gilberto alertou sobre a importância da aprovação da Comissão Parlamentar de Inquérito afirmando que o Estado do Acre vive um caos por conta dos serviços prestados pelas operadoras.

“As operadoras estão extorquindo e lesando os consumidores acreanos e isso deve acabar. Através de propaganda enganosa as operadoras iludem o povo acreano causando graves transtornos para as pessoas que buscam um serviço de qualidade. Precisamos aprovar a CPI da telefonia para pelo menos amenizar o sofrimento e a insatisfação dos consumidores acreanos”, disse.

Para concluir, Gilberto Diniz questionou a qualidade das obras da BR-364 realizadas pelo Governo do Acre. Segundo o deputado, os trabalhadores estão utilizando barro vermelho para tapar os buracos em alguns trechos da BR. “Sempre demonstro minha preocupação com as obras da BR-364 porque já fiz esse trecho varias vezes e sei que o serviço é mal feito mesmo. Agora estão tapando buracos com barro e quando chove fica uma lama só, isso é um absurdo, a população acreana não merece tanto descaso”, concluiu.

Mircléia Magalhães
Agência Aleac

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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